Ikea e H&M fecham lojas na Rússia

Dezenas de companhias ocidentais saíram ou suspenderam operações na Rússia em resposta à invasão na Ucrânia.

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Ikea e H&M suspendem operações temporariamente na Rússia (banco de imagens)

Duas grandes empresas, a Ikea e a H&M, estão temporariamente pausando as operações na Rússia por causa da invasão da Ucrânia.

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A Ikea, a maior empresa especializada em móveis do mundo, tem 17 lojas na Rússia.

A companhia disse que o conflito está tendo um “impacto humano imenso, resultando em graves interrupções a redes de fornecimento e condições de comércio”. Como resultado, ela decidiu pausar todas as operações na Rússia, assim como todo o comércio com o país e seu aliado, Belarus.

Dezenas de companhias ocidentais saíram ou suspenderam operações na Rússia em resposta à invasão, às sanções necessárias e a interrupções no fornecimento.

A Ikea disse que 15 mil trabalhadores seriam afetados diretamente pelos fechamentos na região. Contudo, a companhia continuará a pagar os salários a eles, pelo menos por enquanto.

A compahia H&M, que tem 168 lojas na Rússia, disse na quarta-feira (2) que também decidiu fechar temporariamente lojas na Rússia.

“O Grupo H&M se importa com todos os colegas e se junta a todos no mundo que estão pedindo por paz”, disse a varejista da moda sueca em uma declaração.

O vídeo abaixo mostra russos em peso em loja da Ikea após a notícia de suspensão de operações no país.

Fonte: CNN

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Japão: aumento de passageiros do exterior de 5 para 7 mil por dia

Publicado em 3 de março de 2022, em Sociedade

Entre as medidas relacionadas à epidemia do novo coronavírus, o primeiro-ministro informou sobre as de fronteira, com mais relaxamento.

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Imagem ilustrativa do aeroporto de Haneda (Flickr)

Na noite de quinta-feira (3) o Primeiro-Ministro do Japão, Fumio Kishida, em coletiva de imprensa explicou sobre a situação da epidemia do novo coronavírus e anunciou as 18 províncias que terão a aplicação das medidas prioritárias prorrogadas

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Por outro lado, em relação às medidas de fronteira, decidiu elevar o número máximo diário de passageiros estrangeiros, de 5 para 7 mil, a partir de 14 deste mês.

Essa posição foi tomada observando a condição da epidemia do coronavírus no país e também considerando o aumento da demanda de estrangeiros que querem vir ao Japão para estudar ou para trabalhar

Primeiro-ministro em coletiva de imprensa na noite de quinta-feira (The Page ao vivo)

Além disso, tem a questão das muitas poltronas vazias nas aeronaves dos voos internacionais, durante a semana, as quais poderiam ser preenchidas com a vinda dos estudantes, estagiários técnicos e pessoas com re-entry que querem voltar.

Segundo um levantamento do governo, há cerca de 400 mil estrangeiros com visto de residência, com re-entry, desde 2020.

Fontes: NHK e ao vivo

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