Navio de pesquisa da China em águas japonesas pelo quarto dia consecutivo

A Guarda Costeira vem fazendo pedidos para suspender a pesquisa, mas tem sido ignorada.

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Navio chinês (foto cedida pela Guarda Costeira)

Na manhã de terça-feira (7), por volta das 10h, foi confirmado uma vez mais que um navio de pesquisa marinha da China, o 東方紅3, continua na Zona Econômica Exclusiva (ZEE) do Japão, com alta possibilidade de ter lançado equipamentos de observação.

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Segundo informações da 11.ª Sede Regional da Guarda Costeira do Japão, ele tem sido visto na costa da ilha e cidade de Ishigaki (Okinawa), por 4 dias consecutivos, desde sábado (4).

Embora a Guarda Costeira tenha pedido a suspensão do uso do equipamento de observação, através do rádio, foi ignorada. Foi lançado através de um guindaste e visto pela equipe de guarda.

A investigação sem consentimento prévio não é permitida. Como não houve solicitação do lado chinês o governo japonês está protestando através de canais diplomáticos.

Fontes: NHK e RBC

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Guerra na Ucrânia: temores de surto de cólera em Mariupol

Publicado em 8 de junho de 2022, em Notícias do Mundo

Corpos não enterrados e água potável contaminada espalham temores de um surto de cólera em Mariupol.

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Rua em Mariupol durante cerco da cidade no andamento da invasão russa à Ucrânia, 12 de março de 2022 (Wikimédia Commons/Ministério de Assuntos Internos da Ucrânia)

Em Mariupol, a devastada cidade portuária ucraniana agora sob ocupação russa, o temor mudou de persistente bombardeamento para condições sanitárias em deterioração: esgoto se infiltrando na água potável e medo de um surto de cólera.

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Na segunda-feira (7), uma das autoridades locais exilada da cidade disse que russos agora com controle de Mariupol estavam considerando a imposição de uma quarentena no local, onde corpos em decomposição e lixo estavam contaminando a água potável, colocando residentes que restaram sob risco de cólera e outras doenças.

“Há conversas sobre quarentena. A cidade está sendo fechada silenciosamente”, disse o conselheiro do prefeito Petro Andriushchenko, uma fonte confiável de informação de residentes que resta na cidade.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) deu o alerta sobre o potencial para um surto de cólera em Mariupol e pré-posicionou vacinas em Dnipro, mas não está claro como elas chegariam aos residentes.

A cólera, uma infecção que causa diarreia aguda, está ligada a acesso inadequado à água limpa e mata dezenas de milhares de pessoas em todo o mundo anualmente, de acordo com a OMS.

“Você pode entrar na cidade com uma permissão de residência em Mariupol. Mas é uma passagem só de ida, porque você não pode sair”, disse Andriushchenko.

“De todos os cenários possíveis para combater a epidemia, a Rússia escolhe, como sempre, o mais cínico, simplesmente prender as pessoas na cidade e deixar tudo como está: quem sobrevive, sobrevive”.

O vice-prefeito de Mariupol, Serhiy Orlov, acredita que cerca de 150 mil pessoas continuam na cidade, de uma população pré-invasão de mais de 400 mil, com mais 30 mil a 40 mil nos subúrbios vizinhos.

Fonte: CNN

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