Operações de navios de cruzeiro são retomadas no Japão com medidas antivírus

Embarcações voltam a navegar gradualmente com medidas de segurança antivírus em curso.

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O Asuka II no porto de Nagasaki (FNN)

O negócios de cruzeiros no Japão está sendo retomados, com embarcações voltando a navegar gradualmente com medidas de segurança antivírus em curso após várias viagens canceladas devido à pandemia.

Os principais navios de cruzeiro Asuka II e Nippon Maru haviam operado um total de 21 viagens até a segunda-feira (15), após reiniciarem as operações um pouco antes ou após o governo ter encerrado em setembro o estado de emergência do coronavírus que cobriu Tóquio e outras várias províncias.

No início de novembro, o Asuka II de 50.444 toneladas com cerca de 300 pessoas a bordo entrou em um porto em Hitachinaka (Ibaraki), tornando-se o primeiro navio de cruzeiro a parar no porto no leste do Japão em cerca de 2 anos.

Protocolos antivírus implementados por operadoras também incluem capacidade reduzida. A operadora do Asuka II, que comporta até 870 passageiros, permite apenas metade da capacidade do navio, enquanto o Nippon Maru permite cerca de 65% de sua capacidade de cerca de 530 pessoas.

Os operadores conduzirão testes de Covid-19 para passageiros antes e no dia que eles embarcarem nos navios.

Em maio deste ano, o Asuka II embarcou em uma viagem doméstica, mas teve que retornar ao porto de Yokohama após um passageiro ter testado positivo para Covid-19.

Em fevereiro de 2020, nos dias iniciais do surto da Covid-19, o navio de cruzeiro Diamond Princess foi colocado sob quarentena no porto de Yokohama após infecções terem sido descobertas entre cerca de 3,7 mil passageiros e tripulação de 56 países e regiões a bordo.

Fonte: News and Culture

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Morte de cão por ‘controle do vírus’ causa indignação na China

Publicado em 16 de novembro de 2021, em Ásia

Imagens de uma webcam mostraram o cão recuando quando era agredido por funcionários da comunidade com um pé de cabra.

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O cão da raça corgi foi morto por funcionários da saúde da comunidade (ilustrativa/banco de imagens)

A alegada morte de um cão cujos donos estavam sob quarentena espalhou indignação na China, iniciando uma enxurrada de discussões sobre bem-estar animal enquanto o país luta contra uma nova onda de infecções por Covid-19.

Esse é o mais recente em uma série de incidentes envolvendo maus-tratos contra animais em meio ao coronavírus, e também espalhou discussões sobre o que é aceitável na prevenção da epidemia.

Em uma postagem na Weibo, plataforma de mídia social chinesa, uma mulher na cidade de Shangrao, província de Jiangxi, disse que ela havia sido colocada sob quarentena na noite de quinta-feira (11) após um caso de Covid-19 ter sido detectado no seu bairro.

Incapaz de levar seu cão da raça corgi junto com ela, a mulher, que se identificou apenas como Fu, deixou o pet em casa com um bilhete na porta dizendo aos funcionários da saúde que iam fazer a higienização de seu apartamento que o cachorro estava na coleira e que o deixassem ficar lá.

Mas na tarde de sexta-feira (12), funcionários da saúde usando roupas de proteção invadiram seu apartamento portando o que parecia ser um pé de cabra para tirar o cão, mas ele resistiu.

Imagens de uma webcam mostraram o cão se escondendo no canto sob uma mesa, a qual os funcionários removeram para ter acesso a ele.

Fu assistiu a tudo pela webcam quando eles bateram várias vezes no cão com o pé de cabra, apesar de seus apelos através da função de comunicação da câmera. Eles disseram à ela que implorar seria fútil porque um superior havia os encarregado para “resolver” o problema em relação ao cão.

Fu disse que o corpo de seu cão foi colocado em um saco plástico amarelo e levado embora.

Até sábado (13) a postagem havia sido visualizada mais de 50 milhões de vezes, com mais de 118 mil compartilhamentos, mas ela não podia ser mais buscada na Weibo e não estava mais no ar na segunda-feira (15).

Apesar das tentativas de censores em “apagar” o incidente da Internet, o caso ganhou novo fôlego após responsáveis locais terem respondido ao caso no sábado.

O grupo de controle de vírus da Comunidade de Xishi do Distrito de Xinzhou disse que os funcionários envolvidos haviam sido removidos de seus cargos e pediram desculpas a Fu, que “manifestou compreensão” da situação.

“Antes dos funcionários no local terem se comunicado suficientemente com Fu, eles conduziram o descarte inofensivo do cão de estimação”, disse o grupo em uma declaração postada em suas contas de mídia social oficiais.

O uso do termo “descarte inofensivo” espalhou ainda mais indignação, com muitos sustentando isso como um outro caso de responsáveis tendo reações exageradas e indo além das possibilidades na busca de Covid-19 zero.

Imagens da Weibo (Straits Times)

Fonte: Straits Times

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