Polícia divulgou os nomes das vítimas fatais do acidente com ônibus de Komaki

O ônibus capotou a caminho do Aeroporto de Nagoia e em seguida pegou fogo. Sete pessoas se feriram e duas morreram carbonizadas, as quais foram identificadas.

Momento em que os bombeiros apagavam o incêndio do ônibus (CBC TV)

Um ônibus com destino ao Aeroporto de Nagoia, situado em Toyoyama (Aichi), capotou na linha de Komaki, da via expressa de Nagoia, em Kita-ku, na manhã de 22 de agosto. Logo depois do acidente, pegou fogo.

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Sete pessoas ficaram feridas e 2 foram retiradas carbonizadas. A Polícia da Província de Aichi informou na terça-feira (30) que realizou teste de DNA para confirmar as identidades das vítimas fatais. 

Um dos corpos era do motorista, 橋義彦, japonês, 55 anos e funcionário da Aoi Kotsu, de Komaki, o qual residia em Moriyama-ku, cidade de Nagoia.

O outro era o do presidente do Airport Building, 利光克仁, 64 anos, residente em Chikusa-ku, Nagoia. Essa companhia opera o aeroporto, sendo que ele estava no cargo desde junho de 2018, e acredita-se que estivesse a caminho do trabalho na ocasião do acidente.

O presidente Toshimitsu estava sentado no banco da frente, mas seu corpo foi encontrado na parte traseira do ônibus.

De acordo com as fontes da polícia, o ônibus estava sendo dirigido de forma irregular, puxando para a esquerda, pelo menos por várias centenas de metros antes do local do acidente. 

Depois que o ônibus capotou, pegou fogo e acredita-se que tenha começado a partir de um tanque de combustível instalado perto das rodas dianteiras, o qual se espalhou em poucos minutos. Outros passageiros escaparam com segurança pela janela da traseira do ônibus.

A polícia continua a investigação sobre o estado de saúde do motorista pois é possível que ele não estivesse em condições de dirigir nesse dia

Ônibus totalmente incendiado sendo removido (CBC TV)

Fontes: CBC TV, FNN e Yomiuri

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Mãe vegana é condenada à prisão perpétua após bebê morrer de desnutrição

Publicado em 31 de agosto de 2022, em Notícias do Mundo

Uma mulher vegana acusada de assassinato na morte por desnutrição de seu filho de 1 ano e meio foi condenada à prisão perpétua nos EUA.

Ilustrativa (banco de imagens)

Uma mulher vegana acusada de assassinato na morte por desnutrição de seu filho bebê foi condenada à prisão perpétua na segunda-feira (29) nos EUA.

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Sheila O’Leary, de 38 anos, cuja família seguia uma dieta vegana rigorosa, foi acusada em junho por assassinato de primeiro grau, abuso infantil agravado, homicídio agravado, abuso infantil e negligência infantil, na morte de Ezra O’Leary. Sua condenação no Condado de Lee, na Flórida, havia sido adiada quatro vezes.

Seu marido, Ryan Patrick O’Leary, continua na prisão enquanto aguarda julgamento sobre as mesmas acusações.

Segundo investigadores, o casal disse que consumia apena frutas e vegetais crus, embora a criança fosse alimentada com leite materno.

O filho de 1 ano e 6 meses pesava 8Kg e tinha o tamanho de um bebê de 7 meses quando morreu em setembro de 2019, de acordo com um relatório da polícia.

O casal de Cape Coral tinha outros dois filhos, de 3 e 5 anos, que também estavam desnutridos, segundo investigadores.

Fonte: The Independent

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