Indonésia acusada de assassinar meio-irmão de Kim Jong-un é solta

A indonésia Siti Aisyah e a vietnamita Doan Thi Huong negam assassinato e dizem que pensaram estar fazendo parte de uma pegadinha de tevê.

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Siti Aisya foi solta na segunda-feira, 11 de março (ANN)

Uma mulher indonésia acusada de matar Kim Jong-nam, o meio-irmão do líder da Coreia do Norte Kim Jong-un, foi solta após acusações contra ela terem sido retiradas.

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Siti Aisyah havia sido acusada de jogar o agente nervoso VX no rosto de Kim no aeroporto de Kuala Lumpur, na Malásia, em 2017.

Ela e a coacusada, a vietnamita Doan Thi Huong, negam assassinato e dizem que pensaram estar fazendo parte de uma pegadinha de tevê.

O promotor no caso solicitou que a acusação de assassinato fosse retirada, sem dar uma razão. O juiz aprovou o pedido, dizendo que “Siti Aisyah está livre”, de acordo com a agência de notícias AFP.

Aisyah teria enfrentado pena de morte se condenada.

Como o assassinato ocorreu?

Kim Jong-nam, meio-irmão do líder da Coreia do Norte Kim Jong-un, estava aguardando para pegar um voo de Kuala Lumpur para Macau em 13 de fevereiro de 2017 quando duas mulheres se aproximaram dele na área de embarque.

Imagens de circuito fechado mostraram uma delas colocando as mãos no rosto dele, então ambas saíram da cena.

Kim morreu a caminho do hospital em decorrência do que foi descoberto posteriormente ser exposição ao agente nervoso VX, um dos mais tóxicos de todos os agentes químicos conhecidos.

A Coreia do Norte nega intensamente qualquer envolvimento na morte, mas quatro homens – os quais acredita-se serem norte-coreanos que fugiram para a Malásia no dia do assassinato – também foram acusados no caso.

Eles continuam foragidos apesar de um “aviso vermelho” da Interpol, equivalente a um mandado de prisão internacional.

Kim Jong-nam no Aeroporto de Kuala Lumpur, na Malásia, em 2017 (ANN)

Qual é a justificativa das mulheres?

As duas mulheres disseram ser vítimas inocentes de uma trama norte-coreana elaborada.

De acordo com seus advogados, nos dias antes da morte de Kim as mulheres haviam recebido dinheiro para fazer parte de pegadinhas em que elas esfregavam líquidos em pessoas em aeroportos, hotéis e centros comerciais.

Elas pensaram que o aeroporto era somente uma outra pegadinha. Seus advogados estavam confiantes de que o tribunal veria que elas não tinham motivo algum para matar Kim.

Após a decisão surpreendente do tribunal na segunda-feira (11), o embaixador indonésio na Malásia disse aos repórteres que “tentaria levar Siti de volta para a Indonésia na segunda-feira ou assim que possível”, de acordo com a AFP.

Quem era Kim Jong-nam?

Kim Jong-nam era o meio-irmão mais velho de Kim Jong-un.

Ele já foi visto como futuro líder do país isolado, mas quando seu pai Kim Jong-il morreu, o Kim mais jovem foi favorecido.

Ele estava muito distante da família e passou grande parte do tempo no exterior, em Macau, na China continental e em Singapura.

No passado ele falou abertamente que era contra o controle de dinastia da Coreia do Norte por parte de sua família. Em um livro de 2012 ele teria dito que faltavam qualidades de liderança em seu meio-irmão.

Fonte: BBC

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Dono de empreiteira preso por empregar estrangeiros ilegais em fábrica de Kani

Publicado em 11 de março de 2019, em Crime

O gancho para a prisão do dono da empreiteira de Nagoia foi o furto de morangos de uma vietnamita. Veja como foi.

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Polícia da Província de Gifu

A polícia de Kani (Gifu) anunciou na segunda-feira (11) a prisão do dono de uma empreiteira em Nagoia (Aichi).

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Atsushi Ota, 41, cuja empreiteira fica em Nishi-ku, foi algemado no sábado (9), sob suspeita de violação da lei de controle de imigração.

Ota teria encaminhado 4 vietnamitas, todos do sexo masculino, na faixa dos 23 aos 34 anos, para trabalho em uma indústria de peças automotivas em Kani.

Localizados pelo furto de morangos

Mas, para chegar até eles o gancho foi um furto em 14 do mês passado. Uma vietnamita de 22 anos, teria passado a mão em morangos, em uma loja da cidade.

Localizada em um prédio da cidade, os policiais viram seus conterrâneos residindo no local. Interrogados, descobriu-se que estavam todos em situação ilegal e foram presos uma semana depois do furto dos morangos.

Como contaram que foram apresentados por uma empreiteira a polícia localizou Ota. Na delegacia, o empresário nega afirmando “pensava que eles estivessem qualificados para trabalhar”.

Fontes: Yomiuri e Mainichi

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