Ato de comissárias de bordo com passageiro que transportava cinzas da esposa emociona o público

Veja esta emocionante história do marido que levava as cinzas de sua esposa para sua terra natal no Japão e a atitude das comissárias.

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O esforço de equipe veio de uma maneira que tocou o coração do público (imagem ilustrativa)

No Japão, a maioria dos corpos daqueles que se foram são cremados, contudo, uma vez que um corpo passa por esse processo, ainda não está acabado. As cinzas precisam ser transportadas para seus locais de descanso, seja ele uma casa ou túmulo.

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Para alguns, o transporte das cinzas pode ser uma jornada bem difícil. Um usuário japonês do Twitter, o KMD, postou recentemente um pequeno artigo sobre uma viagem do tipo que um amigo do seu pai realizou após a morte da esposa, mexendo com os sentimentos do público na internet.

Abaixo o tweet original:

Esse é um artigo que meu pai escreveu sobre o amigo dele, mas é uma história interessante que eu gostaria que vocês lessem:

O artigo conta que o homem estava transportando as cinzas de sua esposa, de onde eles viviam em Yokohama (Kanagawa) para sua terra natal, na província de Saga, na ilha de Kyushu. Os dois tinham uma vida juntos há mais de meio século.

Ele viajou de avião para chegar a Saga e trouxe as cinzas de sua esposa guardadas em uma bolsa grande. Como a bolsa tinha um tamanho considerável, ele perguntou no balcão de check-in se não tinha problema.

Tudo parecia bem, então, ao entrar no avião ele colocou a bolsa no compartimento superior e se sentou. Mas, depois, uma comissária de bordo veio até ele e disse “o assento ao seu lado está vazio. Seu (sua) companheiro (a) de viagem gostaria de se sentar?

A pergunta simples que ele havia feito durante o check-in se transformou em algo maior. A comissária de bordo tirou a bolsa do compartimento, colocou-a no assento ao lado do homem e envolveu o cinto de segurança. Até refeições leves foram trazidas para a sua companheira de viagem durante o voo.

“Nós pudemos ter uma viagem final juntos, somente nós dois”, disse o homem.

Essa foi uma bela maneira de ajudar o homem a encontrar felicidade durante o que poderia ser um momento muito difícil. É de impressionar que a empresa aérea estava disposta não somente a ir além de providenciar um assento (considerando todas as precauções de segurança que eles precisaram tomar), mas também que o balcão do check-in foi capaz de transmitir a mensagem às comissárias de bordo. Foi um esforço de equipe que veio dessa maneira emocionante.

Alguns comentários dos internautas no Japão:

“Eles deram a ele uma viagem que ele nunca esquecerá”.

“Isso me fez chorar”.

“Isso me fez chorar também, mas não lágrimas de tristeza, mas lágrimas de felicidade”.

“Eu acho que eles só fizeram isso porque tinham espaço extra, mas o fato de eles realmente terem feito isso é incrível”.

Fonte: Rocket News
Imagem: Bank Image

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Justiça reconhece karoshi de motorista de caminhão

Publicado em 2 de setembro de 2017, em Sociedade

Motorista e entregador nas lojas de conveniência morreu subitamente por excesso de trabalho (karoshi). Fazia média de 110 horas extras mensais.

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Histórico dos cartões do ponto do motorista mostram que chegou a cumprir 141h37min extras no mês (ANN)

A Inspetoria de Normas Trabalhistas de Nagano reconheceu que um motorista de caminhão e entregador de produtos nas lojas de conveniência de 43 anos morreu por karoshi ou excesso de trabalho. O laudo de sua morte foi dado em 24 de agosto e o anúncio na quinta-feira (31).

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Ele era funcionário da Shinano Rikuso (Shinriku), com sede em Chikuma (Nagano). O motorista, cuja identidade não foi divulgada, morreu em janeiro deste ano. Após ter realizado uma entrega em uma loja de conveniência em Ueda (Nagano), foi encontrado caído no estacionamento.

Ele foi socorrido, porém sua morte foi confirmada pelo hospital. A causa da morte foi dissecção aórtica aguda. Essa é uma doença que afeta a aorta, maior artéria do corpo humano a qual transporta o sangue do coração para o corpo.

Karoshi pelas longas horas extras

Durante os 6 meses antes de sua morte, a média mensal de horas trabalhadas foi de 110 horas extras. Havia meses em que o motorista fez mais de 130 horas, chegando a 141h37min horas extras, sendo que o limite estabelecido pelas normas trabalhistas é de 80 horas extras.

Foi constatado que o motorista não tinha tempo suficiente para repouso. Além disso, saciava sua fome comendo onigiri (bolinhos de arroz) ao volante, teria contado aos familiares.

O motorista foi admitido em março do ano passado. Segundo o advogado dos familiares, quando ingressou na companhia pesava 66,9 Kg. Sete meses depois o peso caiu para 59,6 Kg.

Mãe lamenta pela morte do filho

“Ele voltava para casa por volta das 3h00 e eu ficava preocupada com esse trabalho árduo. Era um bom trabalhador e de personalidade gentil. Lamento profundamente em pensar que nunca mais o verei”, desabafou a mãe para o Sankei News.

A companhia de transporte declarou que lamenta pela família enlutada e irá se empenhar para promover melhorias no trabalho.

Fontes: Sankei, News 24 e ANN
Foto: ANN

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