Sintomas da ômicron e cuidados a serem tomados

Veja o percentual de assintomáticos, os sintomas e como se cuidar para não contribuir com o aumento explosivo da infecção.

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Teste da Covid (MaxPixel) e coronavírus (Pixabay)

A infecção pela variante ômicron, no Japão, está aumentando de forma explosiva em algumas províncias, como Okinawa, Yamaguchi, Tóquio, Osaka e Hiroshima.

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Se o índice de infectividade da variante Delta era elevado, o da ômicron é calculado em 3 a 5 vezes mais, embora não agrave o quadro do paciente como o anterior. Mas, já teve morte de paciente na Coreia do Sul, na semana anterior. 

No Reino Unido, até 30 de dezembro, mais de 212 mil pessoas foram confirmadas como infectadas com a ômicron, sendo que 981 foram hospitalizadas para tratamento e 75 morreram.

De acordo com autoridades de saúde do Reino Unido, o risco de ser hospitalizado por causa da ômicron é 1/3 do em relação à variante delta.

Vacina ajuda?

Tabela mostra o quanto a vacina ajuda a evitar internação (NHK)

A resposta é sim, segundo as autoridades sanitárias do Reino Unido, pois evita a internação. E, com a aplicação da terceira dose, tanto da Pfizer quanto da Moderna, aumenta sensivelmente a imunidade e evita a internação em 88%.   

Sintomas

Embora a doença não avance para um estágio mais grave, em geral, a OMS-Organização Mundial da Saúde continua cautelosa, porque essa nova variante ainda requer mais estudos científicos.

Takeshi Terashima, do Tokyo Dental College, fala sobre o cuidado quando se testa positivo por que a pessoa deve se isolar da sua família para fazer o tratamento, por causa da infectividade dessa variante.   

Em geral os sintomas são parecidos com os da gripe comum ou influenza, quase não afetando os pulmões, a não ser que seja idoso. Foram analisados os dados de 50 pessoas infectadas em Okinawa, com percentual dos sintomas. Veja abaixo.

  • Tosse: 58%
  • Coriza: 36%
  • Dor de garganta: 44%
  • Corpo com sensação de fadiga: 50%
  • Febre: 72%
  • Dor nas articulações: 24%
  • Dificuldade para respirar: 6%

Os assintomáticos foram apenas 4%, o que indica que a grande maioria apresenta um ou mais desses sintomas.

Com esses sintomas o paciente deve ser internado, não necessariamente no hospital, podendo ser em casa ou em hotel indicado, para o tratamento. 

Medidas preventivas

Uso de máscara (PixaHive)

É  importante evitar o aumento explosivo para não tensionar ou paralisar o sistema médico e os centros de saúde

Portanto, se deve continuar implementando exaustivamente medidas básicas de controle de infecção, como uso de máscaras e ventilação do ambiente, mesmo que a temperatura fora seja baixa.

Embora tenha sido anunciado que o risco de agravamento é baixo, se você tiver sintomas como dificuldade para respirar, entre em contato com o seu médico ou centro de saúde imediatamente.

Para quem é assintomático mas precisa viajar ou quer conferir se não testou positivo, a recomendação é aproveitar o oferecimento dos testes gratuitos em Aichi, Gifu, Mie, Gunma, Tochigi e outras províncias. Ou, comprar um kit de teste.

Teste da Covid-19 (MaxPixel)

Fontes: NHK, JNN e FNN

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Vendas de motos crescem no Japão

Publicado em 6 de janeiro de 2022, em Sociedade

Pessoas de diferentes grupos etários no Japão vêm usando motos como atividade de lazer ou meio de transporte.

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Motos da Yamaha em showroom (banco de imagens)

As vendas de motos no Japão parecem ter atingido uma alta de 23 anos em 2021, visto que a pandemia de coronavírus levou a um aumento de demanda para o veículo que permite às pessoas praticarem distanciamento social.

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Pessoas de diferentes grupos etários vêm usando motos como atividade de lazer ou meio de transporte, apesar de tais veículos tivessem se tornado menos populares antes da pandemia parcialmente devido a restrições sobre gases de exaustão.

De acordo com a Associação de Fabricantes de Automóveis do Japão, 233.059 motos foram enviadas a nível nacional de janeiro a novembro de 2021, alta de 20,6% ao período correspondente em 2020.

Com dados para dezembro incluídos, o mais recente número estava a caminho de ultrapassar as 235.755 unidades em 2002, tornando os envios de 2021 os maiores desde 1998, quando 318.080 unidades foram entregues.

Fonte: News and Culture

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