‘Rara e venenosa’: cobra albina é encontrada dentro de casa na Índia

Especialista em cobras removeu o réptil de forma segura, o qual foi eventualmente solto na selva.

A cobra indiana é conhecida cientificamente como Naja naja (Facebook/Wildlife & Nature Consevartion Trust)

Uma cobra albina rara e venenosa foi encontrada dentro de um casa na Índia durante forte chuva.

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A chuva acabou levando a cobra de 5 metros de comprimento para dentro da casa na cidade de Coimbatore, no sul da Índia, em 3 de maio, disse um porta-voz da Wildlife & Nature Consevartion Trust (WNTC) ao site Newsweek.

Após avistarem a cobra, residentes preocupados notificaram o WNTC, uma organização sem fins lucrativos dedicada a “proteger e atender” vida selvagem através de conscientização, treinamento, resgate, reabilitação e esforços de conservação.

O WNTC enviou um especialista em cobras que removeu o réptil de forma segura, o qual foi eventualmente solto na selva.

“É uma cobra rara de se ver”, disse o porta-voz, referindo-se ao albinismo do animal enquanto identificava a espécie.

O albinismo é uma condição causada por mutações genéticas caracterizadas pela ausência do pigmento melanina. Animais com albinismo tendem a ter pelos, penas, peles ou escamas brancas, assim como olhos rosa em alguns casos.

A condição ocorre por todo o reino animal, primariamente em aves, répteis e anfíbios, e menos frequentemente em mamíferos, incluindo humanos.

A cobra indiana, conhecida cientificamente como Naja naja, é nativa do subcontinente. Ela é considerada uma das quatro “maiores espécies” responsáveis por grande parte das picadas medicamente significantes no sul da Ásia.

Enquanto cobras geralmente não ataquem pessoas, a menos que se sintam ameaçadas, o veneno dessas é altamente tóxico aos humanos e pode resultar em fatalidade na maioria dos casos mais graves.

“O veneno pode causar paralisia e até morte se não for tratado prontamente”.

Fonte: Newsweek

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Marido e filhas da brasileira assassinada relatam a dor da perda

Publicado em 10 de maio de 2023, em Sociedade

Tanto o marido como as duas filhas que vivem em Yokkaichi deram entrevista para duas emissoras japonesas.

Polícia no local onde a brasileira foi assassinada (Tokai TV)

A polícia continua investigando o caso de latrocínio, cuja vítima foi a trabalhadora brasileira Roseli Almeida Aihara, 46, na escadaria do prédio onde morava, na cidade de Suzuka (Mie), pouco depois das 22h de 3 deste mês, há uma semana.

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Na quarta-feira (10), ainda sem que a polícia tenha encontrado o assassino, a Tokai TV levou ao ar uma entrevista feita com o marido e as duas filhas da vítima, na segunda-feira (8). 

Os três vivem em Yokkaichi (Mie) e o marido disse que “foi uma tragédia, foi cruel. Queria que ela fosse feliz na vida dela”. 

A filha caçula, de 22 anos, lamenta porque as pessoas comentam que “o meu pai é assassino” ou “foi ele quem matou”.

“Ele já mostrou todo o conteúdo do seu telefone celular para a polícia, além de que sua roupa e os calçados foram levados”, desabafou. “Nós estamos cooperando com a polícia”, deixou claro.

“É muito triste. É mãe. Quero que resolvam isso logo, prendendo o criminoso”, disse a filha mais velha, de 25 anos.

Da esq. p/ dir. a filha caçula, o marido e a filha mais velha, sem mostrar o rosto (Tokai TV)

Vítima vivia separada da família

No dia anterior, a Nagoya TV apresentou no noticiário a entrevista com o marido da brasileira, vítima de latrocínio ou assassinato. “Eu não queria o mal dela. Eu queria que ela fosse feliz, que vivesse a vida dela”, declarou.

A vítima, brasileira Roseli, deixou São Paulo e chegou ao Japão quando tinha 17 anos.

Viveu em outras províncias como Chiba e Nagano, trabalhando em indústrias automotivas. No país dos seus ancestrais constituiu família e há 9 anos todos se mudaram para Yokkaichi. Mas, por causa de um problema entre o casal decidiu se mudar para Suzuka, em novembro do ano passado, onde vivia sozinha.

A informação recebida pela Nagoya TV é de que ela gostava de fazer doces e estava estudando para abrir um salão de estética.

“Sinceramente, eu queria que ela vivesse feliz. Não sei por que foi envolvida nesse tipo de incidente. Estávamos distantes, mas não deixava de ser minha mãe, isso não vai mudar. Então espero que o culpado seja preso logo”, declarou uma das filhas.

A polícia continua a investigação, levando em conta os testemunhos de que um homem suspeito foi visto nas imediações do prédio onde ocorreu o crime.

Caso queira assistir aos noticiários veiculados, estão no YouTube, abaixo.

Fontes: Tokai TV e Nagoya TV

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