Protestos nos EUA afetam empresas japonesas

Pelo menos uma concessionária da Honda nos EUA foi danificada quando os protestos ficaram violentos, disseram oficiais da montadora japonesa.

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Protestos provocados pela morte de George Floyd continuam nos EUA (NHK)

Protestos contra racismo que se espalham pelos Estados Unidos começaram a afetar companhias japonesas que operam no país.

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A Sony Interactive Entretainment LLC adiou um evento online para revelar games para o console PlayStation 5, a ser lançado no fim deste ano. A unidade da gigante japonesa da tecnologia Sony Corp. havia planejado realizar o evento na sexta-feira (5).

“Enquanto entendemos que jogadores no mundo todo estão ansiosos para ver os jogos do P5, sentimos que agora não é um bom momento para celebração”, de acordo com um post na conta oficial do Twitter da PlayStation.

Pelo menos uma concessionária da Honda nos EUA foi danificada quando os protestos ficaram violentos, disseram oficiais da montadora japonesa.

Não há informação sobre fábricas de montadoras japonesas nos EUA que foram gravemente afetadas. Entretanto, preocupações crescem em relação aos protestos em um momento quando a indústria está sendo esmagada pela pandemia de coronavírus.

O secretário-chefe do Gabinete, Yoshihide Suga, disse em uma coletiva de imprensa na terça-feira (2) que protestos afetaram algumas empresas japonesas que operam nos EUA, mas que não houve confirmação de pessoas feridas entre cidadãos japoneses.

Protestos nos EUA não mostram sinais de que vão acabar

Protestos provocados pela morte de George Floyd continuam nos EUA.

Milhares de pessoas se reuniram na terra natal de Floyd, no Texas, na terça-feira (2) para homenagear o homem negro desarmado que foi morto na custódia da polícia há 1 semana.

A família de Floyd se juntou ao memorial em Houston, entoando seu nome e segurando cartazes pedindo por justiça.

Protestos similares foram realizados em todo o país, a maioria pacíficos, mas alguns apelaram para a violência e vandalismo. De acordo com a Associated Press, pelo menos 9 pessoas morreram e mais de 5,6 mil foram detidas.

Fontes: Nippon, Jiji, NHK

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Japão enfrenta outra onda de infecções por Covid-19 em Tóquio e Fukuoka

Publicado em 3 de junho de 2020, em Sociedade

”Pequenos aumentos já haviam sido antecipados”, disse chefe do painel de especialistas do governo de resposta à Covid-19.

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Em Tóquio, mais de 30 novos casos foram registrados em 2 de junho (PM)

Após não registrar casos de Covid-19 no período de 30 de abril a 22 de maio, a cidade de Kitakyushu (Fukuoka) teve 119 infecções nos últimos 11 dias, colocando-a na linha de frente da segunda onda do vírus no Japão.

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Dentre os casos estão 11 estudantes de quatro escolas primárias e ginasiais, levando novamente ao fechamento desses estabelecimentos de ensino e de instalações públicas como galerias de arte que tiveram permissão para reabrir em 18 de maio.

Em Tóquio, 34 novos casos foram registrados na terça-feira (2) – a primeira vez desde 14 de maio que o número diário de infecções passou de 30.

Isso marcou um aumento de três vezes dos 13 registrados na segunda-feira (1º), levando a governadora de Tóquio, Yuriko Koike, a emitir um “Tokyo alert” (alerta para Tóquio) na terça-feira que poderia levar a pedidos renovados para negócios fecharem e pessoas evitarem saídas desnecessárias.

Isso ocorre após o estado de emergência ter sido suspenso em Fukuoka em 14 de maio e em Tóquio no dia 25.

”Pequenos aumentos já haviam sido antecipados”, disse Shigeru Omi, chefe adjunto do painel de especialistas do governo de resposta à Covid-19, em uma coletiva de imprensa. “A natureza desse vírus  nesse momento é que é impossível reduzir o nível de transmissão para zero”.

Ao contrário de 7 de abril, quando o estado de emergência foi emitido pela primeira vez, Omi disse que a infraestrutura médica está agora mais robusta para suportar o aumento no número de casos.

Nessa base, não há estado de emergência iminente, disse ele, acrescentando que “a conclusão é que devemos agir rapidamente para responder à situação e evitar a disseminação generalizada da doença ao identificar as redes de transmissão”.

Mas para todos os melhores esforços do Japão, cerca de 1 em 3 casos na segunda onda de Kitakyushu não tinha ligações de transmissões conhecida. Clusters também ocorreram em dois hospitais e em um asilo.

Em Tóquio, 12 dos 34 novos casos na terça-feira continuaram indetectáveis.

Desde 26 de maio, Tóquio registrou 124 novos casos, dos quais 1 em cada 4 era funcionário ou cliente em um distrito de entretenimento.

A governadora disse que o alerta para Tóquio era destinado a conscientizar os residentes sobre como as infecções estão se espalhando amplamente na capital.

“Não significa que estamos (imediatamente) mudando nossos planos de reabrir as atividades sociais e econômicas, mas queremos reiterar nosso pedido para que as pessoas evitem atividades noturnas”.

Na segunda-feira, Tóquio começou a fase 2 de um plano de 3 partes para reabrir negócios.

Na primeira fase, museus, bibliotecas e escolas tiveram permissão para abrir, enquanto a segunda fase suspendeu pedidos de fechamento de cinemas, academias e lojas de departamento.

Veja os números atualizados do coronavírus no Japão aqui.

Fonte: Straits Times

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