Candidato a prefeito quer que inteligência artificial gerencie a política

Candidato a prefeito de um dos distritos de Tóquio quer “revolucionar” a política.

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Algumas coisas inusitadas já aconteceram durante eleições no Japão, incluindo políticos usando imagens de gatos adoráveis e belas enfermeiras em seus cartazes de campanha para atrair uma população mais ampla. Contanto que isso dê a eles uma vantagem na competição, tudo vale, parece.

Uma ocorrência do tipo foi vista recentemente na cidade de Tama (Tóquio) onde residentes descobriram que um dos candidatos na corrida para se tornar o próximo prefeito estava pedindo aos eleitores que substituam políticos humanos pela inteligência artificial.

Imagine a surpresa do usuário do Twitter @koheimaniax’s ao ver um veículo de campanha para a política de inteligência artificial:

Michihito Matsuda, de 44 anos, é o homem por trás da campanha revolucionária, cujo discurso caloroso chamou atenção enquanto ele falava em frente à estação Tama Center:

“A Tama New Town era a cidade mais avançada há 40 anos. Na sua forma atual, a população em envelhecimento só vai continuar a crescer, levando a uma necessidade de mudança na atual administração. Deixe a inteligência artificial determinar ações ao reunir dados da cidade e podemos criar políticas claramente definidas”.

O cartaz de sua campanha correspondeu bem ao tom:

Essa não é a primeira vez que Michihito se candidata para prefeito de Tama, visto que ele também tentou ganhar os corações dos residentes há quatro anos.

Contudo, o candidato Hiroyuki Abe obteve uma vitória esmagadora de 31.828 votos contra 3.509 de Michihito nas eleições de 2014.

Então, por que houve tal diferença no número de votos? Naquela época os residentes de Tama podem não ter tido a coragem de confiar seus futuros nas mãos de uma IA, ou talvez a possibilidade de um futuro distópico gerenciado por robôs, como aqueles encontrados em filmes de ficção científica chegando prontamente, que os desencorajaram.

Ou talvez a vestimenta de Michihito, porque estampar uma camiseta com as palavras “AI Matsuda” (AI artificial inteligence) com uma caneta marcadora não inspira muita confiança.

Fonte: Sora News
Imagens: Twitter

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Colégios dos EUA irão adotar jogos eletrônicos no ensino

Publicado em 21 de abril de 2018, em Tecnologia

No outono deste ano, está prevista a introdução oficial dos eSports em colégios de pelo menos 15 estados.

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A Federação Nacional da Associação Colégio Estadual (NFHS – National Federation of State High School Associations), em conjunto com a provedora de jogos online PlayVS, anunciou que pretende introduzir jogos eletrônicos competitivos (eSports) em todos os colégios.

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A partir do outono deste ano, está prevista a introdução oficial dos eSports em associações estaduais e colégios de pelo menos 15 estados.

Contudo, nem todos os tipos de jogos serão permitidos. Jogos de esportes, luta e MOBA (Multiplayer Online Battle Arena) serão permitidos nas unidades escolares. Contudo, FPS (jogos de ação em primeira pessoa) e qualquer tipo de jogo em que o jogador tenha que manusear armas de fogo estão excluídas da medida.

A NFHS é uma organização que supervisiona esportes interescolares nos EUA e promove medidas de segurança e manutenção de regras. As associações de esportes interescolares de cada estado americano devem seguir as instruções da organização para ter autonomia.

Mark Koski, CEO da NFHS Network (serviço de transmissão de jogos escolares), diz que o eSports é uma opção surpreendente em dois âmbitos para as escolas. Primeiramente, qualquer estudante que não pratique esportes pode participar e, além disso, os custos de operação são mínimos se comparados a jogos tradicionais que necessitam de instalações amplas.

E, levando em conta estatísticas que indicam que 72% dos jovens jogam periodicamente jogos eletrônicos, Koski enfatiza o mérito de os estudantes poderem realizar atividades relacionadas após as aulas.

Segundo a NFHS, os jogos ocorrerão em competições das temporadas regulares, e os campeonatos estaduais serão realizados em locais determinados com público e também serão transmitidos ao vivo.

Contudo, um fato que intriga muitos é a exclusão de jogos famosíssimos como Counter-Strike: Global Offensive e Fortnite. Em uma entrevista para o Polygon, Koski explica: “Os jogos FPS não se enquadram na filosofia do NFHS.”

Entretanto, os eSports serem aprovados no cotidiano escolar é um grande progresso.

Fonte: Engadget JP

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