Empresas aguardam novo nome de era na sequência da abdicação do imperador

Empresas no ramo de calendários, agendas e numerologia estão ansiosas aguardando o anúncio do novo nome da próxima era imperial do Japão.

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A data para abdicação do imperador foi estabelecida para 30 de abril de 2019 (Wikimedia/Shawnc)

Empresas no ramo de calendários, agendas e numerologia estão ansiosas aguardando o anúncio do novo nome da próxima era imperial do Japão, visto que o governo informou na sexta-feira (1º) que ela poderá ter início em 1º de maio de 2019, um dia após a abdicação do imperador.

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No Japão moderno, um nome de era, gengo, dura pelo período de tempo do reinado de um imperador e é amplamente usado em calendários e documentos oficiais juntamente ao calendário Gregoriano. O governo poderá anunciar o novo nome de era em algum período de 2018 para minimizar o impacto na vida das pessoas.

O novo nome de era também poderia afetar empresas que registram logomarcas. Em janeiro de 1989 quando a atual era Heisei que significa “paz em todos os lugares” teve início, um registro mensal de 118 solicitações para marcas registradas ostentando os dois ideogramas chineses foram apresentadas, de acordo com o Escritório de Patentes do Japão.

“Um nome de era é amplamente conhecido e facilmente lembrado pelas pessoas. A possibilidade é grande de que muitas empresas tentem registrar logomarcas relacionadas ao novo nome de era”, disse um oficial responsável pelo assunto.

A previsão é de que o governo escolha um nome de era composto por dois ideogramas chineses com fácil leitura e que não foram usados no Japão no passado.

A história do gengo no Japão remonta ao século 7. A primeira era japonesa moderna foi chamada de Meiji (1868-1912), que foi seguida pela Taisho (1912-1926), Showa (1926-1989) e Heisei.

Fonte: Kyodo, Japan Today
Imagem: Wikimedia

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‘Imposto de saída do país’ poderá ser introduzido em abril de 2019

Publicado em 4 de dezembro de 2017, em Sociedade

O imposto, que será cobrado de cidadãos japoneses e estrangeiros que saírem do país, visa assegurar fundos para o turismo.

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Em 2016, cerca de 40 milhões de partidas do país foram registradas por cidadãos japoneses e estrangeiros (imagem ilustrativa)

O governo japonês e coalizão dominante decidiram na sexta-feira (1º) introduzir um imposto de saída do país (出国税 shukkoku zei) no valor de mil ienes por pessoa em abril de 2019 a fim de assegurar fundos para o turismo.

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O planejado imposto, que será aplicado tanto a japoneses como cidadãos estrangeiros que viajam via área e marítima, será incluído no pacote de reforma fiscal do bloco dominante para o ano fiscal de 2018, que será compilado em 14 de dezembro.

Essa será a primeira vez que o Japão estabelece um novo imposto desde aquele sobre propriedade em 1992. Sob o pacote de reforma, um imposto para conservação e manutenção de florestas também será estabilizado.

Os painéis sobre impostos do dominante Partido Liberal Democrático e seu aliado de coalizão, Komeito, realizaram a primeira reunião conjunta e discutiram sobre a estabilização do imposto de saída do país.

Sem objeções à introdução do imposto em abril de 2019, os painéis fixaram o esboço.

Em 2016, cerca de 40 milhões de partidas do país foram registradas por cidadãos japoneses e estrangeiros, o que significa que a aplicação do imposto poderia gerar um valor extra de 40 bilhões de ienes a cada ano.

Visando aumentar o número de visitantes para 40 milhões até 2020, o governo tem a intenção de usar os fundos para aumentar no exterior a promoção do turismo e desenvolver um ambiente mais amigável para turistas, como preparação de sinalizações multilíngues e melhoria dos procedimentos de controle de imigração.

Fonte: Jiji
Imagem: Bank Image

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