McDonald’s suspende operações em 850 lojas na Rússia em meio à pressão pública

Logo após o anúncio da McDonald’s, a Starbucks, Coca-Cola e PepsiCo anunciaram que pausariam seus serviços na Rússia.

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Uma loja da McDonald’s na cidade de Pskov, na Rússia (banco de imagens)

Várias grandes companhias de comidas e bebidas americanas anunciaram na terça-feira (8) que elas suspenderiam suas operações na Rússia, uma medida que ocorre após dias de crescente pressão pública sobre o mundo corporativo para cortar relações com o país pela invasão da Ucrânia.

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O grupo incluiu a McDonald’s, Starbucks, Coca-Cola e PepsiCo, algumas das quais vinham operando na Rússia há décadas e enfrentaram vigilância aumentada nos últimos dias enquanto outras companhias decidiram suspender seus negócios no país.

O chefe executivo da McDonald’s, Chris Kempczinski, disse que a rede de fast food global fecharia temporariamente suas 850 lojas no país.

A companhia disse que continuaria pagando os salários de seus 62 mil funcionários russos enquanto as lojas estiverem fechadas.

Logo após o anúncio da McDonald’s, a Starbucks, Coca-Cola e PepsiCo anunciaram que pausariam seus serviços na Rússia.

O parceiro licenciado da Starbucks, o Grupo Alshaya do Kuwait, que detém e opera 130 lojas na Rússia, disse que fechará os estabelecimentos temporariamente e “oferecerá suporte” para seus cerca de 2 mil funcionários locais, disse o CEO da rede de café Kevin Johnson em uma carta aberta.

A Coca-Cola, em uma breve declaração na terça-feira, fez um anúncio similar e suspendeu seus negócios na Rússia.

A PepsiCo, que opera na Rússia há mais de seis décadas, suspendeu suas vendas de refrigerantes, mas disse que continuaria a fabricar leite, fórmula e comida infantis, permitindo a ela manter seus milhares de funcionários empregados.

Fonte: Washington Post

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Ucrânia: mais de 2 milhões de refugiados, em espaço de tempo histórico após II Guerra Mundial

Publicado em 9 de março de 2022, em Notícias do Mundo

Esse êxodo é histórico no sentido de que foi em curto tempo. A previsão é de chegue a 7 milhões de refugiados.

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Ucranianos se preparando para tomar ônibus e ir para fora do país (Ukrinform)

Segundo informações de terça-feira (8), de Filippo Grandi, diplomata e comissário do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, o número de pessoas que tiveram que deixar a Ucrânia ultrapassou a casa dos 2 milhões. 

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Grandi chamou a atenção, anteriormente, sobre o êxodo mais rápido de refugiados da Ucrânia, que a Europa já viu desde a Segunda Guerra Mundial.

Chegou a 2 milhões de refugiados em 13 dias, pois o ataque da Rússia na Ucrânia começou em 24 de fevereiro.

Segundo a BBC, na matéria de quarta-feira (9), a grande maioria, cerca de 1,204 milhão fugiu para a Polônia, país vizinho. Mas estão em outros países, como 191 mil na Hungria, 141 mil na Eslováquia, 99 mil na Rússia, além de outros.

Refugiados da Ucrânia que acabam de chegar em Przemysl, na Polônia, dia 6 de março (ANN)

A maioria dos refugiados é de mulheres adultas com seus filhos. 

Deslocamentos internos

Além das pessoas que foram para os países vizinhos, há milhares de pessoas que foram evacuadas de zonas bombardeadas na Ucrânia e também as que buscam ajuda nas cidades mais seguras.

A ONU diz que está oferecendo assistência humanitária dentro da Ucrânia, enviando comboios para a Polônia também, carregando milhares de cobertores e colchões, camas dobráveis, comida e assistência médica, além de abrigo.

A União Europeia acredita que o número total de refugiados pode subir para 7 milhões.

Fontes: Ukrinform, BBC, Twitter e ANN

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