Toyota recebe o pior ranking entre montadoras para redução de emissões de CO2

O grupo do Greenpeace classificou a Toyota e a Stellantis, empresa euro-americana com grau ‘F menos menos’ por esforços de descarbonização.

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A japonesa Toyota e a euro-americana Stellantis tiveram baixa classificação no rankingo do Greenpeace (banco de imagens)

A montadora que mais vende carros do mundo, a Toyota, ficou em último em um ranking da Greenpeace de esforços para reduzir emissões de carbono por empresas de automóveis, de acordo com uma lista publicada em 28 de outubro durante a cúpula do clima COP26.

O grupo de campanha classificou a Toyota e a Stellantis, empresa euro-americana com grau “F – – (F menos menos)” por esforços de descarbonização, incluindo a eliminação de motores que queimam combustíveis fósseis que aquecem o planeta em favor de veículos elétricos.

Minimizar as emissões de carbono na rede de fornecimento e reutilizar ou desenvolver tecnologia mais ecológica para baterias de carros estavam entre os fatores examinados no relatório que comparou 10 principais montadoras.

A General Motors recebeu uma classificação de grau C-, seguida por um D para a Volkswagen e um D- para a Renault.

Todas as outras empresas, incluindo a Ford, Honda e Hyundai-Kia, foram classificadas com F + ou F-.

“A Toyota, a maior vendedora de carros do mundo no ano passado, é a mais resistente em manter motores à combustão”, disse Ada Kong, gerente sênior de projetos da campanha da indústria de automóveis na Greenpeace no Leste Asiático.

A Toyota disse em setembro que investiria 1,5 trilhão de ienes em baterias para carros elétricos e híbridos até 2030.

Ela se negou a comentar antecipadamente sobre a publicação do relatório de emissões, em que o Greenpeace encoraja montadoras a adotarem veículos completamente elétricos.

A avaliação ocorreu quando líderes mundiais se encontraram em Glasgow, na Escócia, nesta semana como parte da conferência climática COP26, considerada vital para a viabilidade continuada do Acordo de Paris de 2015.

Fonte: Japan Today

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Como saber se após o terremoto vem o temido tsunami

Publicado em 4 de novembro de 2021, em Dicas Especiais

Já se perguntou se está preparado para se prevenir contra um terremoto de grande magnitude? E se vier um tsunami, sabe para onde ir?

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Tsunami de 2011 devastou Tohoku (Agência da Guarda Costeira)

A data de 5 de novembro no calendário é Dia de Prevenção ao Tsunami. Foi estabelecido para aprofundar a compreensão e o interesse nas contramedidas ao tsunami devido aos terríveis danos humanos e materiais causados ​​pelo Grande Terremoto do Leste do Japão há 10 anos.

Kenji Saito, residente na cidade de Ofunato (Iwate), gravou um vídeo assim que começou o tremor do terremoto em 11 de março de 2011. Quando passou um minuto, ouve-se na gravação “fujam, vai vir um tsunami. Desliguem a eletricidade e fujam pois o tsunami está chegando”. 

Assim, ele e seus funcionários buscaram um local para evacuação e o tsunami devastou a área, incluindo o prédio onde Saito estava.

Questionado sobre como sabia que um tsunami viria, ele disse “Foi a primeira vez que senti um terremoto tão grande. Acho que o tremor foi bem longo. Senti que estava tremendo por mais de um minuto e, se fosse um terremoto tão longo, um tsunami definitivamente viria, então pensei que todos deveriam fugir”, explicou.

Naquela ocasião, disse que  sentiu intuitivamente: “Entendi que com um terremoto tão forte e longo, resultaria em tsunami daquela magnitude”.

Especialista confirma 

Megaterremoto previsto para ocorrer a qualquer tempo (Gabinete do Gov.)

“É difícil dizer, imediatamente após um terremoto, se o sismo foi no mar ou na terra. No Grande Terremoto do Leste do Japão, ocorrido no mar, a duração do tremor durou mais de 2 minutos. Por outro lado, no Grande Terremoto Hanshin-Awaji, em 1995, terrestre, a duração do tremor foi de cerca de 15 segundos”, analisou o sismólogo. 

Um abalo sísmico com mais de 1 minuto de duração pode ser seguido de tsunami, por isso, a evacuação é importante”, explicou o sismólogo e professor Takashi Yokota, do Centro de Pesquisa de Prevenção de Desastres, do Instituto de Tecnologia de Aichi.  

Prevenção levada a sério

O Japão é um país onde ocorrem tremores sempre e há previsão de grandes terremotos, como os de Kanto e de Tokai (Nankai Trough), incluindo tsunami. 

Por isso, é importante que as casas sejam protegidas para evitar que as coisas caiam enquanto está dormindo e também ter uma mochila para que se possa fugir para um abrigo ou local de evacuação.

Caso queira saber o que deve conter nessa mochila, toque aqui para ler a matéria. Leia outras importantes:

Proteja seu bem mais importante que é a vida!

Fonte: Nagoya TV

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