Residentes estrangeiros também devem participar do censo 2020

O Japão realiza o recenseamento da população a cada 5 anos e a participação das famílias japonesas é obrigatória. Os residentes estrangeiros também. Foi adiado até 20/out.

Pessoas (PickPik) e envelope do censo 2020 (governo)

O censo demográfico do Japão seria realizado entre 14 de setembro a 10 de outubro para quem prefere responder ao questionário online – smartphone, tablet ou PC. Se preferir responder no papel o período é menor, de 1.º a 7 de outubro. No entanto, por baixo índice de resposta foi adiado para 20 deste mês, pela internet.

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Esse formulário foi distribuído em cada residência e, no caso de ausência, foi deixado na caixa postal.

Envelope com borda azul foi deixado na sua casa (PM)

Como se trata do recenseamento todas as famílias, incluindo as pessoas que vivem sozinhas, e os estrangeiros, todos devem participar. Embora seja obrigatório não há penalidade com multa, por exemplo. 

Todos os residentes estrangeiros que permanecerão no Japão por mais 3 meses devem responder ao questionário de 16 perguntas.

Não precisa se preocupar com as informações, pois elas serão usadas apenas para dados estatísticos, portanto, jamais irão para a polícia ou Imigração.

Caso não saiba ler os ideogramas japoneses, não se preocupe. A página explicativa foi traduzida em vários idiomas.

Nessas páginas têm exemplos do questionário traduzidos, além de um guia explicando como deve responder. 

Antes de abrir a página web do censo para iniciar as respostas é preciso abrir o envelope deixado na sua caixa postal para obter os dados para login.

No rodapé da folha tem um Login ID alfanúmerico e Access Key (senha) de 4 dígitos.

Comece a responder

Abra o link https://www.kokusei2020.go.jp/ e selecione o idioma português.

Será direcionado para o próximo passo que é o de começar a responder. Basta tocar nessa frase e iniciar.

Depois de tocar será direcionado para a página para efetivamente começar. Toque no local indicado.

Depois digite o Login ID, aquela sequência alfanumérica.

Em seguida, toque em próximo e será direcionado para a página que pede a Access Key, ou a senha. São 4 dígitos em letras romanas.

Depois, basta prosseguir respondendo ao questionário de 16 perguntas bem simples. A sua ação ajuda nesse importante levantamento do governo. Por isso, colabore! É fácil e não vai gastar mais de 20 minutos.

Só para relembrar, o prazo é até 20 deste mês.

Fonte: governo 

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Covid-19: cientistas sugerem nova teoria sobre a baixa taxa de mortalidade na África

Publicado em 7 de setembro de 2020, em Notícias do Mundo

As taxas de mortes reportadas no continente são uma fração daquelas vistas na Europa.

Rua vazia na Cidade do Cabo, África do Sul (banco de imagens PM)

Comunidades pobres na África podem ter desenvolvido maior imunidade aos coronavírus, sugeriram cientistas.

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As taxas de morte reportadas no continente são uma fração daquelas vistas na Europa.

A África viu mais de 1,2 milhão de casos desde o início da pandemia, e cerca de 30 mil mortes, de acordo com os dados mais recentes do Centro da África para Prevenção e Controle de Doenças.

Até agora, cientistas sugeriram que essa disparidade seja provavelmente resultado de países africanos terem populações mais jovens do que nações europeias.

A cepa de coronavírus Covid-19 provou ser mais mortal em pessoas idosas, com as mais jovens tendo maior probabilidade de serem assintomáticas, ou vivenciarem sintomas leves.

A África do Sul foi particularmente atingida pela primeira onda da pandemia global de Covid-19.

O país registrou mais da metade das infecções por Covid-19 na África com mais de 600 mil casos confirmados. Houve cerca de 11,5 mil mortes reportadas.

Em comparação, o Reino Unido registrou 339 mil casos confirmados, bem menos do que a África do Sul, mas viu mais de mil mortes por dia durante duas semanas em abril, com 41.514 no total desde o início da pandemia.

Apesar de preocupações sobre potencial número de mortes não declarado, a taxa está significantemente abaixo daquela vista em países europeus com altos números de casos confirmados.

Agora, especialistas na África do Sul sugeriram que pode haver uma outra razão para a alta taxa de sobrevivência.

Muitos dos cidadãos do país vivem na pobreza em condições aglomeradas em que distanciamento social é impossível.

O professor Salim Abdool Karim, chefe da equipe de aconselhamento ministerial da África do Sul sobre Covid-19, disse ao BBC que a idade pode não ser um fator crucial.

Ele disse que há uma nova hipótese, a qual ele afirma que é apoiada por cientistas dos EUA, de que as pessoas vivendo em condições, em que elas estão expostas a uma ampla variedade de vírus incluindo coronavírus, desenvolveram “certo nível de imunidade de proteção cruzada pré-existente”.

“A proteção pode ser bem mais intensa em áreas altamente povoadas, em configurações africanas. Isso pode explicar por que a maioria (no continente) tem infecções assintomáticas ou leves”.

Ele acrescentou: “Não posso pensar em outra coisa que explicaria os números de pessoas completamente assintomáticas que estamos vendo. Os números são completamente inacreditáveis”.

Uma equipe na unidade de Análises de Doenças e Doenças Infecciosas no hospital Baragwanath em Soweto planeja testar amostras de células sanguíneas para analisar a teoria, divulgou o BBC.

Fonte: Standard UK

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