Difícil retomada da agricultura com marcas da guerra na Ucrânia

Nas terras administradas por um fazendeiro há marcas dos bombardeios. Mas é preciso cultivar para poder viver e pagar as contas.

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Fazendeiro Yuri mostra o galpão e outras instalações destruídas pelos russos (ANN)

Na cidade de Chernihiv, ao norte da Ucrânia, recuperada do exército russo, estão em andamento movimentos de reconstrução. A ANN entrevistou um agricultor que está tentando recuperar o atraso.

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Yuri, o qual cultiva trigo e milho, relatou que “fiz a semeadura 3 semanas depois do habitual, o que é bastante tarde, mas quero chegar a tempo da colheita”.

A invasão do exército russo causou enormes danos na fazenda. Dos 38 tratores e equipamentos agrícolas, 36 foram danificados pelos mísseis e minas terrestres, além do armazém de fertilizantes que foi destruído.

Equipamentos agrícolas destruídos (cedida por Yuri para ANN)

Ainda se pode ver na fazenda os projéteis cravados no solo ou as minas que explodiram. Yuri disse que à medida que vai cultivando remove o que foi deixado pelo exército de Putin.

“Como esta terra é alugada do país, temos que pagar esse aluguel e o salário dos funcionários, então, temos que semear”, explicou. 

Projétil cravado no solo (cedida por Yuri para ANN)

Na Ucrânia, onde 70% das terras são agrícolas, os preços dos combustíveis dispararam após a invasão do exército russo. O agricultor Yuri está em uma situação difícil, pois não pode pagar o combustível usado para máquinas, por não ter dinheiro.

Quando se pensava que os russos teriam deixado Chernihiv, no sábado (21), voltaram a atacar nas áreas fronteiriças. 

Mina terrestre na fazenda (cedida por Yuri para ANN)

Fontes: ANN e Ukrinform

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Prédio de madeira mais alto do Japão é concluído

Publicado em 23 de maio de 2022, em Sociedade

O uso reduzido de aço e concreto oferece aos prédios de madeira uma pegada de carbono menor do que estruturas convencionais.

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O prédio fica em Yokohama, na província de Kanagawa (NHK)

Um edifício recentemente concluído em Yokohama (Kanagawa) é o mais alto de seu tipo a ser construído amplamente em madeira. A estrutura ecologicamente correta tem 44 metros de altura.

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A Obayashi Corporation foi responsável pela construção do prédio de 11 andares. A estrutura tem armação de madeira que reduz sua pegada de carbono enquanto atende a padrões de resistência a terremotos.

Os pilares de madeira e vigas usadas na estrutura são formados por três camadas laminadas juntas para aumentar a força. Tecnologia especial à prova d’àgua para prevenir dilatação da exposição à chuva significa que a estrutura pode suportar um terremoto de intensidade 7, a mais alta na escala sísmica japonesa.

O uso reduzido de aço e concreto oferece aos prédios de madeira uma pegada de carbono menor do que estruturas convencionais.

O Japão está vivenciando um miniauge na construção de prédios do tipo. No ano passado, um prédio de 12 andares feito de madeira com estrutura de aço foi erguido no distrito de Ginza em Tóquio.

Fonte: NHK

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