Chaleira elétrica multiuso revoluciona a cozinha

Estilosa, de vidro temperado, a chaleira elétrica foi lançada recentemente. Tem controle da temperatura e se pode preparar delícias quentes com ela. Veja!

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Se traduzida do japonês, chaleira que cozinha (divulgação)

Nas manhãs apressadas a chaleira elétrica é muito útil para esquentar a água para o café. Basta pressionar o botão e em poucos minutos se tem água fervendo.

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No entanto, o lançamento (18 de janeiro) de uma em vidro temperado vai além da função de esquentar a água. Nela se prepara o chá, vinho quente, ovo cozido e até uma receita imperdível nos dias mais frios.

A fabricante Luctus caprichou no design e na funcionalidade. Multiuso, a chaleira tem corpo de vidro com capacidade de 0,8 litro, pesa cerca de 1Kg e controle de temperatura a partir de 40 até 90ºC, regulável a cada 10ºC.

Por ser de vidro o consumidor não precisa ficar preocupado se vai ficar com cheiro do que foi preparado antes. Além disso, quem não gosta de ver o que tem dentro?

Ela vem acompanhada de um coador para chá e um outro pote de vidro. Nele se pode derreter chocolate, preparar um fondue, uma porção de sopa, cozinhar ovos, gemada quente e outras coisas, com capacidade de 0,26l.

O nome do produto é Luctus SE 6300 (LUCTUS クックケトル), com preço sugerido de ¥6.980. E pode ser encontrada nas lojas online ou nas de eletroeletrônicos.

Certamente a sua cozinha vai ficar mais charmosa e funcional com ela.

Para ver outros lançamentos toque aqui. Para saber das matérias do cotidiano toque aqui.

Acompanha pote de vidro interno, coador para chá, tampa e base para aquecer (divulgação)

Fonte: divulgação 

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‘Ilha fantasma’ do Japão reabrirá para os visitantes

Publicado em 29 de janeiro de 2019, em Artigos de Turismo

Hashima é um local turístico popular que recebe cerca de 300 mil visitantes anualmente. Ela estava fechada para visitação desde outubro de 2018.

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Vista aérea de Hashima (Wikimedia/kntrty)

Hashima, em Nagasaki, também conhecida como “ilha fantasma”, será reaberta para os turistas em 1º de fevereiro após um cais e cercas em uma área de visitação, que haviam sido danificados por um tufão, terem sido restaurados, disse o governo local em 25 de janeiro.

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A pequena ilha deserta com uma mina de carvão abandonada e prédio de apartamentos para os mineradores e suas famílias é um dos patrimônios integrantes de um local de Patrimônio Cultural Mundial que representa a industrialização do Japão no fim do século 19 e início do século 20.

Hashima é um local turístico popular que recebe cerca de 300 mil visitantes anualmente. Ela estava fechada para visitação desde outubro de 2018.

Os prédios de apartamento abandonados em Hashima (Wikimedia/Hisagi)

A história da ilha

Em 1890, durante a industrialização do Japão, a Mitsubishi comprou a ilha e começou o projeto de extração de carvão em minas submarinas. No local foi construído o primeiro edifício de concreto de largas proporções do Japão para acomodar a cada vez mais crescente massa de trabalhadores.

A população da ilha alcançou seu ápice em 1959, com 5.259 habitantes. Com a substituição do carvão por petróleo no Japão durante a década de 1960, as minas de extração do mineral começaram a ser fechadas por todo o país, e as de Hashima não foram exceção.

A Mitsubishi anunciou oficialmente o encerramento de suas atividades na ilha em 1974, e o local foi totalmente evacuado, passando a ser conhecido como “Ilha Fantasma”. O acesso à Hashima só foi restabelecido em 22 de abril de 1999.

Em 2008, uma ONG protocolou junto à Unesco um pedido para que a ilha se tornasse Patrimônio Mundial da Humanidade. No ano seguinte, um pequeno trecho de Hashima foi reaberto para visitas turísticas.

Para mais informações sobre tours e preços, toque aqui (em inglês)

Fonte: Kyodo

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