Pesquisadores de OVNIs do Japão divulgam resultados das análises

Entre mais de uma centena de fotos e vídeos a sociedade de pesquisa considerou 4 como possíveis OVNIs.

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Foto tirada em Fukushima (reprodução da HP)

O fundador e presidente do Laboratório Internacional de UFO (UFO International Lab), Takeharu Mikami, também o 5.º editor do Monthly Mu, divulgou os resultados das análises dos OVNIs, das fotos e vídeos enviados pelas pessoas de todo o Japão.

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Mikami informou publicamente, em 25 deste mês, por que se passou um ano desde que a instituição foi inaugurada na cidade de Fukushima (província homônima), em junho do ano passado, com o objetivo de investigar avistamentos de OVNIs em todo o mundo. Os resultados da pesquisa foram divulgados pela primeira vez.

Como resultado do exame de 149 fotos e vídeos, usando um software de análise de imagens, 4 deles foram considerados “extremamente prováveis ​​de serem OVNIs”.

Uma delas é uma foto tirada na Rota Alpina de Tateyama, na divisa entre as províncias de Nagano e Toyama. Nessa foto aparece um objeto voador não identificado de cor escura fotografado em setembro de 2018.

Outra foto tirada tem como pano de fundo o cume do Monte Senganmori, na cidade Fukushima, em agosto de 2021, na qual se vê um outro considerado OVNI.

UFO é acrônimo de unidentified flying object, o qual é traduzido livremente como objeto voador não identificado.

OVNI sobre a Rota Alpina (reprodução da HP)

Fontes: ANN e International UFO Lab

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Parasita mal visto é uma esperança para detecção e cura do câncer

Publicado em 29 de junho de 2022, em Saúde, Bem-Estar e Cotidiano

Anisakis, conhecido como um parasita dos pescados, detestável e temido porque causa intoxicação, pode ser uma esperança para o bem.

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O parasita Anisakis vestido com um ‘traje’ de 0,01 mm (ANN)

O grupo de pesquisa do professor Shinji Sakai, da Universidade de Osaka, desenvolveu um método para colocar um traje ultrafino, em forma de gel, no parasita Anisakis, conhecido por causar intoxicação alimentar chamada anisaquíase

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Teve sucesso nos experimentos para matar as células cancerígenas ao usar uma substância misturada a esse traje de 0,01 milímetro. Como é ultrafino e altamente permeável, não tem efeito sobre a capacidade de detectar odores nem na função motora do parasita.

O Anisakis tem a propriedade de ser atraído pelas células do câncer. Por isso, foi vestido com esse traje misturado com uma enzima que produz o peróxido de hidrogênio, o que danifica as células cancerígenas.

Em menos de 1 dia as células cancerígenas morreram

Professor da Universidade de Osaka em entrevista online para ANN

O Anisakis com esse traje foi colocado em um meio de cultura com mil células cancerígenas por centímetro quadrado. O resultado foi surpreendente: em menos de 24 horas praticamente todas as células cancerígenas morreram.

“Me sinto animado para trabalhar nesta pesquisa porque é algo que as pessoas não pensaram”, disse o professor Sakai.  

O vilão Anisakis que causa anisaquíase (Wikimedia)

Sua equipe de pesquisadores e ele descobriram que o Anisakis pode encontrar a célula cancerígena através do odor e mover-se até ela. Espera-se que esse parasita tão temido leve a um novo método de tratamento do câncer ao atacar as células cancerígenas pela função dessa membrana desenvolvida, chamada de traje.  

De vilão a herói

No entanto, existem alguns problemas que devem ser superados, como a dor intensa. 

“No futuro, será necessário desenvolver técnicas para matar os parasitas imediatamente quando não forem mais necessários e eliminar as reações alérgicas que causam dor no estômago e intestino.

Por outro lado, no futuro, será útil para detectar e tratar um paciente com câncer. Poderá chegar o dia em que a pessoa poderá ‘beber’ o Anisakis”, disse o professor Sakai.  

Por isso, a equipe se empenha considerando o desenvolvimento dessa experiência como um novo produto medicinal.

Fontes: ANN e Sankei

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