Evite a desidratação no inverno

Devido a falta do sinal da sede em períodos frios, o organismo sofre com a desidratação e como consequência a maior incidência de doenças. Conheça estratégias para contornar a desidratação no inverno prevenindo a baixa imunidade.

Imagem ilustrativa (PM)

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Com a chegada do frio no Japão, há o aumento do risco de desidratação devido à diminuição do sinal de sede causada pelo hormônio ADH. Essa condição, mais acentuada em dias de temperatura amena, pode levar a uma ingestão insuficiente de líquidos, especialmente preocupante para quem mantém hábitos regulares de atividade física, podendo causar danos à musculatura.

Assim, é essencial permanecer atento, pois mesmo no inverno, manter um nível adequado de hidratação, como no verão, é crucial. Além da recomendação clássica de 2 litros diários, há outras medidas preventivas, que incluem-se:

– O consumo diário de pelo menos 3 porções de frutas ricas em água, como melão, morango, maçã, melancia e ameixa fresca e 2 porções de legumes e vegetais frescos, como alface, espinafre, couve e rúcula;

– O uso estratégico de chás estimulantes pela manhã, como o preto, mate e vermelho e chás calmantes à tarde, como de melissa, camomila e erva doce, também pode contribuir, além de trazer benefícios como aceleramento do metabolismo e melhora da sensação de frio corporal;

Moderação no consumo de café e outras bebidas ricas em cafeína, e alimentos e bebidas ricas em sódio, bem como cuidar do consumo de álcool, visto que eles são diuréticos e levam ao aumento da desidratação;

– Busque consumir mais sucos naturais, água de coco, água saborizada e água gaseificada, acompanhado por limão são alternativas saudáveis para manter a hidratação;

– Não consuma diuréticos em dias frios, logo é importante estar ciente de fitoterápicos ou medicamentos com este efeito adverso.

Espero que essas estratégias contribuam para melhorar a hidratação no inverno, evitando sobrecargas no organismo, acúmulo de toxinas e preservando a imunidade.

O acompanhamento nutricional desempenha um papel crucial nesse cuidado, e um nutricionista qualificado pode fornecer orientações personalizadas sobre a ingestão adequada de líquidos e nutrientes, alinhados aos seus objetivos nutricionais específicos, com foco na alimentação de inverno.

Nutricionista Silvia Tsutsumi –  WhatsAppInstagram

Veja também: Coenzima Q10 na dor crônica

Para quem busca orientações sobre nutrição e planos de dietas alimentares personalizados, entre em contato com a Silvia. Faça uma consulta e tenha suporte de uma profissional qualificada. Há planos específicos para quem mora no Japão.

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Os textos publicados nesta página não refletem necessariamente a opinião do Portal Mie, são de criação e responsabilidade do autor Nutricionista Silvia Tsutsumi


– Pós-graduada em Nutrição do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo – SP
– Formada em Nutrição há 14 anos, onde concluí com Honra e Mérito, sendo homenageada como 1º lugar no curso pela Reitoria.
Tive a oportunidade de viver uma experiência incrível trabalhando em uma creche no Japão. Essa experiência me permitiu aprender muito sobre alimentação saudável, principalmente para crianças.
Atualmente moro no Brasil, atendendo via teleconsulta brasileiros que moram em diversos países, mas em especial no Japão. Hoje mais de 1000 vidas foram transformadas.

WhatsApp: +55 11 97315-7409 (toque para conectar)

Site: www.nutricionistasilviatsutsumi.com

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Relações amorosas e a dor do fim

Publicado em 2 de dezembro de 2023, em Eliana A. C. I. Nonaka

As relações amorosas são uma jornada complexa, repletas de emoções intensas e vínculos profundos. No entanto, a realidade é que muitas dessas histórias também enfrentam o inevitável fim, trazendo consigo uma dor única e profunda.

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O que podemos esperar de um relacionamento amoroso?

Responder a essa pergunta não parece ser uma tarefa muito fácil. Inúmeras são as respostas dos pacientes que buscam atendimento na clínica de psicologia por se tratar de algo muito particular do sujeito, estamos falando dos seus desejos.

Para a psicanálise o desejo é a força que move o sujeito em direção ao objeto de satisfação e na busca incessante de entrar em contato novamente com as sensações de prazer mais primitivas.  Não é vontade, não é querer, é algo instintual.

Algo nesse objeto de desejo diz respeito a alguma experiência vivida, guardada inconscientemente. É comum ouvirmos falar sobre paixões e amores como coisas que não se explica, e por quê?  Porque a explicação está para além da razão e da consciência. Então quando encontramos esse objeto, depositamos nele todas as nossas expectativas, acreditamos que enfim poderemos ser preenchidos, inundados desse sentimento de prazer inexplicável.

Vários são os investimentos, como:  tempo, energia, dedicação e cuidados. Faz-se assim planos e sonhos onde dividir alegrias, tristezas, dificuldades, ter companhia, dialogar, realizar atividades prazerosas, sentir felicidade, constituir família, completude etc.; são as realizações esperadas dentro do relacionamento.

“Se você ama sofre, se não ama adoece.” (Freud)

Essa frase de Freud nos diz da necessidade humana do olhar do outro sobre nós, da carência de preenchimento. Somos constituídos através da nossa relação com o meio e vice-versa, assim formamos nossa identidade. Mas essa relação vai mudando o tempo todo, bem como nossos olhares, nossas relações pessoais e afetivas. Assim, os desejos também se modificam e a quantidade de libido depositada naquele objeto ora escolhido, pode não ser mais a mesma, poderá haver novos interesses, sejam eles por coisas ou pessoas, e tudo bem, faz parte do processo de mudança. Na impossibilidade de levar o relacionamento adiante seja pelo desejo de um, de outro ou de ambos, se direcionam então para um processo de separação.

E por que o término de um relacionamento amoroso dói tanto?

Nesse processo de mudança o que passou a ser desejo para um, não se afina com o que é o desejo para o outro. O que para um é alívio, oportunidade de crescimento e desenvolvimento pessoal, para o outro pode representar um grande problema, ocorrendo o interesse de manter a relação, por motivos variáveis como: sentimento de amor, receio de ficar só e ou, não dar conta da situação, entre outros.

“Como fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada.” Freud

Não se sentir desejado, amado, visto e querido, afeta a autoestima do sujeito, entristece, pode deprimir, provoca ansiedade e merece ser assistido e cuidado.

O que vale aqui dizer é que relações são diferentes, não existe uma receita, cada casal encontra uma forma de funcionamento e estabelece seus limites. A dor vem da sensação de fracasso, sentimento de culpa ou até mesmo de não entender o porquê. Não se trata de separar apenas da pessoa e sim de todo um planejamento de vida, sonhos, desejos nos quais se investiu, de tudo aquilo que se pensou e construiu.

Envolve emoção, sentimentos, não é uma decisão que se toma de uma hora para outra. Resumindo, significa jogar fora todos os planos criados, lidar com o luto e com as perdas do objeto de amor. Alguns casos envolvem filhos, pets, bens, tornando ainda mais doloroso, sensível e complexo o processo.

Diante de tudo isso, é preciso entrar em contato com o seu verdadeiro desejo.

A psicoterapia pode ajudá-lo(a) entender de fato o que quer, o que é possível no momento, quais são os seus medos e como preparar-se e fortalecer-se, uma vez que essa decisão precisa ser prática e racional.

Estando ou conhecendo alguém nessa situação, não hesite buscar ajuda psicológica ou médica.

Boas Reflexões!

Eliana Nonaka (toque para conectar no Facebook) ou (toque para conectar no Whatsapp).

Se deseja conversar, desabafar ou busca orientações, entre em contato com a autora e solicite atendimento online. É mais prático e eficaz do que se imagina. Link no card abaixo.

Leia também: Relacionamento abusivo não é amor, é dor que deixa marcas

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