TSCM no Japão: ministro visita as obras bem adiantadas

O ministro Nishimura visitou o canteiro de obras da indústria de semicondutores da TSMC, a qual poderá ser inaugurada antes.

Imagem da fachada da JASM, indústria de semicondutores (divulgação)

O canteiro de obras com enormes guindastes é da futura indústria de semicondutores, na cidade de Kikuyo (Kumamoto). A construção apoiada pelo governo do Japão está progredindo de forma constante. 

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No domingo (16) o Ministro da Economia, Comércio e Indústria, Yasutoshi Nishimura, visitou o local e expressou suas expectativas para Kumamoto, a qual é chamada de Kyushu Silicon Island.

A indústria em construção está sob a responsabilidade da JASM, acrônimo de Japan Advanced Semiconductor Manufacturing, subsidiária da TSMCTaiwan Semiconductor Manufacturing Company, a maior fabricante de semicondutores sediada em Taiwan.

Ministro Nishimura (2.º da esq.) visita a obra de construção da JASM, subsidiária da TSMC (KAB)

As obras de fundação começaram em abril deste ano e atualmente estão em fase de construção da parte estrutural do edifício.

O período de construção que normalmente seria de 2 a 3 anos foi bastante reduzido, por isso, prevê-se que poderá ser concluída em setembro do próximo ano.

Nessa indústria serão produzidos semicondutores com de circuito de 10 a 20 nanômetros de largura para uso em uma ampla gama de produtos eletrônicos. A planta está programada para entrar em operação e produção em dezembro do ano seguinte.

O governo também tem grandes expectativas para a expansão da indústria de semicondutores.

“Senti um forte entusiasmo pela realização da obra na Kyushu Silicon Island, centrada em Kumamoto, para a revitalização. Estou ansioso por esses esforços, que levarão ao investimento em Kyushu como um todo e no desenvolvimento de recursos humanos”, disse Nishimura.  

Antes da visita à obra, o ministro Nishimura também se reuniu com o governador Kabashima e o reitor Hisao Ogawa da Universidade de Kumamoto e prometeu cooperar com os ministérios e agências relevantes do país para fornecer apoio no desenvolvimento de recursos humanos relacionados aos semicondutores e medidas contra o congestionamento do tráfego.

Fonte: KAB

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Uso frequente de produtos para alisar cabelo pode aumentar risco de câncer de útero

Publicado em 18 de outubro de 2022, em Notícias do Mundo

Estudo sugere que produtos para alisar o cabelo podem aumentar de forma significativa o risco de desenvolver câncer de útero entre mulheres que os usam frequentemente.

Ilustrativa (banco de imagens)

Produtos para alisar o cabelo podem aumentar de forma significativa o risco de desenvolver câncer de útero entre mulheres que os usam frequentemente, sugeriu na segunda-feira (17) um estudo de ampla escala.

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“Estimamos que 1.64% das mulheres que nunca usaram produtos para alisar o cabelo poderiam desenvolver câncer de útero até os 70 anos, mas para usuária frequentes, esse risco aumenta para 4.05%, disse a líder do estudo, Alexandra White, do Instituto Nacional de Segurança de Saúde Ambiental (NIEHS) dos EUA, em uma declaração.

“Entretanto, é importante colocar essa informação em contexto. O câncer de útero é um tipo relativamente raro”, acrescentou ela.

Mesmo assim, ele é o câncer ginecológico mais comum nos EUA, de acordo com o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), com as taxas aumentando, principalmente entre mulheres negras.

Pesquisadores rastrearam 33.947 de mulheres racialmente diversas, com idades entre 35 e 74 anos, por uma média de cerca de 11 anos. Durante esse tempo, 378 mulheres desenvolveram câncer de útero.

Estudos anteriores mostraram que produtos para alisar o cabelo contêm as chamadas substâncias químicas que causam desregulação endócrina. Anteriormente, os produtos foram associados a riscos maiores de câncer de mama e de ovário.

A ligação entre o uso de produtos para alisar cabelo e câncer de útero não fez diferença por raça no estudo.

Entretanto, “como mulheres negras usam produtos para alisar o cabelo ou para relaxamento com mais frequência e tendem a iniciar a utilização mais cedo do que outras etnias, essas descobertas podem ser ainda mais relevantes para elas”, disse Che-Jung do NIEHS em uma declaração.

Fonte: The Guardian

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