Variante ‘similar à ômicron’ é identificada na Austrália

Não está claro que impacto a diferença terá em transmissibilidade ou qualquer potencial da ômicron para reduzir a eficácia de vacinas.

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A subvariante da ômicron foi identificada na Austrália (ilustrativa/banco de imagens)

Uma subvariante do coronavírus “similar à ômicron” foi identificada na Austrália.

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Inicialmente, os cientistas estavam confusos sobre a cepa, que é similar o suficiente com a ômicron para continuar na categoria, mas tem uma “linhagem” diferente.

Cientistas a classificaram como variante “furtiva” (discreta), com especialistas na Austrália explicando que a ômicron tem cerca de 30 mutações em sua proteína spike comparada com a cepa original de Wuhan, enquanto a similar à ômicron tem 14.

Não está claro que impacto esta diferença terá em transmissibilidade ou qualquer potencial da ômicron para reduzir a eficácia de vacinas.

A subvariante foi detectada em um homem que veio para a Austrália da África do Sul, divulgou o jornal Sydney Morning Herald.

“Esse é um trabalho incrível para nossas equipes científicas”, explicou o diretor executivo da saúde atuante, Peter Aitken, de acordo com o jornal.

Fonte: Metro UK

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Japão negocia com a Pfizer para entrega mais rápida de vacinas, diz Kishida

Publicado em 9 de dezembro de 2021, em Sociedade

O Japão acelerou seu programa de inoculação, com mais de 77% de sua população vacinada com duas doses.

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A vacina da Pfizer foi aprovada no Japão para uso como dose de reforço (banco de imagens)

O Japão está em negociações com a gigante farmacêutica dos EUA, a Pfizer, sobre a possibilidade de adiantar o cronograma para receber suas vacinas contra Covid-19, visto que a nação intensifica seu programa de doses de reforço, disse nesta quinta-feira (9) o primeiro-ministro Fumio Kishida.

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O país deve receber 120 milhões de doses para 2022 da Pfizer, a qual disse na quarta-feira (8) que uma terceira dose de sua vacina poderia oferecer proteção suficiente contra a nova variante ômicron do coronavírus.

A vacina da Pfizer foi aprovada no Japão para uso como reforço, com o imunizante da Moderna, uma outra gigante farmacêutica dos EUA, também podendo receber a luz verde.

O Japão estabeleceu um intervalo de 8 meses “em princípio” entre a segunda dose de vacina e um reforço, com as terceiras aplicações sendo administradas a profissionais da saúde a partir do início deste mês e para os idosos começando em janeiro de 2022. Contudo, Kishida disse que o governo planeja reduzir esse intervalo.

O número de casos de coronavírus caiu de forma acentuada no Japão, com 4 infecções pela variante ômicron confirmadas até agora.

Após ficar atrás dos EUA e de algumas nações europeias, o Japão acelerou seu programa de inoculação, com mais de 77% de sua população vacinada com duas doses.

Fonte: Mainichi

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