Frapês Galactica Grape e Fantasy Peach

Dois lançamentos coloridos, saborosos e refrescantes nas redes Family Mart e Sunkus/Circle K para quem gosta de inovar.

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Dois novos frapês na rede Family Mart, CircleK e Sunkus (divulgação)

A partir de domingo (29) 2 novos frapês coloridos, saborosos e refrescantes estarão nas 17,2 mil lojas da rede Family Mart e Sunkus/Circle K. Eles fazem parte da série Famima Café e são voltados para o público que adora ostentar fotos criativas na rede social Instagram.

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“Não só eles são fotogênicos, como o sabor também”, diz o texto de lançamento. A sugestão não é só degustá-los, mas decorá-los usando a criatividade para postar uma foto colorida e única nas redes sociais.

Ao misturar o conteúdo, ganham coloridos diferentes e sabor especial. A embalagem foi cuidadosamente escolhida, assim como o canudo.

Galactica Grape

Inspirada na galáxia, as cores são fascinantes. Ao misturar o frapê ganha sabor de uva. Cada cor tem um sabor. O verde, de laranja; a púrpura, de uva e cassis e o amarelo, de limão.

Fantasy Peach

Inspirada na fantasia kawaii, seu colorido é impactante. Misturando o colorido fica com sabor final de iogurte de pêssego.

A cor pink tem sabor de pêssego; laranja, de iogurte de baunilha e o rosa, de limão.

O preço de cada um é de 290 ienes, já com imposto.

Em 6 de maio será lançado o frapê de café. Ele tem mistura de cafés do Brasil e Colômbia, os quais combinam perfeitamente com o creme de leite.

Na semana seguinte, 13, será lançado o de banana, com a fruta das Filipinas. Se preferir, pode comprar uma calda de chocolate separadamente, a 35 ienes, para saborear um frapê de banana com um sabor extra.

Fonte e fotos: divulgação

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Mão de obra valiosa em Shiga, incluindo a brasileira

Publicado em 26 de abril de 2018, em Comunidade

As indústrias dependem da mão de obra estrangeira, incluindo a brasileira. “É uma força valiosa, sem ela não se mantém uma indústria”, diz gerente de Shiga.

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Mulheres brasileiras em uma indústria de Shiga (Mainichi)

O jornal Mainichi desta quinta-feira publicou uma extensa matéria sobre o pilar que sustenta a economia japonesa, composto dos recursos humanos estrangeiros. São essenciais para a indústria japonesa, também em Shiga.

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O repórter visitou uma indústria de equipamentos elétricos na cidade de Konan (Shiga). Lá encontrou na linha de produção muitas mulheres brasileiras, cerca de 20, trabalhando em um ambiente sem graxas. “Apesar da característica alegre estão em silêncio”, diz a matéria. Mas isso tem uma explicação. Um cartaz indica “eu não converso durante o serviço”.

Cartaz com regras cumpridas pelas brasileiras (Mainichi)

Ricardo Noda, 45, é o nikkei brasileiro que coordena e verifica a atividade laboral. Também é intérprete e serve de exemplo para demonstrar como deve realizar as tarefas.

“Estrangeiros são forças valiosas, sem eles não mantemos uma indústria”, declarou o gerente industrial dessa planta para o jornal.

Segundo ele, nessa planta trabalham cerca de 300 empregados, dos quais 160 são estrangeiros, desde 15 anos atrás. 70% da mão de obra é feminina, tanto de brasileiras quanto de filipinas como haken shain. Mas também tem estagiários técnicos da Indonésia.

Os procedimentos são explicados e escritos em 3 idiomas: japonês, português e tagalog. Diferenças culturais dos países tiveram que ser superados por todos, inclusive pelo gerente industrial.

Para que os trabalhadores estrangeiros permaneçam no emprego realizam festas e bingos, com a presença dos familiares.

Em Nagahama (Shiga), o repórter encontrou uma indústria de processamento de metais, na cidade industrial, que conta com os estrangeiros. “O número absoluto de trabalhadores é insuficiente e o Japão precisa contar com estrangeiros para garantir o PIB atual”, declarou Kiyoshi Nishimura, Diretor de Desenvolvimento Técnico, 64 anos. A indústria emprega brasileiros através de empreiteira e estagiários técnicos vietnamitas, no total de 45 pessoas.

Fonte e foto: Mainichi 

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