Kishida anuncia 100% do salário para licenças maternidade e paternidade

Para incentivar os trabalhadores a tirar a licença maternidade e também a paternidade, o governo japonês anunciou novidades.

Casal cuidando do recém-nascido (Negative Space)

Em uma coletiva de imprensa na sexta-feira (17), o primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, anunciou que a taxa de benefício para os trabalhadores de ambos os sexos que tiram licença parental por um determinado período após o parto será aumentada para “100% do salário líquido“.

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Além disso, também anunciou que revisará o sistema para que os benefícios de licença parental, que atualmente são pagos quando o bebê é assistido em período integral, possam ser pagos mesmo que o funcionário reduza a carga horária do seu expediente, ou seja, parcial.  

Em relação aos trabalhadores não regulares, freelancers e autônomos, Kishida prometeu criar um novo apoio econômico para aliviar a redução da renda devido aos cuidados com o bebê.   

Em relação à licença paternidade, o governo está considerando expandir a para que os funcionários do sexo masculino possam desfrutar dos cuidados do filho recém-chegado logo após o parto da esposa. É uma melhoria à já existente, implementada em outubro, em que o funcionário pode tirar uma licença de até 4 semanas no período desde ao nascimento até o 8.º mês do bebê, e recebe 67% do salário. Deverá ser elevado para até 80%.

Fonte: NTV

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Brasileira que se tornou professora em Mie relata suas dificuldades rumo ao sonho

Publicado em 17 de março de 2023, em Sociedade

O tema da palestra foi o sonho de se tornar professora que se materializou mesmo com todas as dificuldades enfrentadas pela brasileira que chegou ainda criança no Japão.

A brasileira palestrou para 100 pessoas da área da educação em Mie (NHK)

Foi realizada uma palestra na cidade de Yokkaichi (Mie), na quarta-feira (15), para um público de cerca de cem pessoas, tanto online quanto presencial, pela brasileira Jessica Oyama, que se tornou professora, por não ter abandonado seu sonho mesmo enfrentando inúmeras dificuldades.

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Jessica relatou que veio ao país do Sol Nascente quando tinha apenas 10 anos e ao ingressar na escola japonesa já teve sua primeira barreira, o idioma. Logo enfrentou outras dificuldades, como por exemplo o chamado bukatsu – atividade extracurricular – até a noite, coisa que não tem nas escolas do Brasil.

Relatou que trabalhou duro para realizar o sonho de se tornar professora, relatando o que enfrentou nas diferenças culturais e nos diversos aprendizados, para destacar que as crianças estrangeiras não sejam limitadas nas suas escolhas em relação ao futuro, por causa de sua nacionalidade ou raça.

A partir de abril lecionará inglês em uma escola colegial na cidade de Yokkaichi

“Acho que, como Jessica realizou seu sonho, se tornará uma meta para crianças de nacionalidade estrangeira e quero continuar me esforçando”, disse uma espectadora da área de educação, na casa dos 30 anos.

Fonte: NHK

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