Partes do Castelo de Shuri em Okinawa serão reabertas ao público

As principais construções do castelo foram destruídas em um incêndio em 31 de outubro, o qual suspeita-se ter sido causado por uma falha elétrica.

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O símbolo de Okinawa, Shuri-jo, antes do mais recente incêndio em outubro de 2019 (PM)

Partes do Castelo de Shuri na província de Okinawa, que devem ser reabertas para o público pela primeira vez desde o incêndio massivo no local no fim de outubro passado, foram mostradas para a mídia nesta quinta-feira (11).

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A partir de sexta-feira (12), os visitantes poderão entrar na área paga do castelo através do portal Hoshin (Hoshinmon) e entrar no saguão principal, o Seiden, que estava entre as estruturas que sofreram incêndio.

Também reabrindo está uma parte no Seiden onde os visitantes podem ver ruínas subterrâneas da estrutura original do castelo, um local de Patrimônio Mundial da UNESCO, através de uma cobertura de vidro.

Os visitantes poderão ver o trabalho de restauração em outras partes do complexo do castelo a partir do deck de observação Agari-no-Azana localizado atrás do Seiden.

“Quero que as pessoas em toda a nação vejam o castelo e espero ter a cooperação de todos para os esforços de reconstrução”, disse um oficial do Departamento Geral de Okinawa do Escritório do Gabinete.

O Castelo de Shuri foi o centro da política, relações estrangeiras e cultura no Reinado Ryukyu de 1429 até a ilha no sul ser anexada ao Japão em 1879.

Ele sofreu incêndios várias vezes, incluindo durante a 2ª Guerra Mundial, e as ruínas do castelo, excluindo construções restauradas, foram registradas como local de Patrimônio Mundial em 2000.

As principais construções do castelo, restauradas em 1992, foram destruídas em um incêndio em 31 de outubro de 2019, o qual suspeita-se ter sido causado por uma falha elétrica.

O governo japonês visa restaurar o símbolo de Okinawa até 2026 após embarcar em uma reconstrução plena em 2022.

A área de entrada paga foi inicialmente programada para abrir ao público a partir do fim de abril, mas foi adiada a fim de reduzir a propagação do novo coronavírus.

Fonte: Mainichi

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COI e organizadores concordam com Olimpíadas simplificadas

Publicado em 11 de junho de 2020, em Sociedade

Oficiais ainda não têm certeza se espectadores poderão participar.

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Cerimônia de revezamento de tocha para a Tokyo 2020 no Estádio Panatenaico, Grécia (PM)

Os Jogos de Verão que devem ser sediados pelo Japão não serão “realizados com grande esplendor”, disseram organizadores na noite de quarta-feira (10), preparando as Olimpíadas no próximo ano que não corresponderão à esperança do primeiro-ministro Shinzo Abe de realizá-las “em sua forma integral”.

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Cerca de 200 propostas para simplificar os Jogos estão sendo consideradas, disse Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional – COI, aos repórteres após uma reunião do conselho executivo na quarta-feira.

A questão da participação por espectadores, cuja ausência seria uma perda para a economia do Japão, continua incerta.

“Já observamos grande progresso mesmo a curto prazo desde a última reunião do conselho executivo”, disse Bach, acrescentando que reduzir a complexidade dos jogos diminuiria em troca os custos de adiamento.

Em uma coletiva de imprensa no Japão, o CEO da Tokyo 2020, Toshiro Muto, traçou três princípios para os jogos adiados, o primeiro dos quais é garantir a saúde e segurança dos atletas e espectadores.

Organizadores estão considerando reconfigurar as salas com armários dos esportistas em linha com as medidas de distanciamento social do coronavírus, e proibir os visitantes de entrar na vila dos atletas.

As Olimpíadas de Verão 2020 eram para começar no fim de julho, mas cairão na história como os primeiros jogos de paz a serem adiados devido a uma pandemia.

Abe anunciou um adiamento de 1 ano em março quando a pandemia de coronavírus não mostrou sinais de desaceleração antes do verão. O adiamento deve colocar uma carga financeira adicional sobre o Japão, que gastou cerca de US$12 bilhões para preparar os jogos.

De acordo com uma linha do tempo compartilhada com repórteres, os organizadores vão aguardar até o outono para mais informações e para que o surto amenize antes de decidir medidas contra o coronavírus.

Mesmo com público limitado, verificação de saúde para mais de 10,5 mil atletas, pessoal de suporte e representantes da mídia representarão um desafio para a capacidade de testes do Japão, a qual atualmente está a 27 mil por dia.

Seguindo a linha do tempo original, partidas de ensaio em locais oficiais serão realizadas na próxima primavera com o revezamento da tocha olímpica começando em abril, em tempo para a cerimônia de abertura em 23 de julho. A tocha continuou em Tóquio desde que chegou ao Japão em março.

Fonte: Asia Nikkei

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