Ex-princesa Mako encontra ‘novo trabalho’ em Nova Iorque

Segundo fontes, Mako vem fazendo uso de seu background em história da arte através de curadoria em museu de Nova Iorque.

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Mako e Kei komuro moram atualmente em Nova Iorque (YouTube/NEWSポストセブン)

Mako Komuro, ex-princesa que deixou o Japão após se casar com seu colega de faculdade em outubro, vem fazendo uso de seu background em história da arte através de curadoria no Museu Metropolitano de Arte em Nova Iorque, nos EUA, que é coloquialmente referido como MET.

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Não é incomum para membros imperiais – ou ex-imperiais – trabalharem como curadores ou em uma galeria de arte. Por exemplo, no Reino Unido, a princesa Eugenie, neta da rainha Elizabeth, é diretora de uma galeria de arte contemporânea em Londres desde 2015.

Contudo, uma fonte bem versada sobre o assunto disse que Mako não é funcionária no MET, sugerindo que ela está simplesmente se voluntariando.

Mako tem estado envolvida com uma exibição de pinturas japonesas.

Enquanto ainda era princesa, Mako de 30 anos trabalhou como pesquisadora especial no Museu Universitário da Universidade de Tóquio, conciliando sua pesquisa com tarefas da realeza.

Em 2017 o foco dos noticiários caiu sobre ela, quando ainda era princesa e filha do príncipe herdeiro Akishino – com o anúncio de sua decisão de casar com Kei Komuto, um assistente jurídico e colega de faculdade.

A notícia de celebração, entretanto, foi posteriormente obscurecida por um escândalo financeiro envolvendo a mãe de Kei Komuro, resultando no casal sendo forçado a adiar o casamento por 3 anos. Eles eventualmente se uniram oficialmente em outubro de 2021, sem cerimônia ou rituais tradicionalmente conduzidos por membros da família real.

Durante uma coletiva de imprensa após o casamento, nenhum dos dois detalhou sobre a nova vida em Nova Iorque, dizendo em uma resposta escrita que era um “assunto particular”.

Fonte: Japan Times

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Criar filhos é mais caro na China do que nos EUA e Japão

Publicado em 11 de abril de 2022, em Ásia

O custo médio de criar um filho do nascimento até os 18 anos na China em 2019 situou-se a cerca de US$76.629 para o primeiro filho.

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O custo de criar um filho na China é cerca de 7 vezes mais do que o seu PIB (Produto Interno Bruto) per capita, bem mais do que nos EUA e Japão, destacando os desafios enfrentados por políticos chineses enquanto eles tentam combater as baixas taxas de nascimentos, mostrou pesquisa.

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Especialistas alertam que a população em envelhecimento da China colocará mais pressão sobre seu sistema de saúde e segurança social, enquanto uma força de trabalho em queda também poderia limitar severamente o crescimento da segunda maior economia mundial nas próximas décadas.

Embora novas políticas permitam que as famílias tenham até 3 filhos, a taxa de natalidade caiu para 7.52 nascimentos a cada mil pessoas em 2021, a mais baixa desde 1949 quando o Departamento Nacional de Estatísticas começou a registrar os dados.

Os custos exorbitantes com criação de filhos levaram a uma repressão de Pequim sobre a indústria de ensino privado enquanto algumas regiões vêm oferecendo ajuda financeira aos casais para terem um segundo ou terceiro filho.

O Instituo de Pesquisa Populacional YuWa sediado em Pequim disse em um relatório em 22 de fevereiro deste ano que o custo médio de criar um filho do nascimento até os 18 anos na China em 2019 situou-se a 485 mil yuans (US$76.629) para o primeiro filho, 6.9 vezes o PIB per capita do país naquele ano.

A China fica em segundo entre os 13 países incluídos no estudo, atrás apenas da Coreia do Sul, que tem a menor taxa de nascimentos do mundo. Nos EUA, o número, baseado em dados de 2015, situou-se a 4.1 vezes o PIB per capita, enquanto o do Japão, baseado em dados de 2010, situou-se a 4.26.

Os custos de criação de filhos são ainda maiores nas grandes cidades da China, chegando a mais de 1 milhão de yuans em Xangai e 969 mil yuans em Pequim. Taxas de nascimento nas duas cidades são ainda menores do que a média nacional.

O YuWas alertou que o declínio no número de nascimentos “afetaria profundamente” o potencial de crescimento econômico da China.

Fonte: Japan Times

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