Casos de covid-19 na Ásia passam de 100 milhões

A Coreia do Sul lidera o mundo em número médio diário de novos casos registrados.

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Pessoas de máscara no metrô em Seul, Coreia do Sul (banco de imagens)

Infecções por covid-19 na Ásia ultrapassaram 100 milhões nesta quarta-feira (30), de acordo com um cálculo da agência Reuters, enquanto a região registra um aumento de casos, dominados pela subvariante BA.2 da variante ômicron do coronavírus.

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A região está reportando mais de 1 milhão de novos casos de covid-19 a cada 2 dias, de acordo com uma análise da Reuters. Com mais da metade da população mundial, a Ásia tem 21% de todos os casos reportados de covid-19.

A Coreia do Sul lidera o mundo em número médio diário de novos casos registrados, contando por 1 em cada 4 infecções reportadas globalmente a cada dia, segundo a análise da Reuters.

A China está tentando conter seu maior surto desde o início da pandemia. O aumento nos casos de covid-19 em Xangai, alimentados pela subvariante BA.2, levou o centro financeiro a entrar em lockdown.

A Índia sozinha conta por 43 milhões de casos de coronavírus, mais do que o total dos três países asiáticos mais atingidos que são Japão, Coreia do Sul e Vietnã.

No início de março, a Ásia ultrapassou 1 milhão de mortes por covid-19. Agora o número situa-se a 1.027.586 milhões de óbitos relacionados ao vírus por todo o continente.

Vacinas são consideradas menos eficazes contra a subvariante BA.2 comparada com suas antecessoras. Estudos mostraram que a ômicron pode reinfectar pessoas anteriormente diagnosticadas com variantes diferentes de coronavírus.

Fonte: Bangkok Post

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Coreia do Sul diz que o Norte falsificou lançamento de ‘míssil monstro’

Publicado em 30 de março de 2022, em Ásia

O falso anúncio foi provavelmente uma tentativa de Pyongyang compensar um lançamento sem sucesso em 16 de março.

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Em 25 de março, a Coreia do Norte afirmou ter testado com sucesso um Hwasong-17 (YouTube/Global News)

A Coreia do Norte falsificou o lançamento do que analistas intitularam como seu “míssil monstro” na semana passada, disseram as forças armadas de Seul nesta quarta-feira (30), acrescentando que o teste foi, na realidade, do mesmo míssil balístico intercontinental que Pyongyang disparou em 2017.

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Em 25 de março, a Coreia do Norte afirmou ter testado com sucesso um Hwasong-17 – um ICBM (míssil balístico intercontinental) de longo alcance, o qual analistas dizem ter a capacidade de transportar várias ogivas – que o país revelou em um desfile no ano de 2020.

Entretanto, o ministério da Defesa da Coreia do Sul disse à AFP que Seul e Washington agora concluíram que o lançamento foi na verdade de um Hwasong-15, um ICBM que Pyongyang testou em 2017, menor e menos poderoso.,

Ambos ICBMs são potencialmente capazes de atingir os EUA.

Na ocasião, Seul e Tóquio confirmaram separadamente que o míssil lançado em 24 de março havia viajado mais alto e mais longe do que qualquer teste anterior – mas analistas apontaram depois para discrepâncias na descrição da Coreia do Norte.

O falso anúncio foi provavelmente uma tentativa de Pyongyang compensar um lançamento sem sucesso em 16 de março, quando um míssil, o qual analistas disseram ser na verdade o Hwasong-17, ter explodido logo em seguida.

De acordo com o site especializado sediado em Seul, o NK News, destroços do teste que falhou caíram em ou perto de Pyongyang como uma bola de fumaça tingida de vermelho que fez zigue-zague no céu.

“Residentes de Pyongyang devem ter ficado chocados” pelo lançamento sem sucesso, e isso pode ter afetado a opinião pública do regime de Kim, disse o político Ha Tae-keung do conservador Partido do Poder da População da oposição aos repórteres.

As mídias estatais norte-coreanas – Rodong Sinmun e a agência de notícias KCNA – não reportaram sobre o lançamento sem sucesso na ocasião.

Elas tipicamente divulgam reportagens de testes de armas dentro de 24 horas do lançamento, geralmente com fotografias.

Mas o lançamento de 24 de março foi propagandeado na mídia estatal, com a KCTV divulgando um vídeo ágil supostamente mostrando o míssil gigante sendo testado com sucesso.

Fonte: Bangkok Post

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