Com bom nível de vitamina D menos risco de Covid-19 severa ou de morte

Quanto mais pesquisadores analisam dados mais se sabe sobre a importância da vitamina D para diminuir o risco de mortalidade ou de Covid-19 severa.

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Tomando sol (PxHere)

Com a pandemia do novo coronavírus no mundo a Itália tem índice de mortalidade de 14% enquanto na Alemanha, de 4,5%. Pesquisadores e cientistas avançam nos estudos para apurar a causa dessa diferença nos índices.

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Cada vez mais estudos mostram que o baixo nível de vitamina D no corpo aumenta a possibilidade de morte depois de infectado pelo novo coronavírus. 

Vários grupos de pesquisadores de diferentes países descobriram que os pacientes mais doentes costumam ter os níveis mais baixos de vitamina D e que países com taxas de mortalidade mais altas tinham um número maior de pessoas com deficiência de vitamina D do que países com taxas de mortalidade mais baixas.

Especialistas dizem que níveis saudáveis de vitamina D no sangue podem dar às pessoas com Covid-19 uma vantagem de sobrevivência, ajudando-as a evitar a tempestade de citocinas, quando o sistema imunológico reage exageradamente e ataca as células e os tecidos do seu corpo.

Estudos mais recentes

Em um pequeno estudo, os pesquisadores da Louisiana e do Texas avaliaram 20 pacientes hospitalizados com Covid-19. Descobriram que 11 deles internados na UTI apresentavam deficiência de vitamina D e apenas quatro deles não precisavam desse tratamento avançado.

Pesquisadores indonésios avaliaram 780 casos documentados de Covid-19 e descobriram que a maioria dos pacientes que morreu apresentava níveis de vitamina D abaixo do normal.

Pesquisadores irlandeses analisaram estudos populacionais europeus e níveis de vitamina D. Detectou-se que países com altas taxas de deficiência da vitamina D também apresentaram taxas mais altas de mortalidade pela Covid-19. Esses pesquisadores pediram aos governos para elevarem as recomendações de vitamina D.

Um pesquisador da Universidade do Sudeste das Filipinas avaliou os níveis sanguíneos de vitamina D de 212 pessoas diagnosticadas com Covid-19. Descobriu que o nível sanguíneo da vitamina D era mais baixo naqueles em estado crítico e mais alto naqueles com infecção mais leve. A conclusão de seu artigo é que a suplementação ”poderia melhorar os resultados clínicos de pacientes infectados com a Covid-19″.

Como saber se tem suficiente vitamina D

Um simples exame de sangue pode detectar se seus níveis de vitamina D são saudáveis ou deficientes. É necessário um nível de 20 nanogramas por mililitro ou mais para manter a saúde óssea. Menos de 12 nanogramas/ml mostra deficiência. 

Mas, se não costuma tomar sol entre as 11h às 14h, com boa parte do corpo exposto aos raios, por pelo menos 20 minutos diários, sem protetor solar, pode ser que esteja com deficiência. Mas, atenção, não vale o sol que passa pelo vidro da porta ou da janela.

Há alimentos que podem ajudar a pessoa na ingestão a vitamina D mas fornecem poucas doses, como óleo de fígado de bacalhau, salmão, cavala, sardinha, fígado de frango ou boi, entre outros. Por isso, deve repor usando suplemento, nesse caso a D3.

Unidade do suplemento e vitamina D3 natural e de graça, os raios solares (PM e Pixabay)

Suplementação

Tanto o dr. Lair Ribeiro quanto a dra. JoAnn Manson, MD, DrPH, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard e Chefe da Divisão de Medicina Preventiva do Brigham and Women’s Hospital recomenda suplementar com pelo menos 1.000 a 2.000 UI por dia nesse período de pandemia. Isso significa 1,06 a 2,12 mg diariamente, para adultos, caso não tome sol. No Japão, a população evita o sol, por isso, cerca de 80% tem deficiência desse importante hormônio chamado de vitamina.

Em resumo, mesmo que a pessoa que tenha bom nível de vitamina D no seu corpo seja infectada a chance de não ter o quadro da Covid-19 agravado é bem maior.

Além disso, há vários estudos científicos de que a presença da vitamina D no organismo ajuda a prevenir várias doenças relacionadas ao estilo de vida, como câncer, pressão alta e diabetes. 

Posicione o começo do vídeo em 0:52 e assista ao vídeo do dr. Lair Ribeiro.

Fontes: News Post Seven e WebMD

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Mistério sobre como garoto adquiriu arma para o suicídio

Publicado em 10 de junho de 2020, em Sociedade

A polícia ainda não revelou se descobriu a rota da aquisição do revólver que o estudante usou para se matar. Mas, soube-se que estava doente.

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Imagem ilustrativa de revólver prateado (Pexels)

A polícia de Hachioji (Tóquio) continua investigando o caso da morte de um estudante de 15 anos, ocorrida na manhã de segunda-feira (8). Ele deu um único tiro na sua cabeça, com uma arma cuja rota ainda é desconhecida.

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A família era composta de 3 pessoas, mãe, filha e ele. Segundo apurou o jornal Asahi, desde o segundo ano ginasial não costumava ir à escola. Mas, a partir desse período letivo frequentava uma escola com ensino à distância, com aulas presenciais também.

Em 1.º de junho compareceu à escola mas depois, por dores abdominais faltou às aulas. 

Como obteve a arma importada

Uma fonte do jornal informou que no começo a polícia suspeitou de assassinato pela dificuldade de um aluno adquirir uma arma de fogo. A arma é de procedência americana, de cor prata, com tambor. Depois a polícia passou a ver o caso como suicídio. 

Outra fonte disse que esse revólver, por mais barato que seja, custa pelo menos 200 mil ienes. Ainda não foi encontrada evidência de tê-lo obtido através de algum grupo de gângster. A polícia está rastreando o computador usado pelo aluno para verificar se adquiriu através da internet, quando pagaria de 300 a 500 mil ienes. 

Dores abdominais

Segundo levantou a reportagem da NNN o estudante se queixava de dores desde que foi matriculado. 

Sentiu forte dores abdominais durante a aula, no final do mês passado. 

Foi levado para o hospital, onde foi diagnosticado com uma doença intratável do sistema digestivo. Recebeu o diagnóstico entre 25 a 27 de maio.

Teria sido essa a causa do suicídio e a investigação continua para apurar como e de quem comprou a arma.

Fontes: Aera e NNN

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