Leopalace 21: irregularidades nas construções podem ter tido ordens da organização

Com o escândalo envolvendo os imóveis gerenciados pela empresa Leopalace 21, a equipe de investigação externa aponta possibilidade de ordem do ex-presidente.

Leopalace 21 em Tóquio (ANN)

Uma equipe terceirizada, contratada para investigar o caso dos imóveis com irregularidades nas construções dos edifícios sob a gestão imobiliária da empresa Leopalace 21, entregou um relatório parcial. A diretoria realizou uma coletiva de imprensa para explicar sobre o que foi encontrado até então, às 16h de segunda-feira (18), em Tóquio.

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A diretoria se comprometeu a aceitar o que foi levantado e colaborar para o levantamento dos dados da última parte do relatório.

Apesar de ter informado que são pelo menos 1,3 mil prédios com irregularidades que violaram a lei da construção civil, mas o governo apontou que esse número pode ser de 1,9 mil.

Boa parte dos edifícios com essas irregularidades foram construídos durante a gestão do então presidente, Yuusuke Miyama. O relatório externo também apontou que “os problemas subjacentes às deficiências ou irregularidades existiam sistemática e estruturalmente”, mostrando que houve problema organizacional.

Em 2012 a empresa, sob a gestão de Miyama, teria conhecimento das irregularidades, pois a equipe externa levantou um julgamento onde houve disputa a respeito da falha no teto de um edifício, cujo proprietário processou a empresa Leopalace.

A diretoria explicou que “é necessário investigar ainda mais se foi ou não intencional por parte da organização”.

Fontes: JNN e ANN

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‘Sumiço’ de 700 estudantes estrangeiros de universidade em Tóquio

Publicado em 18 de março de 2019, em Sociedade

A universidade privada disse que havia perdido contato com aproximadamente 700 dos cerca de 2.600 estrangeiros que frequentavam o campus de Oji da universidade no distrito de Kita de Tóquio.

A Universidade de Bem-Estar Social de Tóquio (Wikimedia/Waka77)

Cerca de 700 estudantes estrangeiros pararam de frequentar as aulas em uma universidade em Tóquio e estão fora de contato com a escola desde abril passado, levando o governo japonês a investigar, já que o visto de alguns deles expirou.

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A Universidade de Bem-Estar Social de Tóquio tinha 5.133 cidadãos estrangeiros matriculados desde 1º de maio, o maior número após os 5.412 da Universidade de Waseda, de acordo com a Organização de Serviços do Estudante do Japão.

Contudo, a universidade particular com cerca de 8 mil estudantes disse na semana passada que havia perdido contato com aproximadamente 700 dos cerca de 2.600 estrangeiros que frequentavam o campus de Oji da universidade no distrito de Kita de Tóquio. Os estudantes estavam matriculados como pesquisadores para o corrente ano acadêmico que termina no fim deste mês.

Os estudantes são do Vietnã, Nepal e China, dentre outros países, e foram removidos do registro de estudantes da universidade, de acordo com o escritório de relações públicas da unidade em Nagoia.

A universidade disse que também registrou 264 desaparecimentos do tipo em 2016 e 493 em 2017. Em muitos casos, os estudantes desapareceram após frequentar aulas várias vezes e posteriormente deixaram de pagar as mensalidades.

A instituição de ensino, estabilizada no ano 2000 em Isesaki (Gunma), tem quatro campus: nas cidades de Tóquio, Isesaki e Nagoia.

Em 2017, o Ministério da Justiça disse que dezenas de estudantes na universidade estavam permanecendo no Japão mesmo após a expiração de seus vistos.

Fonte: Mainichi

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