Maior iate do mundo, ligado a oligarca russo, é apreendido na Alemanha

O iate é equipado com dois heliportos e a maior piscina coberta já instalada em uma embarcação particular.

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Uma imagem do Dilbar no porto de Barcelona, na Espanha (banco de imagens)

Autoridades alemãs disseram que apreenderam o maior iate do mundo após confirmação oficial de que a embarcação tinha ligações com o bilionário russo e magnata dos negócios Alisher Usmanov.

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Um oficial alemão confirmou ao site CNBC na quinta-feira (14) que o iate estava ligado a Usmanov e, portanto, sujeito à apreensão.

A polícia federal da Alemanha informou as autoridades europeias em Bruxelas na quarta-feira (13) que uma investigação detalhada descobriu que a embarcação era de propriedade da irmã de Usmanov, Gulbakhor Ismailova.

O superiate foi inicialmente restringido pelas autoridades alemãs de deixar seu ancoradouro em 3 de março, de acordo com um alto funcionário da administração de Joe Biden com conhecimento do assunto.

O iate, chamado Dilbar em homenagem à mãe de Usmanov, tem cerca de 152 metros de comprimento e é equipado com dois heliportos e a maior piscina coberta já instalada em uma embarcação privada. O Departamento do Tesouro estima que o atual valor do iate de Usmanov seja de US$735 milhões.

Usmanov e o superiate entraram na mira dos EUA e seus aliados em março após sanções globais coordenadas sobre elites russas ligadas ao Kremlin, após a Rússia ter invadido a Ucrânia em 24 de fevereiro.

O iate é a mais recente embarcação a ser apreendida desde a invasão da Ucrânia pela Rússia.

Um megaiate de US$90 milhões de propriedade do bilionário Viktor Vekselberg foi apreendido na Espanha em 4 de abril com a ajuda de autoridades dos EUA. Velkesberg nasceu na Ucrânia, mas fundou o massivo conglomerado sediado na Rússia Renova Group.

Em 2 de março, autoridades francesas apreenderam uma massivo iate o qual elas dizem estar ligado a Igor Sechin, um bilionário russo que é CEO da petrolífera estatal Rosneft.

O iate Lady M, conhecido por ser propriedade do bilionário russo Alexei Mordashov, foi apreendido na Itália.

Fonte: CNBC

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JR East remove cobertura sobre placa em russo de estação após críticas

Publicado em 15 de abril de 2022, em Sociedade

A JR East voltou atrás com sua decisão de cobrir a placa na estação de Ebisu na linha Yamanote de Tóquio após críticas de que a medida poderia ser considerada discriminatória.

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A East Japan Railway voltou atrás com sua decisão de cobrir a placa após críticas (NHK, Jiji)

Uma placa em russo em uma estação de trem em Tóquio, que havia sido mascarada com uma folha de papel na semana passada após queixas de passageiros transtornados com a invasão da Ucrânia pela Rússia, foi descoberta nesta sexta-feira (15) pela operadora ferroviária.

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A East Japan Railway voltou atrás com sua decisão de cobrir a placa na estação de Ebisu na linha Yamanote de Tóquio após críticas de que a medida poderia ser considerada discriminatória.

De acordo com a operadora, conhecida como JR East, os nomes de duas estações na linha Hibiya da Tokyo Metro – Roppongi e Nakameguro – vêm sendo exibidas em sinalização perto das bilheterias da estação de Ebisu em russo, inglês, coreano e japonês desde 2018.

Com a embaixada russa localizada perto da estação de Roppongi, a companhia disse que decidiu colocar as placas antes das olimpíadas de Tóquio a fim de ajudar passageiros a fazerem a transferência para a linha de metrô.

Funcionários da estação cobriram a placa em russo e colocaram um aviso escrito “fora de serviço” escrito em japonês no dia 7 de abril após receberem queixas de alguns passageiros de que a sinalização em língua russa os deixava “desconfortáveis”.

A ação espalhou uma onda de críticas online, com usuários do Twitter postando comentários como “o idioma russo é inocente” e “os ucranianos também usam a escrita cirílica”.

A filial de Tóquio da JR East, que soube da situação na quinta-feira (14), disse que vinha considerando a remoção das placas em outros idiomas após o encerramento dos Jogos no verão passado, “mas ainda temos que decidir o que fazer”.

Fonte: News and Culture

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