Parque temático em Gifu com área para as crianças brincarem com água

O Gifu Seiryu Satoyama Park oferece uma área para crianças pequenas poderem se divertir na água, com segurança. Pais e mães, confiram.

Águas rasas são convidativas para famílias com crianças pequenas

Um parque temático na província de Gifu oferece também opção de lazer para as famílias com crianças pequenas. Elas podem brincar na água rasa, com segurança. Além desse espaço, o Gifu Seiryu Satoyama Park também tem outras áreas, como uma pequena fazenda para as crianças interagirem com cavalos e ovelhas.

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Área cheia de água para os pequenos

As recomendações são que todas as crianças estejam calçadas com chinelos ou calçados de borracha/plástico. As pequenas que ainda usam fralda, devem usar a impermeável. Assim, todas podem se divertir dentro de um local cheio de verde e águas rasas, de 20 a 30 centímetros.

A criança se sente o próprio hamster dentro desse tubo

Hamster na água?

A proposta é colocar a criança dentro de um grande tubo flutuante. Enquanto ela corre dentro do tubo, ele vai girando. A criança se sente como um hamster. A idade permitida é acima de 4 anos e paga-se 400 ienes por 5 minutos.

A partir dos 4 anos as crianças podem pedalar sozinhas

Pedalinho

O pedalinho foi introduzido como novidade para este verão. Crianças acima de 4 anos podem pedalar e se divertir. Os baixinhos abaixo dessa idade devem ser acompanhados dos pais ou responsável. Paga-se 300 ienes por 5 minutos de barco de pedal.

Outras brincadeiras com água

Atravessar uma ponte suspensa com spray de água gelada pode ser simples, mas a garotada adora.

Até 27 de agosto, somente nos sábados e domingos, as crianças podem fazer caça ao tesouro dentro da lagoa. Cada brinquedinho de acrílico encontrado vale um presente surpresa. Para essa brincadeira o valor é de 500 ienes. Atenção para os horários. Às 13h30 é para os pequenos de 4 a 6 anos incompletos. A partir das 14h00 é para a criançada estudante do primário. Custa 500 ienes para participar da caça ao tesouro.

Lago e área de passeio, ótima para caminhadas. Foto: Gifu Seiryu Satoyama

Outras áreas

Há diversos outros brinquedos para as crianças, como escorregar na grama. Se sentir sede há cafés para tomar um smoothies ou restaurantes para refeições. É um parque que vale a pena visitar.

Info sobre o local

  • Local: Gifu Seiryu Satoyama Park ぎふ清流里山公園
  • Endereço: Gifu-ken Minokamo-shi Yamanoue-cho 2292-1 (cerca de 4Km da estação Minoota)
  • Horário: 9 às 17h 
  • Entrada: gratuita
  • Em caso de intempérie, o parque pode não funcionar. Favor consultar a web page antes de sair
  • Web page em japonês: https://satoyama-park.gifu.jp/access/
  • Estacionamento para 2 mil veículos: gratuito
  • Toque sobre o mapa para abri-lo.

Fonte e fotos: divulgação

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Juiz não reconheceu ilegalidade da USJ na ação movida por uma organização dos consumidores

Publicado em 21 de julho de 2023, em Sociedade

A autora da ação pediu o cancelamento de uma cláusula do termo na compra dos ingressos da USJ, a qual não permite cancelamento nem revenda.

Foto meramente ilustrativa da USJ (PxFuel)

Um grupo representante dos consumidores considera ilegal a cláusula dos termos de venda dos ingressos da Universal Studios Japan (USJ), a qual não permite cancelar ou revender os ingressos comprados com antecedência, e entrou com um processo contra a gestora do parque temático, reivindicando o cancelamento dessa específica dos termos da compra.

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No entanto, na sexta-feira (21), o juiz que presidiu a sessão, no Ministério Público Distrital de Osaka, na cidade e província homônimas, não reconheceu a ilegalidade e rejeitou a reivindicação da autora.

A autora é a Kansai Consumer Support Organization, de Osaka, uma entidade sem fins lucrativos designada pelo governo que pode solicitar uma liminar contra contratos injustos em nome de um consumidor individual.

A entidade entende que a USJ estabeleceu essa cláusula em 2015 com o objetivo de evitar o risco de perda de receitas. As pessoas que não puderam usar o ingresso por motivo de doença ou porque compraram em duplicidade, estão tendo dificuldade no reembolso, argumentou a organização autora do processo. Portanto, a ação alega que esse termo constitui um “contrato que prejudica unilateralmente os interesses dos consumidores“.

Porém, o juiz não entendeu assim. A empresa gestora argumentou: “Se houver cancelamentos legais ou razão para invalidar, respondemos com flexibilidade aos cancelamentos”, emendando que “existem ingressos que podem ser alterados”.

O resultado da ação repercutiu imediatamente na mídia em todo o país.

Fontes: MBS, Asahi e Sankei 

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