Coreia do Norte dispara mísseis: um caiu perto de Shimane

Os dois mísseis caíram na ZEE do Japão, mas um especificamente foi próximo da província de Shimane, segundo Suga.

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Disparos de Wonsan, em vermelho (ANN)

Segundo informações do Secretário-Chefe de Gabinete, Yoshihide Suga, em coletiva de imprensa às 8h de quarta-feira (2), a Coreia do Norte realizou 2 disparos de mísseis, de manhã.

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As Forças Armadas da Coreia do Sul informaram que os lançamentos foram da cidade portuária Wonsan. É a 11.ª vez desde maio deste ano. Mais tarde confirmaram que se tratam de mísseis balísticos lançados do submarino – SLBM-submarine-launched ballistic missiles. A distância do voo é de cerca de 450Km.

De acordo com Suga, os disparos foram às 7h10 e um deles caiu às 7h17 no mar, dentro da ZEE- zona econômica exclusiva do Japão.

O outro caiu no Mar do Japão às 7h27, próximo à costa da província de Shimane.

Segundo Suga não foram confirmados danos em embarcações marítimas ou aeronaves. 

Foi convocada uma reunião de emergência no gabinete do governo para discussão da contramedida em relação à atitude da Coreia do Norte.

Atualização às 12h30: Suga fez uma segunda coletiva de imprensa no começo da tarde, onde disse “é provável que tenha sido disparado um míssil, o qual se partiu em dois”, retificou. Complementou informando que tudo ainda está sendo analisado.

A linha amarela é a ZEE do Japão e um dos disparos caiu na costa de Shimane (NHK)

Fontes: JNN, NHK e ANN

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Nigeriano morreu após greve de fome em centro de detenção

Publicado em 2 de outubro de 2019, em Sociedade

A morte ocorreu em um centro de imigração na província de Nagasaki em 24 de junho, de acordo com a Agência de Serviços de Imigração.

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(ilustrativa/banco de imagens PM)

A agência da imigração revelou na terça-feira (1º) que um nigeriano morreu de fome em junho em uma de suas instalações no sudoeste do Japão após entrar em greve de fome por causa de sua detenção prolongada.

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A primeira morte do tipo no Japão ocorreu no centro de imigração em Omura (Nagasaki) em 24 de junho, de acordo com a Agência de Serviços de Imigração.

A agência concluiu em um relatório que o homem, na faixa dos 40 anos, havia recusado comida ou tratamento médico e que a instalação não podia medicá-lo forçadamente, dizendo que sua resposta à situação “não foi inapropriada”.

O homem foi condenado em vários casos criminais, incluindo roubo, e levado para o centro de detenção após ter sido libertado provisoriamente da prisão em novembro de 2015. O relatório disse que ele não podia ser solto do centro dado a gravidade e natureza repetitiva de seus crimes.

Centros de detenção da imigração do Japão mantêm pessoas que estão com vistos expirados ou que receberam ordem de deportação, dentre outros. Muitas pessoas acabam ficando detidas por um longo tempo caso se recusem a serem deportadas ou se seus países de origem recusem a aceitar seus retornos.

Houve outros casos que detidos fizeram greves de fome buscando serem libertados dos centros, e grupos civis criticam autoridades da imigração por mantê-las por períodos extensos, dizendo que isso é uma questão de direitos humanos.

A agência também disse no relatório que “o problema de detenção prolongada deveria ser resolvido ao facilitar o repatriamento”, enquanto pede pela consideração de medidas para prevenir greves de fome e tornar obrigatório que instalações de detenção ofereçam tratamento médico aos internos quando necessário.

O centro soube que em 30 de maio o homem parou de comer. Autoridades na instalação examinaram sua condição de saúde e tentaram convencê-lo a comer ou receber tratamento, de acordo com o relatório.

O homem, que havia se casado com uma japonesa mas se divorciou depois, havia recusado ser deportado porque ele tinha família no Japão.

Desde o fim do ano passado, 1.246 pessoas estavam detidas em instalação de imigração, com 681 delas presas há mais de 6 meses, de acordo com a agência.

Fonte: Mainichi

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