Mais de 80 mil pessoas perderam emprego no Japão devido à pandemia

O número pode ser ainda maior, visto que o ministério do trabalho ainda não conseguiu avaliar a situação toda.

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Indústria de restaurantes foi uma das mais afetadas com perdas de emprego (banco de imagens)

Mais de 80 mil pessoas foram demitidas ou viram seus contraltos de trabalho encerrados ao invés de renovados no Japão por razões relacionadas à pandemia de Covid-19 desde quando ela começou, disse o Ministério do Trabalho na quinta-feira (7).

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A insegurança no trabalho provavelmente vai se espalhar ainda mais, com casos da doença aumentando em todo o país. O governo declarou novo estado de emergência para Tóquio e as províncias vizinhas de Saitama, Chiba e Kanagawa no fim da quinta-feira.

O número de pessoas que foram demitidas ou não tiveram seus contratos renovados chegou a 80.121 na quarta-feira (6), alta de 320 em relação ao dia anterior, disse o ministério.

Desde 25 de dezembro de 2020, a indústria de fabricação havia registrado o maior número de pessoas enfrentando tais circunstâncias, com 16.717, seguidas pela indústria de restaurantes com 11.021 e a varejista com 10.399. Os totais revelados também incluíram aquelas que já encontraram novo emprego.

Dentre as 47 províncias, Tóquio ficou em primeiro com 19.318 pessoas perdendo o emprego, seguida por Osaka com 6.657 e Aichi 4.696.

Acredita-se que o número real de pessoas lidando com perdas de emprego seja ainda maior, visto que o ministério ainda não conseguiu avaliar a situação toda.

Desde fevereiro de 2020, o ministério vem contando o número de tais pessoas afetadas através de departamentos do trabalho e escritórios da Hello Work a nível nacional.

O número excedeu 10 mil em maio, após o governo ter declarado estado de emergência para todo o país em abril, e chegou a 50 mil em agosto.

O ritmo de aumento começou a diminuir em outubro, mas reacelerou no fim do ano com os casos de coronavírus aumentando.

Fonte: Japan Times

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’Dou minha palavra que em um mês a situação estará melhor’, diz Suga em pronunciamento

Publicado em 7 de janeiro de 2021, em Sociedade

O primeiro-ministro Suga cede detalhes sobre a declaração do estado de emergência em Kanto.

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Imagem: NHK

“Declaro Estado de Emergência para Tóquio e 3 províncias de Kanto”, disse o primeiro-ministro Yoshihide Suga durante o comitê da prevenção do novo coronavírus.

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Às 18h, o primeiro-ministro abriu uma coletiva para explicar mais detalhes sobre a declaração do estado de emergência.

Com o aumento dos casos em todo o país e, principalmente em Tóquio, Suga enfatizou que “estamos em uma situação crítica”.

“Decidi declarar estado de emergência para impedir o aumento da pandemia a qualquer custo”, disse logo no início da coletiva.

“Vamos tomar medidas baseadas na experiência que conquistamos lutando contra a doença neste último ano, começando pelo risco de contaminação dos restaurantes”, explica Suga. No comitê realizado antes da comitiva, Suga também enfatizou o expediente reduzido até as 20h e o pedido de abstenção de vendas de álcool depois das 19h.

Suga divulgou que concederá um auxílio aos estabelecimentos que atenderem ao pedido de expediente reduzido. “Muitos empresários estão enfrentando uma situação financeira delicada. Aumentamos o valor do auxílio e forneceremos ¥1,8 milhão por mês aos estabelecimentos que atenderem ao pedido de expediente reduzido”, disse.

Em seguida, Suga revelou que não pretende pedir a parada de escolas. “Há poucos casos de infecções dentro de escolas. Quero proteger a oportunidade de estudo às crianças, que são nosso futuro. Não pedirei o fechamento de escolas, universidades, creches e jardins de infância.”

Em relação à empregabilidade, Suga mostrou forte preocupação com a situação atual. “Desde o ano passado, mesmo em meio à pandemia, a taxa de desemprego do Japão chegou a 2,9%, o menor índice entre os países desenvolvidos. Proteger a empregabilidade é responsabilidade do governo. Vamos tomar medidas para manter os negócios e garantir empregos.”, disse.

“Estamos fornecendo um auxílio de até ¥5.000 por dia para as pessoas que ficaram desempregadas, incluindo paato e funcionários não regulares. O empréstimo de até ¥1,4 milhão para pessoas em necessidade está sendo amplamente utilizado e ¥500 bilhões já foram emprestados. Também há o empréstimo sem juros de até ¥40 milhões do Japan Finance Corporation. Quero facilitar os procedimentos para todos poderem utilizar.”, completa.

Em relação aos estabelecimentos que não atenderem ao pedido, Suga revelou que reformará a constituição em ato emergencial para revelar os nomes desses locais para a prevenção da pandemia. “Acredito que impor punições seja uma medida preventiva eficaz. Vou acelerar as discussões do conteúdo da emenda, e enviá-lo o mais rápido ao congresso”.

Suga também enfatizou a importância do home work. “É importante diminuir ao máximo o contato entre funcionários. Peço para diminuir os funcionários que forem trabalhar presencialmente em 70%.”

Suga explica que deseja iniciar as vacinações até o fim de fevereiro, assim que a segurança e eficácia das vacinas forem testadas. Em relação ao atendimento de enfermos, Suga disse: “Vamos acrescentar ¥4,5 milhões no auxílio já existente por leito construído, e prepararemos um apoio grande de ¥20 milhões por cada paciente em estado grave em tratamento.”

No final do pronunciamento, Suga pediu para todos os cidadãos das regiões de Kanto evitarem sair de casa depois das 20h. “Estamos pedindo para todos manterem o isolamento depois das 20h”, disse.

“Peço auxílio de todos para combater a pandemia. Tome atitudes sempre pensando em proteger a si mesmo e seus entes queridos. Dou minha palavra que daqui a um mês a situação estará melhor. Para isso, eu, o primeiro-ministro, darei o meu melhor para impedir a pandemia.”, encerra Suga.

Fonte: NHK

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