Estrangeiro sem consentimento de exame e tratamento, morre no presídio

O réu estrangeiro não obteve autorização para tratamento médico fora da instituição carcerária e foi encontrado morto na terça-feira.

Imagem meramente ilustrativa de uma cela de presídio (PxHere)

O advogado japonês Takashi Takano, do réu estrangeiro preso que morreu no Centro de Detenção de Yokohama (Kanagawa), informou através de uma coletiva de imprensa, na terça-feira (11), que era um israelense de 60 anos.

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O preso estrangeiro foi encontrado por volta das 6h de terça-feira, quando um funcionário do presídio o viu com falta de respiração sobre a cama da cela individual.

A instituição carcerária considera como suicídio, pois foi encontrado com um elástico de prender o cabelo envolto no pescoço até a cabeça. A ronda é feita a cada 20 minutos e logo o preso estrangeiro foi levado para o hospital, onde a morte foi confirmada.

Réu israelense tinha problema cardíaco

De acordo com o advogado do réu テネンボイム・アムノン・ハノフ, ele esteve preso por quase dois anos, como suspeito de violação da Lei de Controle de Drogas, por ter comprado estimulantes, em novembro de 2020. 

Advogado do réu estrangeiro em coletiva de imprensa (Kanagawa Shimbun)

Havia suspeita de ter problemas cardíacos e precisava de exames e tratamento especializados, mas o Tribunal Distrital de Yokohama não concedeu uma moção para suspender a execução de sua detenção e assim, não pôde receber os cuidados médicos adequados.

Além disso, durante a detenção, o acesso a qualquer pessoa que não fosse um advogado foi restringido, o que levou ao sofrimento emocional.

Blasfêmia contra a humanidade

O advogado explicou que o réu estrangeiro começou a se queixar de fortes dores no peito e no ombro por volta da primavera deste ano. Foi examinado por um médico dentro do presídio.

O advogado levou o laudo para um médico de fora da instituição, o qual recomendou um tratamento urgente pela suspeita de angina pectoris ou infarto do miocárdio, dizendo que talvez fosse necessária uma internação.

Em 16 de setembro, Takano solicitou ao tribunal distrital que suspendesse a execução da prisão, mas não foi concedido, sem explicar o motivo. 

O advogado Takashi Takano criticou o caso em uma coletiva de imprensa, dizendo: “Esta é uma blasfêmia grosseira contra a humanidade”. 

O tribunal distrital se recusou a comentar.

Fontes: Tokyo Shimbun, Mainichi e Kanagawa Shimbun

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App poderá em breve diagnosticar câncer pelo som da voz

Publicado em 12 de outubro de 2022, em Notícias do Mundo

Cientistas estão criando uma inteligência artificial que pode buscar mudanças mínimas nas cordas vocais.

Especialistas já sabem que a voz é alterada por condições como Parkinson ou AVC, enquanto a respiração é afetada por doenças do pulmão (ilustrativa/banco de imagens)

Um app poderá em breve ter a capacidade de diagnosticar uma pessoa com condições de saúde crônicas usando o som de sua voz.

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Cientistas estão criando uma inteligência artificial (IA) que analisa vibrações na fala e nos padrões de respiração para buscar indícios de doenças.

O Instituto Nacional de Saúde (NIH) dos EUA está financiando um gigantesco projeto de pesquisa para coletar dados de voz que construirão a IA.

Especialistas já sabem que a voz é alterada por condições como Parkinson ou AVC, enquanto a respiração é afetada por doenças do pulmão.

Mas a esperança é de que programa de computador seja capaz de diagnosticar uma ampla variedade de condições, incluindo câncer e depressão.

Um grupo de especialistas começará a coletar as vozes de pessoas com condições em cinco áreas: desordens neurológicas, da voz, de humor, respiratória e pediátrica como autismo e atrasos na fala.

Isso faz parte da Bridge to AI do NIH, um programa de US$130 milhões destinado a acelerar o uso propagado de tecnologia de inteligência artificial na área médica.

A Dra. Yael Bensoussan, diretora do Centro de Saúde da Voz da Universidade do Sul da Flórida, está liderando cientistas de 12 instituições de pesquisa.

Ela acredita que “a voz tem o potencial de ser um biomarcador para várias condições de saúde”.

Se o app tiver êxito, ele poderia ser um divisor de águas para pessoas com acesso limitado a cuidados da saúde.

Fonte: Mail Online

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