Apple suspende todas as vendas de produtos na Rússia

A decisão da Apple ocorre quando companhias tecnológicas enfrentam crescente pressão pública contra a Rússia.

Uma loja da Apple em Cazã, na Rússia (banco de imagens)

A Apple suspendeu as vendas de todos os seus produtos na Rússia devido à invasão da Ucrânia, anunciou a companhia na terça-feira (1º).

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Ela disse em uma declaração que está “profundamente preocupada” com a invasão russa e que em resposta “pausou todas as vendas de produtos” no país.

A Apple também disse que realizou ações a fim de limitar o acesso para serviços digitais, como o Apple Pay, dentro da Rússia, e restringiu a disponibilidade de apps da mídia estatal russa fora do país.

A decisão da Apple ocorre quando companhias tecnológicas enfrentam crescente pressão pública contra a Rússia.

O governo ucraniano pediu à Apple na semana passada que parasse de oferecer sua app store na Rússia, mas alguns especialistas em segurança e democracia disseram que isso poderia prejudicar usuários russos que estão protestando contra o Kremlin e que dependem de ferramentas ocidentais para se organizarem.

Fonte: CNN

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Ex-membros da Força de Autodefesa do Japão se candidatam como voluntários da Ucrânia para lutar contra os russos

Publicado em 2 de março de 2022, em Sociedade

Assim que a Embaixada da Ucrânia no Japão publicou o post de recrutamento 70 japoneses se candidataram.

Soldado da Ucrânia (Ukrinform)

O governo ucraniano está recrutando voluntários estrangeiros para o combate ao exército da Rússia e cerca de 70 japoneses já se candidataram após verem a publicação da Embaixada da Ucrânia. 

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Todos são do sexo masculino e 50 deles são ex-membros da Força de Autodefesa do Japão, os quais dizem que lutarão se for necessário.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disse, em 27 de fevereiro, que formará uma legião estrangeira de voluntários. No mesmo dia, a Embaixada da Ucrânia no Japão escreveu sobre a convocação de “soldados ucranianos e de outros países que queiram lutar juntos”, através de um post no Twitter e a resposta foi imediata. A participação está condicionada ao voluntariado com experiência e formação especializada. 

De acordo com um funcionário de uma empresa em Tóquio, para o trabalho de recrutamento pela embaixada, cerca de 70 pessoas se ofereceram para se candidatar até a noite de terça-feira (1.º). Além dos ex-integrantes da JSDF-Força de Autodefesa do Japão há também dois que pertenceram à Legião Estrangeira Francesa.

O governo ucraniano considera pagar uma recompensa por servir no exército do seu país, mas no Twitter o termo usado foi voluntário. Segundo essa empresa de recrutamento, muitos deles disseram ter motivos simples como “ficando no Japão não é possível fazer alguma coisa, por isso quero fazer algo útil“.

De acordo com publicações da mídia estrangeira, nos Estados Unidos e em outros países, existem movimentos individuais para se juntar ao exército ucraniano em resposta ao chamado.

Fontes: Twitter, Mainichi e Asahi 

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