Ovos historicamente caros, mas os preços poderão cair?

Os ovos de galinha não deverão desaparecer do mercado, mas estão mais escassos, por isso os preços estão elevados.

Bandeja de ovos (Public Domain Pictures)

Já se foi o tempo em que uma bandeja de ovos de galinha podiam ser comprados na casa dos 100 ienes.

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Atualmente há supermercados que estão vendendo por 280 ienes, quase o dobro do final do ano de 2021, pois uma bandeja custava em média ¥146.

É o segundo alimento mais nutritivo depois do leite materno, por isso, é imprescindível para o preparo das refeições, como também nos restaurantes e confeitarias.

Os restaurantes especializados em omrice – acrônimo de omelet rice – e os cafés e confeitarias que servem pudins, bolos e outras delícias, estão operando no vermelho por causa disso.  

Devido ao impacto da gripe aviária, que resultou no maior abate de 10 milhões de aves em todo o país, os preços dos ovos continuam se mantendo em um patamar elevado mesmo em janeiro deste ano.

“Os abates afetaram muito a oferta futura”, explicou um especialista. Segundo ele, leva 6 meses para os filhotes crescerem e começarem a botar ovos. Portanto, estima-se um ano e meio para o mercado se recuperar totalmente.

A demanda por ovos tende a diminuir durante o verão, período calculado em que a oferta deverá se recuperar gradualmente.

Assim, é provável que os preços dos ovos caiam no verão.

No entanto, se a gripe aviária continuar se espalhando pode-se esperar que os preços subam ainda mais. Ou seja, o futuro é incerto.  

Fontes: FNN e Tokai TV

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Cidade mais fria do mundo registra 50 graus negativos

Publicado em 17 de janeiro de 2023, em Notícias do Mundo

Lar para menos de 1 milhão de residentes, os invernos em Yakutsk podem ser extremos, mesmo para padrões russos.

Imagem de Yakutsk há alguns anos (Filckr/Conservation of Arctic Flora and Fauna- CAFF)

Você pensa que seu inverno é gelado? As temperaturas na cidade mais fria do mundo caíram para 50 graus negativos (-58 graus Fahrenheit).

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A cidade de Yakutsk, no leste da Sibéria, identificada amplamente como um dos locais mais frios do mundo, tem visto uma onda de frio anormalmente longa.

Janeiro é o mês mais frio na cidade e, embora eles já estejam acostumados com temperaturas congelantes, residentes nessa região remota estão tomando precauções extras para se manterem aquecidos.

“Você pode lutar contra isso”, disse à Reuters um residente que estava vestindo dois cachecóis e várias camadas de luvas, chapéus e capuz. “Você se ajusta e se veste de acordo com a situação ou o que você sofre”.

Fazer camadas, de acordo com uma outra residente que vende peixe congelado em um mercado local, é a chave. “Simplesmente vista-se de forma quente, como um repolho”, disse ela.

Lar para menos de 1 milhão de residentes, os invernos em Yakutsk podem ser extremos, mesmo para padrões russos.

Mas a cidade atraiu atenção internacional em julho quando névoa de incêndios florestais nas proximidades arrasou florestas, cobrindo a região com fumaça densa.

Cientistas manifestaram graves preocupações com a frequência crescente dos incêndios causados pela mudança climática no Ártico siberiano.

Fonte: CNN

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