Soldado recebe primeiro transplante total de pênis e escroto do mundo

Em guerra no Afeganistão o soldado teve os órgãos mutilados e foi o primeiro homem do mundo a receber transplante de pênis e escroto.

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Dr. Andrew Lee (2º a partir da esq.) e sua equipe na Universidade Johns Hopkins (Johns Hopkins Medicine via BBC)

Uma equipe de médicos dos EUA realizou com sucesso o primeiro transplante total de pênis e escroto do mundo.

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Cirurgiões da Universidade Hopkins Baltimore, em Maryland, realizaram a operação em um soldado que havia sido ferido por uma bomba no Afeganistão.

Eles usaram um pênis, escroto e parede abdominal parcial transplantados de um doador falecido.

Segundo cirurgiões, o soldado poderá ter capacidade de reganhar função sexual, que é impossível com reconstruções penianas. A cirurgia, que durou mais de 14 horas, foi realizada por uma equipe de 11 cirurgiões em 26 de março.

Essa é a primeira cirurgia realizada em um veterano de combate ferido em exercício e a primeira a transplantar uma parte completa de tecido, incluindo o escroto e área abdominal ao redor.

Os médicos disseram que os testículos do doador não foram transplantados, devido a considerações éticas.

“Enquanto amputações de extremidade sejam visíveis e a deficiência resultante óbvia”, disse o Dr. Andrew Lee, responsável máximo por Cirurgia Reconstrutiva e Plástica na Universidade John Hopkins, durante uma teleconferência na segunda-feira (23), “algumas feridas de guerra são escondidas e seus impactos não são amplamente apreciados por outros”.

Dr. Lee chamou os ferimentos genitais de uma “ferida de guerra implícita”.

Recuperação em 6 a 12 meses

O soldado, que deseja se manter anônimo, disse em uma declaração divulgada pela universidade: “Ao acordar pela primeira vez, finalmente me senti mais normal como finalmente estou bem agora”.

Ele se feriu no Afeganistão após pisar em uma bomba escondida.

Em termos médicos, a cirurgia é chamada de alotransplante de composto vascularizado – o que significa que o processo envolve o transplante de pele, osso, músculo, tendões e vasos sanguíneos.

O Programa de Transplante Genital Johns Hopkins, que financiou a cirurgia, focou inicialmente em casos pós-traumáticos, principalmente em soldados feridos, visto que seus ferimentos geralmente tornam as opções convencionais impossíveis.

Especialistas da equipe cirúrgica esperam que o soldado se recupere completamente em seis a 12 meses.

Históricos de transplantes de pênis

A equipe de transplante também disse que a universidade aprovou 60 cirurgias de transplante genital como parte do programa.

O primeiro transplante de pênis nos EUA foi realizado em 2016 no Hospital Geral de Massachusetts em Boston.

Em 2014, cirurgiões sul-africanos realizaram com sucesso o primeiro transplante de pênis do mundo.

Fonte: BBC
Imagem: Bank Image, BBC

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O rosto de um homem que viveu no Japão há 27 mil anos

Publicado em 26 de abril de 2018, em Sociedade

Uma réplica da cabeça ficará em exibição no Museu de Tóquio até meados de junho.

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A cabeça reconstruída de um homem que viveu no Japão há 27 mil anos, com base em restos mortais encontrados na caverna Shirahosa Onetabaru em Ishigaki (Okinawa Prefectural Archaeological Center via Asahi)

Um crânio de um homem reconstruído digitalmente e que viveu no Japão há 27 mil anos mostra uma semelhança inconfundível com as raças no sul da Ásia, oferecendo uma pista crucial para a origens do povo japonês, dizem pesquisadores.

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O crânio, que remonta ao período Paleolítico, estava entre os restos de ossos de quatro indivíduos descobertos em uma caverna, a Shirahosa Onetabaru, na ilha de Ishigaki (Okinawa).

A descoberta foi anunciada pelo Centro Arqueológico da Província de Okinawa em 20 de abril.

O rosto é a reconstrução do que acredita-se ser o indivíduo mais velho a ter habitado o Japão, de acordo com arqueólogos do centro.

Restos mortais de um indivíduo nomeado Nº4 descobertos na caverna Shirahosa Onetabaru em Ishigaki (Okinawa Prefectural Archaeological Center via Asahi)

Especialistas do centro, assim como o Museu Nacional de Natureza e Ciência (Tóquio) e um grupo de pesquisa, recriaram a cabeça com base em dados digitais obtidos através de uma análise dos restos mortais dos quatro indivíduos.

Os pesquisadores deram o ponta pé inicial ao recriar a estrutura dos ossos da cabeça de um indivíduo identificado como Nº4 através de uma impressora 3D.

Foi determinado que o indivíduo era do sexo masculino e provavelmente tinha entre 30 a 40 anos quando morreu.

A imagem reflete características de pessoas da China e do Sudeste Asiático, assim como os ancestrais da cultura de cerâmica Jomon que surgiu no Japão entre 8.000 a.C e 300 a.C.

Uma réplica da cabeça ficará em exibição no Museu de Tóquio até 17 de junho.

Fonte e imagem: Asahi

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