Danos nos nervos podem explicar alguns casos de covid longa, mostra estudo

O estudo se envolveu em exames profundos de pessoas com a chamada covid longa, uma condição que surge dentro de 3 meses da infecção.

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Ilustrativa (banco de imagens)

Um estudo de pequena escala, envolvendo pacientes que sofrem com sintomas persistentes após um período de covid-19, descobriu que cerca de 60% foram diagnosticados com danos nos nervos possivelmente causados por uma resposta imune defeituosa, uma descoberta que poderia apontar para novos tratamentos, reportaram pesquisadores nos EUA na terça-feira (1º).

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O estudo se envolveu em exames profundos de 17 pessoas com a chamada covid longa, uma condição que surge dentro de 3 meses da infecção pelo coronavírus e dura pelo menos 2 meses.

“O que está acontecendo aqui é que os nervos os quais controlam coisas como nossa respiração, vasos sanguíneos e nossa digestão, em alguns casos, são danificados nesses pacientes de covid longa”, disse a Dra. Anne Louise Oaklander, neurologista no Hospital Geral de Massachusetts e autora líder sobre o estudo publicado no jornal Neurology: Neuroimmunology & Neuroinflammation.

Acredita-se que cerca de 30% das pessoas que contraíram coronavírus tenham desenvolvido covid longa, uma condição com sintomas como fadiga, rápidos batimentos cardíacos, falta de ar, dificuldades cognitivas, dor crônica, anormalidades sensoriais e fraqueza muscular.

As descobertas são consistentes com um estudo de julho feito pelo Dr. Rayaz Malik da Weil Cornell Medicine Qatar que descobriu a associação entre danos na fibra nervosa na córnea e diagnóstico de covid longa.

Fonte: Channel News Asia

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Soldado russo morto na Ucrânia: trocas de mensagens com sua mãe mostram que ele não sabia que iria lutar na ‘guerra’

Publicado em 2 de março de 2022, em Notícias do Mundo

Pelas mensagens, o soldado russo e sua mãe pensavam que estava em treinamento militar e não sabia que iria ser enviado para a Ucrânia.

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Veículos de uso bélico da Rússia na Ucrânia (Ukrinform)

A Ucrânia foi invadida pelo exército russo na quinta-feira (24) e desde então vem sofrendo bombardeios, perda de vida dos civis e mais de 500 mil refugiados nos países vizinhos. 

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Em meio a esse clima de terror no país, um soldado russo morto no combate, tinha um smartphone, cuja troca de mensagens de texto com sua mãe foi copiada e apresentada pelo embaixador ucraniano da ONU Sergiy Kyslytsy, na segunda-feira (28).

O relato começa com a mãe perguntando: “Alyosha, o que você está fazendo? Por que você não pode responder? Você está realmente em treinamento?”.

O soldado respondeu: “Mamãe, não estou mais na Crimeia. Não estou em treinamento“.

“Onde você está então? Papai está perguntando se posso lhe enviar um pacote”, pergunta a mãe.

“Que tipo de pacote mamãe, você pode me enviar?“, responde o soldado.

A mãe pergunta: “Do que você está falando, o que aconteceu?”

Kyslytsy mostra a reprodução das mensagens de texto (ANN)

Depois segue com o soldado respondendo: “Mamãe, isto é tão difícil”.

“Mamãe, estou na Ucrânia. Há uma guerra real acontecendo aqui. Estou com medo. Estamos bombardeando todas as cidades de uma vez, atingindo até civis. Disseram-nos (na Rússia) que eles nos receberiam bem mas estão caindo sob nossos blindados, veículos se jogando sob as rodas e não nos deixando passar. Eles nos chamam de fascistas. Mamãe, isso é tão difícil”. 

Do treinamento para a “guerra”

Se o conteúdo for verdadeiro, significa que o soldado foi enviado ao campo de batalha sem saber das circunstâncias.

O governo ucraniano criou um site onde as famílias podem procurar pelos soldados russos que foram feitos prisioneiros ou morreram.

Nesse site há outra declaração, de um soldado russo que foi preso pela Ucrânia, o qual diz em entrevista: “Papai, mamãe, eu não queria vir, mas eu tinha que vir. Depois fui para Belgorod para o treinamento e me mandaram entrar na Ucrânia”.

Belgorod é uma cidade que fica a 40km da divisa com a Ucrânia. 

Fontes: ANN, ITV e NDTV

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