Bitcoins: queda repentina desvaloriza em 50% preço de bitcoins

Diversas criptomoedas sofreram queda brusca, inclusive a Bitcoin, que ficou abaixo dos US$10.000 (aprox. ¥1.1 milhão). Veja mais.

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Segundo o bitFlyer, maior local de câmbio de moedas virtuais no Japão, os pedidos de venda de bitcoins inflaram o mercado nesta quarta-feira (17) e, por volta das 7h30 do mesmo dia, o valor de uma bitcoin desceu para a casa dos ¥1,02 milhões, cerca de ¥600.000 mais barato do que o dia anterior. Após o evento, investidores entraram com pedidos de compra, criando uma flutuação no mercado.

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Segundo o site Market Cap, a capitalização de mercado das criptomoedas ultrapassou os US$831 bilhões (cerca de ¥90 trilhões). Na quinta-feira este valor caiu para US$500 bilhões (aprox. ¥55 trilhões). Ainda não se sabe ao certo quantas criptomoedas os investidores japoneses possuem, mas cerca de 40% das transações foram feitas em iene.

O motivo da queda repentina foram os movimentos de proibição ou intensificação da fiscalização por alguns países. Na Coreia do Sul, autoridades do governo informaram que estabeleceriam uma supervisão para criptomoedas rígidas.

Na segunda-feira (15), Joachim Wuermeling, diretor do Deutsche Bundesbank, banco central da República Federal da Alemanha, argumentou que as critptomoedas deveriam ser fiscalizadas mundialmente.

Além da bitcoin, outras moedas como a Ethereum e Bitcoin Cash também registraram queda.

“(A Bitcoin) Reagiu sensivelmente aos movimentos para intensificação da fiscalização, mesmo com aumentos anormais nos investimentos especulativos. Ao contrário das ações, que se apoiam nos valores das empresas, as criptomoedas não possuem um valor apropriado, e agora foi mostrado o quanto podem desvalorizar em épocas de queda”, analisam especialistas japoneses.

“Espera-se entrada em transações pelos investidores institucionais”, disse Utako Kojima, da Horizon Kinetics. Contudo, as flutuações do mercado continuam instáveis e, na madrugada de quinta-feira (18), foram registradas quedas momentâneas para US$9.500.

Fonte: NHK News e Nikkei

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Verduras com dobro do preço

Publicado em 18 de janeiro de 2018, em Economia

Na pesquisa realizada pelo governo o preço de algumas verduras chega ao dobro da média normal. Saiba quais são e o motivo.

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Verduras bem mais caras este ano (Pixabay)

O Ministério da Agricultura, Silvicultura e Pescas realizou uma pesquisa de preços de verduras no varejo e divulgou o resultado na quarta-feira (17).

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O levantamento foi realizado no período entre 8 a 10 deste mês, no varejo, em todo o país.

Constatou que há verduras que subiram mais que o dobro. Foram a acelga com aumento de 2,2 vezes mais, seguida do nabo (daikon), com 2,1 vezes mais e repolho duas vezes mais caro, em relação ao preço médio considerado normal do ano para a época.

O quilo médio da acelga está na faixa dos 338 ienes, motivo de dor de cabeça para os donos de restaurantes e donas de casa. Afinal, é um dos principais ingredientes para os famosos cozidos chamados de nabe ryori.

Motivo do encarecimento das verduras

Alface também está na lista das verduras com dobro de preço. O quilo chegou a 1.282 ienes. Outra hortaliça é o tomate, 20% mais caro, custando 868 o quilo.

Segundo o levantamento um dos motivos dos preços mais altos é a escassez das verduras. Essa escassez deverá se estender até fevereiro, analisa a cooperativa de Aichi, JA.

Desde o outono do ano passado os agricultores amargaram mais chuva que o normal e temperaturas mais baixas. Essas condições afetaram as produções das hortaliças.

Até que a produção e distribuição se normalize os preços deverão se manter mais caros, provavelmente até março deste ano.

Como substitutos entram na lista das sugestões as hortaliças chingensai e tomyo. Se ainda não leu as matérias sobre elas, toque sobre o nome das hortaliças para conhecê-las.

Fontes: Nikkei e JNN
Fotos: Pixabay

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