Campanha que encoraja trabalhadores a saírem mais cedo do trabalho tem fracos resultados

Governo recomendará ”sextas-feiras premium” mais flexíveis após fraco desempenho na sequência de seu lançamento em fevereiro.

Obrigado pela sua opinião! Informaremos os responsáveis! Poderia nos ajudar compartilhando esta página?
Obrigado pela sua opinião! Informaremos os responsáveis para melhorar! Volte sempre!

Recente pesquisa mostrou que a campanha para estimular o consumo ao permitir que os trabalhadores saiam mais cedo do serviço não se firmou (imagem ilustrativa)

O governo e a comunidade de negócios que promovem a campanha “Premium Friday” para que as pessoas saiam mais cedo do trabalho na última sexta-feira de cada mês, vão encorajar as empresas a mudarem a data para outras sextas-feiras após um fraco desempenho na sequência de seu lançamento em fevereiro.

Publicidade

A decisão por parte do Ministério da Indústria e a Federação de Negócios do Japão, ocorreu após uma recente pesquisa a qual mostrou que a campanha para estimular o consumo ao permitir que os trabalhadores saiam mais cedo do serviço não se firmou.

Na pesquisa realizada com 2.015 pessoas em todo o Japão, cerca de 90% disseram que não sabiam sobre a campanha “Premium Friday”, mas somente 10% podiam realmente sair do serviço mais cedo que o normal na última sexta-feira do mês.

A campanha orquestrada pelo governo encoraja as empresas a deixarem seus funcionários saírem às 15h na última sexta-feira de cada mês, mas vem sendo questionado se as pessoas podem terminar seu trabalho mais cedo no final do mês, visto que é tipicamente uma época movimentada para os negócios.

A iniciativa, que se inspirou na Black Friday nos Estados Unidos, a campanha de compras anual após a Ação de Graças, visa apoiar o consumo e atenuar a tradicional prática japonesa de longas horas de trabalho em meio às crescentes preocupações sobre o karoshi, ou morte por excesso de trabalho.

Fonte: Kyodo
Imagem: Bank Image

Obrigado pela sua opinião! Informaremos os responsáveis! Poderia nos ajudar compartilhando esta página?
Obrigado pela sua opinião! Informaremos os responsáveis para melhorar! Volte sempre!

+ lidas agora

> >

Vamos Comentar?

--

Costume de curvar a cabeça para carros ao atravessar a faixa de pedestres mantém a segurança

Publicado em 23 de outubro de 2017, em Comportamento

Cidadãos em Iwate chamam a atenção porque curvam a cabeça em agradecimento aos motoristas mesmo quando atravessam na frente de carros que estão parados no farol vermelho. Veja o vídeo.

Obrigado pela sua opinião! Informaremos os responsáveis! Poderia nos ajudar compartilhando esta página?
Obrigado pela sua opinião! Informaremos os responsáveis para melhorar! Volte sempre!

(Twitter/@Co2_HERASOU)

Mesmo as pessoas que nasceram e foram criadas no Japão, famoso pelo seu nível de polidez, estão impressionadas com as maneiras dos cidadãos da província de Iwate.

Publicidade

Qualquer guia cultural vai frisar que o ato de se curvar é o cumprimento padrão no Japão, mas a ação respeitosa de curvar a cabeça não é somente para dizer “oi.” As pessoas no Japão também se curvam quando se despedem, pedem um favor ou mostram agradecimento.

Contudo, enquanto o ato de se curvar toma conta das interações sociais no Japão, um costume local na província de Iwate, localizada na região de Tohoku, ainda surpreende pessoas de outras partes do país. Como exibido no vídeo abaixo (um clipe do programa de variedade Kenmin Show da Nippon Television), quando os pedestres em Iwate atravessam a rua, eles se curvam para os carros que aguardam no cruzamento.

As crianças em Iwate são ensinadas a fazer isso durante os anos escolares do ensino fundamental como parte de suas aulas de etiqueta e boa cidadania e, enquanto não haja exigência legal para fazer isso, o hábito é mantido pelos adultos, que continuam curvando a cabeça em agradecimento aos motoristas. O gesto não está reservado somente para cruzamentos sem sinalizações ou semáforos. Os residentes de Iwate fazem isso mesmo quando atravessam em frente a carros que estão parados no farol vermelho.

Como o famosamente polido Japão pode ser, esse nível de cortesia surpreende muitas pessoas que não moram em Iwate:

“Eu posso ver pessoas curvando a cabeça se um carro parar para você atravessar onde não há sinalização, mas é estranho fazer isso quando os veículos estão parados no farol vermelho.”

“Não é natural que os carros parem quando as pessoas estão tentando atravessar a rua? Quero dizer, tudo bem curvar a cabeça para agradecer, mas quem se importa se você não o fizer?”

“Eu sou de Iwate. Eu sempre achei que todos faziam isso, mas quando mudei para Yokohama há 40 anos e fiz isso quando estava atravessando a rua com um colega de trabalho ele ficou surpreso.”

“Isso é algo que nós deveríamos começar a fazer em todos os lugares no país.”

“Concordo totalmente! Se mais pessoas mostram consideração umas pelas outras nas ruas, isso vai tornar os motoristas mais educados também.”

Parece haver alguma verdade na última teoria. De fato, exige-se que os carros cedam passagem aos pedestres no Japão, mas tirar um momento para curvar a cabeça em agradecimento ajuda a formar um senso de conexão entre motoristas, pedestres e outros mais que compartilham as ruas.

Enquanto isso não seja a razão única, essa elevada conscientização sobre a presença um do outro é sem dúvida um determinante em Iwate, que tem um índice extremamente baixo de acidentes de tráfego (45º no total de 47 províncias do Japão em acidentes por 100 mil residentes, em um estudo de 2013) e tirando um segundo para curvar a cabeça em agradecimento parece ser uma maneira muito mais amigável e eficaz de promover a segurança no tráfego do que outras ideias, cita o site Rocket News.

Fonte: Rocket News (Twitter/@Co2_HERASOU)
Imagem: Twitter/@Co2_HERASOU

.
Passagens Aereas para o Brasil
Casa Própria no Japão
Produtos Brasileiros no Japão
Empregos no Japão - Konishi Sangyo
Fujiarte - Empregos no Japão
FUJIARTE - Empregos no Japão
Apartamentos para alugar no Japão
Apartamentos para alugar no Japão
ISA - Empregos no Japão
UniFCV Japão - Educação a distância
Uninter - JAPÃO - Educação a distância