Pinguins continuam aparecendo mortos na costa da Nova Zelândia

Pinguins-azuis mortos continuam aparecendo na costa da Nova Zelândia. Especialistas dizem que a mudança climática pode ser a culpada.

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Os korora, também conhecidos como pinguins-azuis, são nativos da Nova Zelândia (Wikimédia Commons/Tanya Dropbear)

Os corpos de centenas de pinguins foram parar nas praias da costa nordeste da Nova Zelândia nas últimas semanas, de acordo com conservacionistas, os quais temem que a mudança climática está matando as aves marinhas de fome.

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Os korora, também conhecidos como pinguins-azuis, são nativos da Nova Zelândia, mas seus números estão sob risco de diminuir, de acordo com o Departamento de Conservação do país. Eles enfrentam ameaças predatórias de cães e furões, mas também são suscetíveis a morrerem nas estradas e em desenvolvimentos costeiros.

Conservacionistas vêm tentando descobrir por que os pinguins estão morrendo em massa desde o início de maio, quando os residentes avistaram as aves marinhas mortas nas praias pela primeira vez.

Graeme Taylor, um principal conselheiro de ciência que estuda aves marinhas no Departamento de Conservação da Nova Zelândia, disse que baseado em resultados iniciais de laboratório a desnutrição pode ser a causa de morte de 200 a 500 dos pinguins.

Uma onda de calor marinha nas águas no norte do país, junto com o ciclo de condições climáticas naturais La Niña, dificultou para os pinguins encontrarem comida, disse Taylor.

Esses pinguins, que se alimentam de sardinhas e anchovas, normalmente mergulham a profundidades de até 30 metros para caçar suas presas. Mas águas mais quentes significam que pequenos peixes estão se movendo para águas mais frias muito profundas para os pinguins alcançarem, disse Taylor.

Descobertas iniciais de um estudo de necropsia do Ministério de Indústrias Primárias mostrou que as aves haviam perdido suas gorduras abdominais, então suas condições de saúde estavam fracas antes de irem parar na costa.

Fonte: CNN

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Revlon entra com pedido de falência nos EUA

Publicado em 17 de junho de 2022, em Notícias do Mundo

A Revlon diz que interrupções nas redes de fornecimento aumentaram o custo de matérias-primas para seus produtos.

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A Revlon vende seus produtos em mais de 150 países (banco de imagens)

A fabricante de cosméticos Revlon entrou com pedido de falência nos EUA, enquanto diz que interrupções nas redes de fornecimento aumentaram o custo de matérias-primas para seus produtos.

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A empresa de 90 anos diz que também vem enfrentando dificuldades com pagamentos de fornecedores, inflação e escassez de mão de obra.

A companhia diz que espera receber US$575 milhões de seus credores existentes para dar suporte as suas operações do dia a dia.

Suas ações caíram mais de 13% na bolsa de Nova Iorque após o anúncio.

Em um arquivamento do processo, a companhia disse que interrupções nas redes de fornecimento haviam levado à intensa competição por ingredientes usados em seus cosméticos. Ela acrescentou que fornecedores também solicitaram pagamento adiantado pelos pedidos.

Assim como a marca Revlon, a companhia também detém nomes bem conhecidos como Elisabeth Arden, Almay and Cutex e os perfumes by Christina Aguilera e Britney Spears.

Ao entrar com o Capítulo 11 da Lei de Falências nos EUA a Revlon poderá continuar a operar enquanto elabora um plano para pagar seus credores.

A presidente e chefe executiva da Revlon, Debra Pereleman, disse que o pedido de falência permitirá que a companhia “ofereça aos nossos clientes os produtos icônicos que distribuímos há décadas, enquanto fornecemos um caminho mais claro para nosso futuro crescimento”.

Entretanto, a Bolsa de Valores de Nova Iorque disse na quinta-feira (16) que havia iniciado o processo de remover as ações da companhia de sua plataforma.

A Revlon foi formada em 1932 pelos irmãos Charles e Joseph Revson e Charles Lachman e começaram a vender esmaltes logo após isso. Até meados dos anos 1950 ela havia se tornado uma marca internacional.

Ela foi comprada pela MacAndrews & Forbes do empresário bilionário Ronald Perelman em 1985. Agora, a Revlon vende seus produtos em mais de 150 países.

Fonte: BBC

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