Exposição ‘110 anos de vínculos humanos: os brasileiros no Japão’

A abertura da exposição ocorreu no dia 16 de junho no museu da imigração da JICA em Yokohama (Kanagawa).

Abertura oficial da exposição feita pelo Embaixador João de Mendonça Neto, Cônsul-geral do Brasil em Tóquio

O Consulado-Geral do Brasil em Tóquio em conjunto com a JICA (Japan International Cooperation Agency) de Yokohama (Kanagawa) organizaram a exposição “110 anos de vínculos humanos: os brasileiros no Japão”.

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A abertura da exposição ocorreu no dia 16 de junho no museu da imigração da JICA em Yokohama, com a abertura oficial feita pelo Embaixador João de Mendonça Neto, cônsul-geral do Brasil em Tóquio, em um coquetel para os ilustres convidados.

A exposição também contou com as fotografias do “Projeto Dekassegui Brasil” do fotógrafo Júnior Maeda

Entre os discursos iniciais, a Sra. Michie Afuso, representante da ABC Japan, recebeu das mãos do Embaixador, a condecoração da Ordem do Rio Branco, por reconhecimento aos serviços prestados para a comunidade.

A exposição contou também com as fotografias do “Projeto Dekassegui Brasil” feitas pelo fotógrafo Júnior Maeda, que por meio de suas belas imagens, retratou o cotidiano dos decasséguis da década de 90 e alguns casos de sucesso da atualidade entre a comunidade.

Fotógrafo Júnior Maeda (à dir.) com o Cônsul-geral do Brasil em Tóquio, João de Mendonça Neto (à esq.)

Em parceira com o Consulado-Geral do Brasil em Tóquio também estava o jornalista Ewerthon Tobace, autografando seu livro para todos os convidados.

Texto e imagens: Júnior Maeda

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Possibilidade de ocorrer um terremoto ainda maior em Osaka

Publicado em 21 de junho de 2018, em Informações

Especialista aponta tensões nas 3 falhas na região de Osaka, sendo que o epicentro do último terremoto foi próximo a elas.

Epicentro em amarelo e laranja e as falhas com tensões: uma delas poderá provocar terremoto ainda mais intenso em Osaka (Profº Toda/NHK)

A NHK entrevistou um especialista nos mecanismos das falhas, da Universidade de Tohoku, professor Shinjo Toda, para explicar sobre a influência do terremoto de segunda-feira (18) ocorrido no norte da província de Osaka.

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Próximo ao epicentro há 3 falhas ativas. Uma delas é Uemachi, a qual vai até o sul da província, passando pela cidade de Osaka. Ao norte do epicentro tem a Arima-Takatsuki e ao leste, a Ikoma.

Ele analisou os efeitos do terremoto sobre as 3 falhas.

As 3 falhas em gráfico 3D: as de Arima-Takatsuki e Uemachi estão com ampla área de tensão (Prof.º Toda/NHK)

Quando observada em gráfico 3D é possível ver as falhas – em placas de cor branca –  e áreas em amarelo e vermelho. Essas cores indicam as áreas com tensões acumuladas. Especialmente nas de Uemachi e Arima-Takatsuki. Mas na de Ikoma também criou-se pontos de tensão.

O comitê do governo declarou que se uma delas se mover poderá ocorrer um terremoto de intensidade 7 a 7,5.

“A região de Osaka era considerada como aquela que não se sabia quando poderia ocorrer um terremoto. No entanto, com essa última ocorrência, as condições indicam que tornou-se propensa a um grande terremoto, maior do que até agora. É preciso rever os preparativos para a defesa”, apontou o especialista.

Fonte e imagens: NHK

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