Polícia introduz SUP em Shimane

A imagem parece de um policial uniformizado curtindo SUP, mas não por lazer.

Policial carregando SUP na praia (BSS)

Na terça-feira (3) alguns policiais foram vistos usando SUP na praia de Koura, na cidade de Matsue (Shimane). No entanto, não era para lazer e sim, estavam em treinamento.

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Sobre o SUP (acrônimo de Stand Up Pad) os policiais uniformizados mas descalços estavam se equilibrando sobre a prancha e usando remo.

Ao redor deles havia homens não uniformizados, os quais são instrutores passando orientações de como usar essa prancha popular em todo o mundo.

Os policiais da Guarda Costeira passarão a utilizar o SUP para patrulhamento e fiscalização, segundo a Delegacia de Matsue. Assim, poderão usar essa prancha popular para a prevenção do contrabando, da pesca furtiva e outras ações.

Segundo um dos instrutores, “nos permitem usar o mar de graça, então quisemos fazer uma retribuição, por isso, é uma grande oportunidade”, explicou.

Assim, o patrulhamento poderá ser feito com o SUP como novo veículo em combinação com o caiaque.

Policial equilibrado sobre o SUP e usando remo (BSS)

Fonte: BSS

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Daikin produzirá aparelhos de ar-condicionado sem peças da China

Publicado em 4 de outubro de 2022, em Sociedade

Até março de 2024, a Daikin planeja estabelecer uma rede de fornecimento para produzir aparelhos de ar-condicionado sem ter que depender de peças fabricadas na China.

A Daikin, uma das principais fabricantes de aparelhos de ar-condicionado do mundo, fabricará seus próprios componentes centrais (banco de imagens)

A Daikin Industries do Japão planeja estabelecer até março de 2024 uma rede de fornecimento para produzir aparelhos de ar-condicionado sem ter que depender de peças fabricadas na China, enquanto o setor de fabricação cresce cada vez mais cauteloso com a política rigorosa zero-Covid da China.

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A Daikin, uma das principais fabricantes de aparelhos de ar-condicionado do mundo, fabricará seus próprios componentes centrais, incluindo peças que ajudam a conservar energia, e também vai encorajar seus fornecedores a fabricarem seus produtos fora da China.

Até agora, fabricantes japonesas têm concentrado suas bases de produção e fornecimento de peças na China onde a mão de obra e despesas gerais são mais baratas. A dependência na China é particularmente alta para peças usadas em eletrodomésticos e automóveis.

De fato, a Daikin dependeu pesadamente da China para peças desde meados de 2010, importando 35% de suas necessidades, em uma base de valor, do país em 2020.

O número caiu para 20% em 2021, mas os lockdowns em Xangai neste ano, resultado de medidas rigorosas de Pequim para conter a propagação da covid-19, levaram a uma queda na produção de algumas peças, impactando o trabalho da Daikin.

Como resultado, a Daikin considerou que ela precisava ter fornecedores de contingência em outras regiões. Para peças como válvulas e grandes folhas de metal, a Daikin continuará a obter da China, mas ao mesmo tempo, começará a comprar de outras fabricantes no Japão e no Sudeste Asiático em caso de emergência.

Enquanto o afastamento de peças chinesas resultará em um aumento nos custos de aquisição, a Daikin vê isso como segurança contra futuras emergências.

Fonte: Asia Nikkei

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