Se testar positivo no destino da viagem, onde ficar, como se tratar e quem banca as despesas?

No verão são muitas pessoas viajando para diversos destinos domésticos, especialmente onde tem praias. Saiba o que fazer se testar positivo.

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Mulher com mala no aeroporto (Pexels)

Este é o primeiro verão desde 2020 que as pessoas podem viajar livremente se estiverem vacinadas contra o coronavírus ou se testarem negativo antes de subir no avião, pois os governos locais não restringiram a movimentação dos cidadãos. 

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E os destinos mais procurados, como Hokkaido e Okinawa, têm recebido um número elevado de turistas. No entanto, com a velocidade da disseminação da infecção pelo coronavírus, especialmente da variante BA.5 da ômicron, não são poucas as pessoas que começam a sentir sintomas como febre ou dor de garganta durante a tão esperada viagem.

O que fazer?

As respostas para essa pergunta são:

  1. Fazer o teste de antígeno ou de PCR no local de viagem, buscando informação pela internet
  2. No caso de Okinawa, deve fazer contato com o TACO ou Centro de Consulta Turística de Okinawa: 098-840-1677 (8h às 21h, sem folga). Em outras províncias deve procurar o centro de saúde 
  3. Aguardar o resultado, evitando ao máximo sair

Como ficam os acompanhantes?

Mesmo que os acompanhantes não tenham sintoma, recomenda-se fazer o teste também.

Quem paga as despesas do hotel?

Imagem ilustrativa de apartamento de hotel (Wikimedia)

Nesse caso de necessitar aguardar no hotel, deve comunicar o local que ficará no apartamento. Ou, se o período da reserva vencer e não tiver apartamento disponível será necessário procurar um outro hotel. As prefeituras da província de Nagano ajudam os turistas testados positivo a buscar um local para se hospedarem.

Se precisar se locomover não poderá usar transporte público, terá que ser de carro providenciado pelo centro de saúde, no caso de Okinawa e Nagano.

Se necessitar tratamento?

Se necessitar se tratar de forma mais cuidadosa, será encaminhado para o hotel especificado ou hospital.  

No caso de tratamento no hotel serão enviadas as 3 refeições do dia bancadas pelo governo da província. Nesse caso, não terá despesas elevadas.

Se necessitar ser internado, não terá despesas durante esse período.

Se os sintomas forem leves?

Se os sintomas forem leves, será considerado paciente de tratamento domiciliar. Como se encontra em viagem, terá que ficar em um apartamento de hotel com todas as despesas por conta própria, até testar negativo. Nesse caso, não deve sair do apartamento.

Acompanhantes com resultado negativo, o que fazer?

Nesse caso, o tratamento em relação a essas pessoas é de contato próximo. Deverão ficar em quarentena no apartamento do hotel, evitando ao máximo sair. 

E o voo de volta?

Em todas as situações as despesas oriundas da taxa de cancelamento ou adiamento da reserva do voo ficam por conta dos viajantes.

Dica do médico

O médico Tetsuro Kato, da Hibiya Clinic de Tóquio, diz que antes de programar uma viagem neste período de pico da sétima onda é preciso saber da situação do destino. 

“No caso de Okinawa, onde a taxa de ocupação dos leitos chegou a 96% na quinta-feira, a situação é crítica. Ficaria bem difícil até para fazer um teste nesse local. Por isso, é importante fazer um levantamento preliminar do destino, considerando esse aspecto”, recomenda.

Quantos turistas testam positivo em Okinawa?

Nos últimos 3 dias, até quinta-feira (28), a média diária em Okinawa é de 5 mil testados positivo. Dentre eles, nos últimos 5 dias, os números de turistas com resultado positivo para o coronavírus são:

  • quinta-feira: 57
  • quarta-feira: 42
  • terça-feira: 64
  • segunda-feira: 34
  • domingo: 34

Se considerar que cada uma dessas pessoas veio com pelo menos um acompanhante, o qual testou negativo, esse mesmo número tem que ficar em quarentena, de pelo menos 3 dias no hotel. 

Concluindo com mais dicas

Kit de teste de antígeno (Wikimedia) e termômetro e medicamentos (Pixnio)

O médico e professor Tetsuya Matsumoto, da Universidade Internacional de Saúde e Bem-Estar, recomenda às pessoas que forem viajar que acrescentem algumas coisas na bagagem: máscaras extras, pequeno frasco com produto para higienizar as mãos, termômetro, analgésicos antipiréticos comuns comprados na farmácia, kit do teste de antígeno e o mínimo de comida caso precise passar uns dias de espera no hotel. 

Além disso, é bom deixar um saldo na conta bancária porque corre o risco de ter que bancar 10 a 15 dias de hospedagem e alimentação extras se testar positivo para o coronavírus.

E, se nas vésperas achar que não está se sentindo bem, ter a coragem de cancelar a viagem.

A conclusão é que a subvariante BA.5 infecta com mais velocidade do que a anterior, a BA.2, por isso, mesmo vacinado, a recomendação é usar máscara, higienizar bem as mãos sempre, buscar locais bem ventilados e evitar aglomerações.

Além disso, seguir as diretrizes locais como no caso de Okinawa, onde se pode sentar 4 no máximo por mesa do restaurante e bebidas alcoólicas em eventos estão proibidas. Os eventos grandes devem ser adiados.

Fontes: JNN e Gendai

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Japão confirma segundo caso de varíola dos macacos

Publicado em 28 de julho de 2022, em Sociedade

O segundo caso é um homem na faixa dos 30 anos que testou positivo em Tóquio. Sua condição de saúde é estável.

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Segundo caso de varíola dos macacos no Japão (ilustrativa/banco de imagens)

O Japão confirmou o segundo caso de varíola dos macacos, com um homem na faixa dos 30 anos testando positivo em Tóquio, disse um funcionário do Governo Metropolitano nesta quinta-feira (28).

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O homem, que havia viajado para o exterior, atualmente está hospitalizado, mas sua condição de saúde é estável, de acordo com o funcionário.

No primeiro caso confirmado no Japão, o paciente havia viajado para um país europeu do fim de junho a meados de julho onde ele teve contato próximo com uma pessoa infectada, disse o governo metropolitano.

O segundo paciente apresenta sintomas incluindo dor de cabeça, dores musculares e fadiga. O primeiro paciente tem sintomas similares e sua condição de saúde também é estável.

Na segunda-feira (25), o governo realizou uma reunião a fim de discutir medidas necessárias para responder a um possível surto de varíola dos macacos no país, após a Organização Mundial da Saúde ter declarado o surto da doença infecciosa uma emergência de saúde global.

Infecções vêm sendo reportadas desde maio fora da África Central e Ocidental, onde a doença é endêmica.

Sintomas da doença, que se espalha através de contato físico próximo, incluem febre, erupções cutâneas de proporção extensa, lesões na pele e nódulos linfáticos inchados após um período de incubação de 5 a 21 dias.

Fonte: Japan Times

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