No Japão também há funeral tradicional para cães robôs

Funeral tradicional foi realizado para 114 gerações antigas dos cães robôs AIBO da Sony em templo Budista.

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Um antigo AIBO (Wikimedia/Sven Volkens)

Os cães robôs alinhados em dezenas na quinta-feira (26) no Japão não eram exibição de uma feira tecnológica. Eles eram os estimados que partiam, sendo homenageados com seu próprio “funeral’ tradicional.

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Em alguns aspectos, foi um funeral como qualquer outro no Japão, com fumaça de incenso se espalhando enquanto o sacerdote entoava o sutra, orando pela transição de paz das almas daqueles que partiam.

Contudo, os que partiam eram 114 das gerações antigas dos cães robôs AIBO da Sony, cada um com uma etiqueta para mostrar de onde eles vieram e a qual família pertenciam.

A empresa A FUN, que é especializada em consertar produtos vintage, já fez a despedida de cerca de 800 AIBOs dessa maneira em um templo budista secular.

Com a produção do AIBO interrompida, os proprietários de cães robôs antigos ou “mortos” geralmente os enviam à empresa, a única maneira que ela pode obter peças genuínas para usar em reparos.

Cães robôs enfileirados para suas despedidas (AFP via Japan Today)

Os cães extintos servem como o equivalente de doadores de órgãos para robôs com defeito, mas antes de serem colocados para uso, a empresa os homenageia com uma despedida tradicional.

A Sony lançou a primeira geração do AIBO em junho de 1999, com um lote inicial de três mil unidades se esgotando em somente 20 minutos, apesar do preço elevado de 250 mil ienes (mais de $2.000).

Nos anos seguintes, mais de 150 mil unidades foram vendidas, variando de versões metálicas àquelas com faces arredondadas.

Até 2006, no entanto, o negócio da Sony estava enfrentando problemas e o AIBO, um luxo caro e fútil, teve que ir.

A empresa manteve a AIBO Clinic aberta até março de 2014, mas então disse aos donos dedicados e amorosos que eles teriam que cuidar de seus cães por conta própria.

Donos desesperados tiveram que se voltar à A FUN, que tira partido de conhecimento de antigos engenheiros da Sony, para fazer reparos.

Em janeiro, a Sony lançou uma nova versão de seu cão robô AIBO, com inteligência artificial e conexão à internet, mas não retomou reparos de modelos antigos.

Fonte: Japan Today, AFP
Imagem: AFP, Wikimedia

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Número recorde de menores foi vítima de crimes por meio da mídia social

Publicado em 28 de abril de 2018, em Sociedade

A polícia investigou casos envolvendo menores de idade vítimas de crimes via de mídia social em 2017.

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Criminosos fingem ser crianças de idade similar à das vítimas, usando fotos falsas de perfil, para se encontrar com elas (imagem ilustrativa/banco de imagens)

A polícia investigou um recorde de 1.813 casos envolvendo menores de idade que foram vítimas de crimes sexuais e outros cometidos através do uso de mídia social em 2017, mostraram dados oficiais na quinta-feira (26).

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Acredita-se que o número, excluindo casos que envolvem serviços de encontros, tenha sido estimulado por um aumento na quantidade de crianças que são coagidas a enviar nudes (envio de fotos ou vídeos nus em redes sociais) a pessoas que elas conhecem online, de acordo com a polícia.

O número de tais casos teve alta de 77 ante o ano anterior para o nível mais alto desde 2008, quando os dados se tornaram disponíveis, disse a ANP- Agência Nacional de Polícia.

“Crianças podem começar a discutir ou compartilhar suas preocupações (através da mídia social), mas poderiam ser ameaçadas pelos (usuários) que obtêm dados através de interações online”, disse um oficial da ANP.

Uma série de crimes foi reportada, envolvendo criminosos fingindo ser crianças de idade similar à da vítima, usando fotos falsas de perfil, para se encontrar ou fazer com que o (a) menor de idade envie selfies explícitas.

Do total, 702 menores foram vítimas de má conduta sexual e outros crimes em violação à lei de proteção juvenil – um número que continuou quase inalterado aos longos dos últimos anos.

Violações da lei que proíbe a prostituição e pornografia infantil têm estado em alta nos últimos anos, com o número de vítimas de prostituição infantil totalizando 447 em 2017. O número dobrou dos 226 em 2013.

Menores em casos de pornografia infantil, incluindo aqueles envolvendo nudes, chegaram a 570, alta de 341 em 2013.

Um total de 61 crianças foram vítimas de crimes graves, incluindo 24 estupros e 21 raptos. Não houve casos de assassinato registrados.

A vítima mais jovem tinha 8 anos de idade, que foi convencida a enviar uma foto a alguém que ela conheceu através do YouTube.

Descobriu-se que  o Twitter e outros serviços online que permitem comunicação em massa com múltiplos usuários foram usados por muitas vítimas.

Dos 1.468 menores que se encontraram com os criminosos pessoalmente após se conhecerem online, 29.6% disseram que foram para receber dinheiro e presentes, seguido por 22.9% os quais disseram que foram tratados de forma gentil ou receberam conselhos e 17% que estavam querendo fazer amigos.

Fonte: Japan Times, Kyodo
Imagem: Banco de imagens

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