Trilhas do Monte Fuji em Shizuoka abertas para a temporada de escalada

A temporada para escalar o Monte Fuji entrou totalmente em curso com a abertura de trilhas na província de Shizuoka. O lado de Yamanashi foi aberto no início do mês.

No ano passado, 284 mil alpinistas escalaram o Fuji-san (imagem à esq. Wikimedia- Mocchy/ à dir. banco de imagens)

A temporada de escalada ao Monte Fuji entrou totalmente em curso na terça-feira (10) com três trilhas na província de Shizuoka sendo abertas ao público.

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A trilha para o monte de 3.667 metros de altura do lado da província de Yamanashi foi aberta para o público no início deste mês. No ano passado, 284 mil alpinistas escalaram o Fuji-san. As trilhas fecham em 10 de setembro.

Embora não seja obrigatório, solicita-se aos alpinistas que paguem um valor de mil ienes por pessoa a fim de ajudar a manter a preservação da montanha, que foi designada como Local de Patrimônio Mundial da UNESCO em 2013.

Cerca de 112 mil pessoas passaram pelas rotas de Shizuoka no ano passado, com o valor coletado no local totalizando cerca de 52 milhões de ienes, de acordo com representantes da província.

O aumento no número de alpinistas causou preocupações ambientais em relação à montanha, a qual não teve sucesso em ser registrada como local de patrimônio natural, em parte, por causa do descarte ilegal de lixo.

Ao invés disso, o monte foi registrado como patrimônio cultural pelo seu significado como objeto de veneração e várias representações em obras de arte.

Fonte: Japan Times, Kyodo
Imagem: Wikimedia, banco de imagens

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Luto e reconstrução das regiões afetadas

Publicado em 11 de julho de 2018, em Informações

Nas 12 províncias mais atingidas pela chuva histórica foram constatadas 159 mortes e ainda há desaparecidos. Mesmo em luto, o recomeço.

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Até a manhã desta quarta-feira (11) foram constatadas 159 mortes, vítimas da chuva histórica que começou em 5 deste mês. Ainda há pelo menos 57 desaparecidos. As buscas continuam.

Nas regiões afetadas pela chuva que causou desastres como deslizamentos e inundações, a reconstrução começou com termômetros marcando mais de 30ºC.

Em Mabi-cho, na cidade de Kurashi (Okayama), uma das mais afetadas, o termômetro marcou máxima de 32,8ºC. Como a água e a lama diminuíram, as pessoas voltaram para suas casas durante o dia para a arrumação.

Nos locais que servem de abrigo os ventiladores foram substituídos por aparelhos de ar-condicionado, instalados para refrescar os desabrigados.

Ventiladores dos abrigos de Kurashiki foram substituídos por aparelhos de ar condicionado (ANN)

Em Uwajima (Ehime) os voluntários se juntaram com os moradores locais para remoção dos entulhos. E o aviso foi de fazerem intervalos para evitar insolação e hipertermia.

Voluntários ajudam a população de Uwajima na remoção de tudo o que foi danificado dentro de casa (ANN)

Em Fuchu (Hiroshima) as autoridades deram ordem de evacuação para os domicílios próximos ao Rio Enoki, na terça-feira à tarde. Transbordou com o deslizamento ocorrido na montanha, o qual caiu no rio. A lama tomou conta da área na tarde de terça-feira (10).  

Em Fuchu o rio de lama transbordou e as pessoas tiveram que ser socorridas (ANN)

Em Kurashiki (Okayama) a prefeitura suspendeu o recebimento de donativos, na tarde de terça-feira, por falta de espaço para acomodar tantos que recebeu de todo o país. No meio havia roupas usadas de outono e inverno, dispensáveis, pois a população não precisa.

Fontes: NHK e ANN 
Fotos e imagem: Wikimedia e ANN

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