Cães podem ajudar a identificar casos de coronavírus, dizem pesquisadores

Esses cães de detecção médica já são usados para identificar câncer, malária e doença de Parkinson.

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Um cão farejador e seu guia (Ilustrativa/PM)

Cães de detecção médica especialmente treinados poderiam ser a solução na falta de testes que muitos países estão tendo durante a pandemia de coronavírus.

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Os cães são capazes de farejar e detectar 750 pessoas por hora, de acordo com o chefe de uma organização sem fins lucrativos que treina cães para a área médica.

O potencial para os cães responderem à pandemia de coronavírus está sendo explorado pela Escola de Londres de Higiene e Medicina Tropical (LSHTM), pela Universidade Durham e pela organização Medical Detection Dogs.

A LSHTM publicou um comunicado de imprensa no fim de março descrevendo o projeto experimental, o qual está buscando estabilizar se os cães podem detectar seguramente a Covid-19 da mesma maneira que eles conseguem fazer com outras doenças.

Eles planejam treinar seis cães se os experimentos iniciais tiverem sucesso, de acordo com um relatório de 17 de abril divulgado pelo tabloide britânico Daily Mirror.

O treinamento envolve colocar os cães para cheirar as máscaras faciais de pacientes de coronavírus a fim de descobrir se a Covid-19 tem um odor único que pode ser identificado pelos sensos de olfato aprimorados dos caninos, disse o Mirror.

Levará várias semanas de experimento antes de saber se os cães são capazes de identificar o coronavírus.

“Ainda é cedo para a detecção do odor da Covid-19. Não sabemos ainda se a Covid-19 tem um odor específico, mas sabemos que outras doenças respiratórias alteram o odor de nosso corpo, então há uma chance que sim”, disse o professor James Logan, chefe do departamento de controle de doenças na LSHTM.

“Se sim, os cães serão capazes de detectá-lo. Essa nova ferramenta de diagnóstico poderia revolucionar nossa resposta à Covid-19”, disse.

Cães de detecção médica já sã usados para ajudar a verificar várias condições que incluem câncer, malária e doença de Parkinson.

Claire Guest, CEO do órgão beneficente Medical Detection Dogs, disse ao Mirror, “Já houve várias conquistas fantásticas no trabalho dos cães em detectar doenças humanas, e acredito que eles podem ser treinados para detectar a Covid-19”.

“Quando há falta de recursos e de testes, centenas de pessoas não podem ser identificadas de uma só vez. Mas os cães podem verificar até 750 indivíduos muito rapidamente. Ao identificar aqueles que precisam ser testados e isolados, eles podem deter a propagação”.

Um cão de detecção médica sendo treinado em Milton Keynes, Reino Unido, em 31 de março de 2020 (Business Insider)

Fonte: Business Insider

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Coronavírus pode ter começado a se espalhar em setembro, dizem cientistas

Publicado em 20 de abril de 2020, em Notícias do Mundo

Pesquisadores dizem que o surto pode ter começado há 6 meses – e muito mais ao sul da cidade central chinesa de Wuhan.

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Rua em Wuhan, na China, no primeiro dia de lockdown em 23 de janeiro de 2020 (ilustrativa/PM)

O recente surto de coronavírus pode ter começado em setembro do ano passado, disseram cientistas.

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Acredita-se que casos de Covid-19 tenham surgido pela primeira vez em dezembro de 2019 e estavam ligados a um mercado úmido na cidade chinesa de Wuhan.

Entretanto, pesquisadores da Universidade de Cambridge agora afirmam que o surto pode ter começado há 6 meses – e muito mais ao sul da cidade central chinesa de Wuhan.

Os cientistas fizeram suas revelações sobre a origem do vírus após analisarem um grande número de cepas de todo o mundo.

E eles calcularam que o surto inicial ocorreu em um espaço de tempo entre 13 de setembro e 7 de dezembro de 2019 – antes de continuar a infectar mais de 2 milhões pessoas em todo o mundo.

O geneticista da Universidade de Cambridge, Peter Forster disse: “O vírus pode ter sofrido mutação em sua forma “eficiente em humanos” meses atrás, mas ficou no organismo de um morcego ou outro animal ou mesmo humano por vários meses sem infectar outros indivíduos.

“Então, ele começou a infectar e a se espalhar entre humanos no período entre 13 de setembro e 7 de dezembro”.

A equipe analisou as diferentes cepas de coronavírus usando rede filogenética – um processo matemático que pode mapear o movimento global de organismos através de mutação de seus genes.

Eles ainda estavam tentando identificar a localização exata do “paciente zero” e tinham com esperanças de ter ajuda de cientistas na China.

Entretanto, alguns sinais precoces estavam os levando a investigar áreas ao sul de Wuhan, onde infecções por coronavírus foram reportadas pela primeira vez em dezembro.

“O que reconstruímos na rede é a primeira propagação significante entre humanos”, acrescentou Forster.

No novo estudo, que não foi revisado por pares (peer-reviewed), os cientistas puderam traçar as origens da propagação global do vírus mais precisamente com cada cepa que eles analisaram.

Ao contar as mutações, eles puderam chegar mais perto para calcular quando a primeira pessoa foi infectada por uma cepa que estava mais próxima do primeiro surto.

Acredita-se que a SARS-CoV-2, o vírus que causa a Covid-19, tenha se originado de morcegos.

Foi descoberto que ele compartilhou 96 por cento de genes idênticos isolados por cientistas chineses de excrementos de morcegos na província de Yunnan, no sudoeste da China, em 2013.

Apesar disso houve centenas de mutações entre o SARS-CoV-2 e aquele em Yunnan, e um coronavírus geralmente adquire uma mutação por mês.

Alguns cientistas suspeitaram consequentemente que o vírus pode estar se espalhando silenciosamente em animais hospedeiros e humanos por anos para evoluírem gradualmente a uma forma altamente adaptativa que poderia infectar humanos.

De acordo com a equipe de Cambridge, o primeiro surto poderia ser um evento recente envolvendo as últimas poucas mutações que completaram o pulo da cepa inofensiva para o patógeno mortal.

A origem do vírus se tornou assunto de inúmeras teorias da conspiração

Rumores online afirmam que o vírus foi criado em um laboratório e é trabalho das forças armadas dos EUA, enquanto outros internautas malucos alegam que o surto foi desenvolvido para deter a Brexit – saída do Reino Unido da União Europeia.

No início da semana passada, foi reportado que o vírus pode ter se originado de um laboratório de biossegurança em Wuhan.

Apesar disso, essa teoria de origem em laboratório vem sendo dispensada por principais cientistas em todo o mundo devido à evidência científica apontando a uma origem natural.

O atual estudo de Cambridge poderia introduzir mais clareza sobre a questão

“Se eu fosse pressionado para uma resposta, eu diria que a propagação original começou mais provavelmente no sul da China do que em Wuhan”, disse Forster.

“Mas prova só virá a partir de análise de mais morcegos, possivelmente outros animais hospedeiros em potencial e amostras de tecido preservadas em hospitais chineses armazenadas entre setembro e dezembro”.

“Esse tipo de projeto de pesquisa nos ajudaria a compreender como a transmissão aconteceu, e nos ajudar a prevenir instâncias similares no futuro”.

Su Bing, pesquisador genético junto ao Instituto Kunmimg de Zoologia em Yunnan, disse que o estudo de Cambridge foi um abridor de olhos, mas o método tinha seus limites.

Ele revelou que durante um surto sem precedentes, o vírus poderia passar por transformações em padrões imprevisíveis.

“Então isso não pode ser muito preciso – há sempre uma margem de erro”, disse ele.

“Esse trabalho pode fornecer algumas pistas importantes para futuras investigações, mas as conclusões deveriam ser tratadas com precaução”.

Fonte: The Sun

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