Agricultores condenam planejado imposto sobre arrotos de animais na Nova Zelândia

Sob o plano proposto pelo governo, agricultores começariam a pagar por emissões em 2025, com o valor ainda a ser finalizado.

Vacas no Shakespear Regional Park na Nova Zelândia (ilustrativa/banco de imagens)

Nesta terça-feira (11), o governo da Nova Zelândia propôs taxar os gases de efeito estufa que animais de fazenda liberam através de arrotos e urina como parte de um plano para combater a mudança climática.

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O governo disse que tal imposto seria o primeiro do tipo no mundo, e que criadores devem conseguir recuperar o custo ao cobrar mais por produtos amigáveis ao clima.

Contudo, agricultores logo condenaram o plano. A Federated Farmers, o principal grupo de interesse da indústria, disse que o plano “destruiria a pequena vila Nova Zelândia” e veria fazendas substituídas por árvores.

O presidente da Federated Farmers, Andrew Hoggard, disse que agricultores vinham tentando trabalhar com o governo por mais de 2 anos em um plano de redução de emissões que não diminuiria a produção de comida.

A indústria agrícola da Nova Zelândia é vital para sua economia. Produtos lácteos, incluindo aqueles usados para fabricar fórmula infantil na China, são os que mais dão lucros como exportação da nação.

Há apenas 5 milhões de pessoas na Nova Zelândia, mas cerca de 10 milhões de cabeças de gado para carne e leite, e 26 milhões de ovelhas.

Sob o plano proposto pelo governo, agricultores começariam a pagar por emissões em 2025, com o valor ainda a ser finalizado.

A primeira-ministra Jacinda Ardern disse que todo o dinheiro coletado do imposto agrícola proposto seria colocado de volta na indústria para financiar nova tecnologia, pesquisa e pagamentos de incentivo para agricultores.

Fonte: Japan Today

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Starlink de Elon Musk lança serviço de internet via satélite no Japão

Publicado em 11 de outubro de 2022, em Sociedade

A companhia oferece acesso de alta velocidade a área remotas.

A Starlink é uma divisão da SpaceX (banco de imagens)

Elon Musk, dono da SpaceX, anunciou nesta terça-feira (11) o lançamento do serviço de internet via satélite da Starlink no Japão, tornando o país o primeiro na Ásia a implantar o sistema.

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A Starlink vai explorar a demanda em área montanhosas e ilhas remotas que sofrem com serviço de internet irregular ou de difícil acesso.

A SpaceX fez o anúncio em sua página oficial no Twitter. De acordo com seu site, a taxa de serviço mensal é de ¥12,3 mil ienes (US$84) além dos custos com hardware de ¥73 mil.

A Starlink oferece serviço de internet de alta velocidade e de baixa latência que usa comunicações por satélite. Na Ucrânia, que foi invadida pela Rússia, a Starlink representou um papel em garantir acesso à internet.

Além da Europa e EUA, a Starlink planeja expandir o serviço na Ásia e outras regiões.

Nas Filipinas, o governo está buscando listar a Starlink para seu programa de Wi-Fi gratuita. A SpaceX está trabalhando em um lançamento comercial no país até dezembro, de acordo com Rebecca Hunter, gerente sênior para relações do governo na companhia.

A Starlink é uma divisão da SpaceX.

Fonte: Asia Nikkei

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