Governo das Filipinas faz pedido inusitado ao Japão para aumento do preço da banana

Esse tipo de pedido direto do governo filipino para o grupo varejista do Japão é incomum, mas tem motivos convincentes.

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Imagem ilustrativa (PxHere)

O jornal Yomiuri informou, na terça-feira (7), que o governo das Filipinas fez um pedido inusitado ao grupo da indústria varejista do Japão para buscar entendimento sobre o aumento do preço da banana. 

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O preço dessa fruta quase não teve alteração nos últimos 20 anos ou mais, assim como os ovos. Mas, a inflação global está pressionando os produtores filipinos à medida que os custos de produção aumentam.

Na quarta-feira (8) o governo filipino enviará uma solicitação formal para a Japan Retailers Association, da qual são membros os supermercados e instalações comerciais de todo o país. 

Os produtores de banana nas Filipinas estão com dificuldade na lucratividade porque os custos dos fertilizantes, combustíveis e transportes já subiram.  

Japão depende da banana importada das Filipinas

De acordo com as estatísticas comerciais do Ministério da Fazenda do Japão (MOF), o volume de importação de bananas em 2021 foi de cerca de 1,1 milhão de toneladas, o que se traduz  na maior quantidade de frutas importadas pelo país. Destes, as Filipinas respondem por quase 80% das bananas. 

No passado, essa fruta foi tratada como artigo de luxo, mas nas últimas décadas, com os preços acessíveis e por serem nutritivas, o consumo é alto. Por isso, os supermercados costumam colocá-las logo na entrada. 

As frutas produzidas no Japão, como maçãs e variedade de tangerinas já tiveram aumento de preços. E eles não param de subir, o que tem se tornado um fardo para as famílias.

Fonte: Yomiuri

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Aérea força passageiros sul-africanos a fazer teste para provar nacionalidade

Publicado em 7 de junho de 2022, em Sociedade

A companhia aérea Ryanair é acusada de discriminação após ela introduzir teste devido à ‘alta prevalência de passaportes fraudulentos’.

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Ryanair enfrenta acusações de discriminação racial (banco de imagens)

A Ryanair está enfrentando acusações de discriminação racial após forçar sul-africanos a fazer um teste em africâner antes de embarcar em voos para suas casas partindo do Reino Unido e outras partes da Europa.

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A companhia aérea de baixo custo, a qual afirmou que o “questionário simples” era parte de esforços para combater portadores de passaportes sul-africanos fraudulentos, está enfrentando críticas por conduzir o teste geral de conhecimentos em uma língua que é a terceira mais usada no país e teve um papel controverso na opressão de cidadãos negros durante o apartheid.

Alguns também questionaram o conteúdo do teste, dizendo que tópicos incluindo de qual lado da estrada os sul-africanos dirigem não determinariam em si se alguém era um portador de passaporte genuíno.

O teste parece ter sido forçado pela companhia aérea após o governo sul-africano ter levantado preocupações sobre uma alegada série de fraudes de identificação, dizendo que criminosos estavam fabricando e vendendo passaportes sul-africanos falsos.

Entretanto, não está claro por que a Ryanair tem conduzido testes em africâner ao invés de outros idiomas como zulu e xhosa, os quais são a primeiro e o segundo mais usados nos lares sul-africanos.

Um passageiro sul-africano disse ao site Financial Times que o teste da Ryanair era “extremamente excludente” e que a companhia aérea não havia considerado suas implicações, visto que os sul-africanos negros foram forçados a usar o africâner durante o regime do apartheid. “Isso definitivamente equivale a uma discriminação racial indireta”.

Fonte: The Guardian

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