Influência do Japão na Ásia está em declínio, diz instituto

Baixo crescimento do PIB, envelhecimento populacional e declínio em investimento relacionado a desenvolvimento e pesquisa podem ter diminuído a influência geral do Japão na Ásia.

Bandeira do Japão (banco de imagens)

As capacidades de defesa em fortalecimento do Japão não serão suficientes para compensar a diminuição da influência geral do país na Ásia, disse um think tank australiano em um relatório recente.

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De acordo com o relatório de Índice de Poder na Ásia em 2023 do Lowy Institute, o Japão foi classificado em 3º entre 26 países e regiões avaliados em termos de poder compreensivo na Ásia, pontuando 37.2 de um total de 100, queda de 1.4 ponto em comparação ao relatório anterior.

Desde 2018, o Instituto Lowy mede a influência que um país ou região tem na Ásia com base em dados de 8 campos, como economia, poder militar e cultura.

Como o Japão se moveu para ampliar substancialmente gastos de defesa e iniciou exercícios militares conjuntos com os EUA, Austrália e outros países, sua pontuação em capacidade militar aumentou.

Por outro lado, o país sofreu quedas em resiliência, capacidade econômica, influência cultural e influência diplomática.

O declínio na influência geral do Japão na Ásia é devido ao baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), assim como sua população em envelhecimento e declínio em investimento e pesquisa, disse o think tank no relatório.

O mais recente relatório de Índice de Poder na Ásia mostrou que os EUA ficaram em primeiro em classificação de poder compreensivo, com pontuação de 80.7, queda de 1.5 ponto.

A China ficou em 2º, com 72.5 pontos, queda de 2.1 pontos principalmente devido a sua rigorosa política “Covid zero”.

A Rússia ficou em 5º, marcando 31.6, com a pontuação do país em influência diplomática sofrendo uma queda significativa devido a sua atual invasão à Ucrânia.

Fonte: Japan Times

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Máscara: item que ainda continuará na sua bolsa ou no bolso?

Publicado em 12 de fevereiro de 2023, em Sociedade

A vacinação em massa significa o fim do uso de máscaras? Ou para você, ainda não?

Imagem de uma pessoa usando máscara no transporte público (ilustrativa)

A partir de 13 de março de 2023 cada um da população no Japão decidirá se continuará usando ou não a máscara, o símbolo mundial da prevenção da infecção do coronavírus durante a pandemia. 

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O governo japonês tomou essa decisão e passou a bola da responsabilidade para cada um dos cidadãos. Você vai continuar como um item ainda obrigatório dentro da bolsa ou do bolso, para as situações que apresentam riscos como o uso do transporte coletivo, dentro do avião, em uma loja de roupas cheia de clientes, na plateia de um show… como irá fazer?

Afinal, desde o surgimento da pandemia da covid, a máscara tem sido um item obrigatório no mundo. Além de ser uma forma eficaz de prevenção contra o coronavírus, também pode ajudar a proteger contra outros vírus como o da influenza, e também das partículas de polens que causam a febre do feno ou polinose (kafunsho em japonês).

Estudos científicos mostram que a máscara é uma barreira física eficaz que impede a disseminação de gotículas respiratórias que podem conter vírus. Isso significa que ao usar uma máscara, você está protegendo não só a si mesmo, mas também as pessoas ao seu redor.

No entanto, o uso prolongado da máscara pode ser incômodo para crianças e idosos.

As crianças, em particular, podem se sentir sufocadas ou incomodadas com a máscara e isso pode afetar sua capacidade de se concentrar em suas atividades diárias, por isso foram liberadas, inclusive na cerimônia de formatura. Já idosos podem ter dificuldade em respirar devido a problemas de saúde subjacentes, o que pode ser agravado pelo uso da máscara, mas são vulneráveis.

Por isso, é importante que as pessoas usem a máscara de forma adequada, evitando cobrir apenas o nariz ou a boca e garantindo que a máscara cubra completamente o nariz e a boca. Além disso, é importante que as pessoas troquem a máscara sempre que estiver úmida ou suja, para garantir sua eficácia na prevenção da propagação de vírus. Mas, diante da decisão do governo, quem decide é você.

Decisão de cada um

Pode ser tentador parar de usar máscara à medida que mais pessoas se vacinam e os casos de infecção diminuem. No entanto, é importante lembrar que usar máscaras ainda é importante para prevenir contágio.

Diante dessa situação, se já está vacinado, vai baixar a guarda ou continuar usando no trabalho e em locais fechados para ajudar a se blindar, não só do coronavírus, mas também da influenza

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