Quioto é a cidade mais atraente do Japão e Hokkaido é a província top

Pesquisa anual sobre o valor da marca das cidades e províncias revela Quioto e Hakodate como as cidades mais atraentes do Japão.

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Hokkaido é a província top enquanto Quioto (Templo Senso) é a cidade mais atrativa do Japão

O Instituto de Pesquisa de Marcas do Japão divulgou na terça-feira (10) o resultado da 12a. edição da pesquisa sobre as cidades e as províncias mais atraentes e charmosas.  

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A posição de cidade top foi para Quioto (província homônima), seguida por Hakodate (Hokkaido). Pelo nono ano consecutivo Hokkaido foi considerada a província mais atrativa. Já a atratividade dos locais que obtiveram o registro de Patrimônio Cultural da Humanidade continua em baixa.

Kamakura é mais atrativa que Yokohama, ambas em Kanagawa

Quioto, a mais atraente

Quioto aparece como a cidade com maior atratividade pela segunda vez, desde 2013. A empresa de pesquisa analisa que a antiga capital japonesa seja atraente aos olhos do povo pelo seu alto poder de atração turística e valor histórico. Três cidades da província de Hokkaido aparecem entre as 10 mais belas. Confira o ranking das 10 mais:

  1. Quioto (província homônima)
  2. Hakodate (Hokkaido)
  3. Sapporo (Hokkaido)
  4. Otaru (Hokkaido)
  5. Kamakura (Kanagawa)
  6. Yokohama (Kanagawa)
  7. Kobe (Hyogo)
  8. Kanazawa (Ishikawa)
  9. Furano (Hokkaido)
  10. Yakushima (Kagoshima)

O espetáculo da natureza e a beleza da Ilha Yaku (Yakushima) atrai turistas de todo o país

A pesquisa revelou que cidades como Sendai (Miyagi), Hiroshima (província homônima) e Fukuoka (província homônima), capitais que possuem um papel central nas respectivas regiões, estão em ascensão. Sendai, por exemplo, passou da 25a. posição do ano passado para a 11a. este ano. Hiroshima saltou da 88a. em 2015 para 34a. posição em 2017.

E com Fukuoka ocorreu o mesmo, deixando a 21a. posição em 2015 para trás, chegando à 14a. este ano.

Nikko (Tochigi) e Naha (Okinawa) obtiveram o 12o. e 13o. lugares. Shibuya (Tóquio) perdeu uma posição para Nagoia (Aichi), ficando em 22a.

Ishikawa, em 8o., tem uma beleza diferente de Quioto e tão charmosa quanto a antiga capital

Hokkaido, a mais atraente entre as 47

Hiroshima ficou em 16o. lugar, Shimane em 27o., Shiga e Mie em 29o. e 30o., Gunma em 41o. e Ibaraki em última posição dentre as 47 províncias. Confira o ranking das 15 mais. 

  1. Hokkaido
  2. Quioto
  3. Tóquio
  4. Okinawa
  5. Kanagawa
  6. Nara
  7. Osaka
  8. Fukuoka
  9. Nagano
  10. Ishikawa
  11. Nagasaki
  12. Hyogo
  13. Miyagi
  14. Shizuoka
  15. Aichi

Os dados revelados pela pesquisa podem ajudar as pessoas a decidirem sua próxima viagem ou fazer um gourmet tour, onde querem residir no futuro e até para análise de negócios futuros.

A pesquisa foi realizada pela internet, entre 23 de junho a 14 de julho deste ano. O público entrevistado foi de 30.745 pessoas, na faixa etária entre 20 a 70 anos.

Para conferir o resultado clique aqui para o acesso em japonês.

Fonte: divulgação 
Fotos: Pixabay, Hatena e Wikimedia

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1,2 milhão de empresas no Japão correm o risco de fechar por falta de sucessores

Publicado em 12 de outubro de 2017, em Sociedade

Falta de sucessores pode levar ao fechamento de muitas pequenas e médias empresas que estão há muito tempo no mercado.

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O fechamento da empresa de fabricação de giz Hagoromo Chalks causou angústia em todo o mundo. O dono não tinha um sucessor e optou pelo encerramento (Nikkei)

Cerca de 1,27 milhão de pequenas e médias empresas no Japão correm o risco de fechamento devido à falta de sucessores. Já, cerca da metade das empresas que encerram seus negócios o fazem apesar de estarem no positivo.

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Visto que mais de 60% dessas empresas serão administradas por gerentes com mais de 70 anos de idade até 2025, a crise só vai se intensificar.

O governo está lutando para prevenir que essas empresas morram em massa. O fechamento de tais empresas não apenas enfraqueceria o pilar da indústria japonesa, mas também resultaria na perda de tecnologia exclusiva.

Sem sucessores

No distrito de Sumida (Tóquio), à sombra do marco Tokyo Skytree, a Okano Kogyo produz agulhas hipodérmicas ultrafinas indolores. A empresa que trabalha com metais, fundada em 1924, é reconhecida internacionalmente por sua tecnologia única, mas o presidente Masayuki Okano, de 84 anos, está pessimista sobre o futuro.

“Estou pensando em fechar a empresa dentro de dois anos,” diz Okano com uma calma sugerindo que ele alcançou um tipo de entendimento sobre a situação. “Não há ninguém para assumir o comando, já´que minhas duas filhas foram para caminhos diferentes”, diz ele.

Há dois anos, o fechamento da Hagoromo Chalks causou angústia em todo o mundo, principalmente aos matemáticos. O produto forte e sem poeira da empresa com 82 anos de história, era considerado o “Rolls Royce” do giz, mas seu presidente, Takaysau Watanabe, optou pelo fechamento porque ele não tinha um sucessor.

Mercado para fusões de pequena escala e aquisições

Cerca de 29.583 das pequenas e médias empresas do Japão fecharam temporariamente ou permanentemente em 2016, de acordo com a Tokyo Shoko Research. Esse número representa um aumento acentuado das cerca de 21 mil em 2007. O encolhimento populacional está cada vez mais levando aos fechamentos.

Para lidar com o problema em uma escala mais ampla, muitos dizem que o Japão deveria ter um mercado para fusões de pequena escala e aquisições para que investidores possam se aproximar com mais facilidade de tais empreendedores. A França, por exemplo, tem uma base de dados nacional de informação sobre empresas que buscam vender.

Tal mercado facilitaria para que investidores asiáticos se envolvessem também. A ajuda do exterior é certamente uma opção se ela ajuda a evitar os fechamentos em massa e manter a saúde da indústria no Japão.

Fonte e imagem: Nikkei

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