O smartphone do padrasto, preso, de um menino de 11 anos da província de Quioto, que foi encontrado morto, tinha um histórico de buscas por maneiras de abandonar um corpo, informaram fontes da investigação no domingo (19).
A polícia da província de Quioto está investigando as rotas que o padrasto, Yuki Adachi, de 37 anos, percorreu em seu carro, acreditando que ele tentou atrasar a descoberta do corpo do menino.
Adachi foi preso na quinta-feira (16) sob suspeita de abandonar o corpo de seu enteado, Yuki, em uma área florestal na cidade de Nantan, na província. Os nomes do homem e do menino são escritos da mesma forma em inglês, mas são escritos e pronunciados de maneira diferente em japonês.
Uma análise do smartphone do pai encontrou um histórico de buscas sobre como abandonar um corpo por volta de 23 de março, quando o menino, estudante da Escola Primária Sonobe na cidade, desapareceu, disseram as fontes investigativas.
Acredita-se que o padrasto tenha movimentado o corpo do menino várias vezes em Nantan usando seu carro. O departamento de polícia suspeita que Adachi deixou temporariamente o corpo em uma área próxima a um banheiro público a cerca de 2 Km a noroeste de sua casa na cidade.
Fonte: NP